Até mais e obrigada pelos peixes

Oi pessoas!
Aqui é a Rebeca Puig, Editora-Chefe do Collant (Sem Decote).

Venho aqui para conversar com vocês sobre um assunto que talvez pareça negativo, mas esperamos que, ao final do texto, vejam como algo positivo.

Ao longo dos quase quatro anos que mantenho o Collant, fechar o blog passou pela minha cabeça muitas vezes por um milhão de razões. Esse pensamento vinha sempre como consequência de algum evento negativo, da sensação de exaustão e também porque ninguém é de ferro.

O Collant representa muito para mim, assim como eu sei que representa algo para as nossas leitoras também. Eu não consigo mensurar o quão grata eu sou por ter conseguido erguer uma base de leitores tão incríveis como as que nos acompanham. A comunidade em torno do site sempre foi positiva e sempre abraçou os pontos altos e baixos pelos quais passamos ao longo desses anos. Toda vez que recebemos um comentário carinhoso, um depoimento de como ajudamos de alguma forma… Tudo isso sempre nos deu força para continuarmos por mais um tempo. É incrivelmente reconfortante ver o nosso trabalho ser reconhecido por quem importa – vocês. Por isso é importante para mim que vocês saibam:

Nós vamos fechar o Collant (Sem Decote).

Talvez alguns meses atrás eu escrevesse este texto cheio de ressentimentos e pensamentos negativos, mas hoje eu posso escrevê-lo com a tranquilidade. Eu sei que fechamos um ciclo em um ponto positivo, não para nos livrarmos de um fardo, mas para darmos um passo além. O Collant nasceu como um projeto pessoal meu, foi ao longo dos anos ganhando colaboradoras até que a Clarice França topou dividir a Editoria do blog comigo. Ao longo dos últimos meses, no entanto, nós duas conversamos e sentimos a necessidade de começar algo novo, criado por ambas, e que nos ajude não só a continuar e expandir o trabalho de crítica de cultura pop, mas que nos impulsione a produzir cultura pop nós mesmas.

Nosso novo projeto vai chegar junto com 2018, dia 10 de janeiro. Vamos manter as redes sociais do Collant, apenas apagando o conteúdo que está aqui para preenche-lo com o que criaremos para o novo projeto, mudando também a nossa @ para o nome do projeto. Esperamos que vocês continuem conosco, mas também entendemos se decidirem não o fazer.

O conteúdo do Collant permanecerá no ar por tempo indeterminado, migrando apenas alguns dos posts para o novo projeto. Ou seja, não se preocupe, nossos textos estarão lá sempre que você precisar.

Gostaríamos de agradecer aos nossos sites parceiros, Preta Nerd & Burning Hell, Momentum Saga, Nó de Oito, Séries por Elas, Valkírias, Delírium Nerd e Prosa Livre por todo o apoio ao longo desses anos. Continuamos juntos. ?

Por fim, queremos agradecer imensamente às nossas leitoras e leitores que por tantos anos nos acompanharam e nos apoiaram. Não conseguiríamos sem vocês. Obrigada! ❤

A representação feminina em Chronos: Viajantes do Tempo

Este texto não contém spoilers do livro.

Aqui no Collant, nós já fizemos uma lista de garotas que tiveram que viajar no tempo, mas isso não significa que elas são a maioria nesse tipo de história. O papel heroico, ainda mais na ficção científica, muitas vezes acaba ficando com o personagem masculino. Em Chronos: Viajantes do Tempo, a pessoa destinada a salvar o mundo é Kate, uma garota adolescente.

Primeiro, é legal pensar na questão da mulher ser a escolhida para um papel importante. Nós já estamos cansados de ver histórias de escolhidos homens, de como o tal protagonista nasceu para realizar a função que salvará todos, mas quantas vezes esses espaços são ocupados por mulheres? O escolhido sempre é o cara que se encaixa dentro do padrão.

Kate tem um dom muito grande para usar a chave Chronos, que permite as viagens no tempo, deixando todos ao seu redor impressionados com a sua capacidade. Assim que ela se vê nessa situação, Kate começa a procurar todas as informações possíveis que possam ajudá-la a enfrentar esses novos problemas que estão aparecendo. Ela não é passiva ao que acontece ao seu redor, por mais que seja difícil entender todos os problemas de primeira.

Além disso, ela não é a única mulher no meio de vários homens. A sua avó, Katherine (sim, elas têm o mesmo nome), é a grande mentora da protagonista. É comum que, em histórias com algum fator de escolhido com uma aventura épica, exista aquela figura de mestre que vai guiar o caminho do herói. Esse também é um papel que geralmente fica com um personagem masculino mais velho e sábio, mas, nesse caso, a mentora de Kate é a sua própria avó, uma figura feminina. Ela é uma mulher que entende tudo sobre como as viagens no tempo funcionam, é inteligente e fez inúmeras coisas para se manter segura, por mais difíceis que elas fossem. Agora, ela sabe que não pode mais tomar a frente dessa luta, por isso passa o seu conhecimento para Kate.

A relação das duas é uma das partes mais interessantes da história. Ao invés de Kate apenas aceitar o que é passado para ela, a adolescente começa a ter dúvidas e até a discordar de algumas decisões que sua avó tomou, mostrando que ela não é uma personagem sem personalidade. Esse aspecto de “desafiar o mestre” é interessante nesse tipo de dinâmica. Kate não é obediente o tempo todo e usa o conhecimento que recebe de Katherine para resolver as coisas da sua maneira. O fato de estarmos sempre na cabeça de Kate, até por causa da narrativa em primeira pessoa, nos ajuda a entender o que ela está pensando e as suas motivações.

Porém, em alguns momentos, a história acaba fazendo sua protagonista cair em clichês. Kate é uma adolescente e, infelizmente, alguma parte do livro é dedicada a falar sobre interesses românticos e meninos que ela acha interessante. O fato dela se importar com isso não é um problema, mas o jeito que isso é tratado na história acaba ficando clichê. Em alguns momentos, Kate é salva por esses possíveis interesses românticos, até em situações que poderiam ser tratadas de outra forma, ou ela poderia ter ajuda de uma figura que não necessariamente fosse um possível romance ou até mesmo não fosse uma figura masculina. Também há momentos em que o clima romântico parece forçado e acelerado, como se a autora acreditasse que a protagonista precisasse muito desses elementos para ser interessante, mas é exatamente isso que, para mim, acaba sendo uma falha na construção da protagonista.

Por mais que essas relações sejam importantes para Kate, como provavelmente seriam para qualquer adolescente em seu lugar, a aventura de salvar seus pais e consertar a linha do tempo é mais importante do que alguns clichês secundários. Kate tem bastante espaço para mostrar sua personalidade e a história dá oportunidades para a protagonista ir crescendo nessa primeira parte da trilogia.

Chronos: Viajantes do Tempo já está à venda!

Sapacoco, novo quadrinho da Netuno Press, será lançado na CCXP!

Falamos de quadrinhos de ação, terror, mas agora vamos dar uma sugestão de… Quadrinho sobre amigos imaginários. Pois é, CCXP está chegando e a variedade de quadrinhos disponíveis do beco dos artistas é grande! Vamos falar um pouco de Sapacoco.

O que acontece com um amigo imaginário quando ele não tem mais um amigo? Ele vira um imaginário? Esse é o ponto de partida de Sapacoco novo quadrinho de Márcio Moreira e Débora Santos (Pombos!), do selo Netuno Press.

Mauro e Sapacoco eram amigos inseparáveis, mas, nove anos depois, o garoto decide que está velho demais para ter um amigo imaginário. Agora, Sapacoco precisa lidar com a separação e decidir o que fazer da vida. Afinal, o que é um amigo imaginário quando ele não tem mais um amigo? Mas claro que as coisas não são tão simples assim e Sapacoco descobre que Mauro guarda um segredo… kawai!

Sapacoco é uma história sobre amadurecimento, perseguição de carros e um bar onde fantasias vão encher a cara. E só uma dessas três coisas é mentira! São vinte páginas de quadrinhos (e pelo menos um poema) impressas em risografia, nas cores azul e rosa, em formato mangá.

O quadrinho estará disponível na mesa H29 durante a CCXP 2017!

Sapacoco
24 páginas
13,5 x 20,5 cm
Impresso em risografia, azul e rosa
R$ 15,00
Selo Netuno Press
Lançamento na CCXP, mesa H29.

As Mulheres no Artists’ Alley da CCXP 2017!

MINHA DEUSA JÁ É DEZEMBRO DE NOVO.

Toda vez que nos aproximamos da CCXP eu fico nessa loucurinha que é perceber que já faz 12 meses que eu gastei todo o dinheiro que eu não tinha no Aritsts’ Alley do evento. E aqui estamos novamente, e novamente com uma nova lista das mulheres que estarão marcando presença por lá! Como sempre, se você estiver com mesa por lá, ou só participando do evento como convidada, e seu nome não estiver aqui, nos chame na page do facebook ou pelos comentários aqui!

Me enche de felicidade ver que a participação feminina na CCXP só vem crescendo, apesar do trabalhão que dá criar a lista eu espero que nos próximos anos ela fique ainda maior! <3

A

A01

Monique Moon

“Sou ilustradora, compositora, entusiasta de Tetris e estudante de Jogos Digitais na FATEC Carapicuíba. Meu poder mutante é sempre desenhar o que eu não preciso, no lugar errado e na hora errada”

A04

Leeh Pereira – A04

Leeh Pereira é ilustradora digital e trabalha também com aquarela na produção dos seus trabalhos. É amante da natureza, cultivadora de flores e suculentas, e transporta essa paixão para a temática das suas ilustrações. É formada em Design Gráfico pela UNIP, tem 22 anos e trabalha como arte finalista, mas acredita que o mais importante na sua trajetória de artista é o carinho com que produz seus trabalhos. Com o mesmo cuidado que dá ao seu jardim cria personagens, cenas e narrativas, em que através das formas e cores, busca de alguma forma transparecer sua alegria de viver e suas emoções do dia a dia.

A05

Lais Oliveira

Sua mente passa muito tempo imaginando mundo incríveis e sua mão não consegue acompanhar, mas quando passa para o papel, é de corpo e alma. Essa longa jornada de ilustrações, a levou a um caminho não muito diferente, mas certamente incomum, que é a tatuagem; e esta ela certamente levará para toda sua vida. http://laisdenuncio.wixsite.com/lola.

Carousa

Carolina Sartori desenha desde os 9 anos. Passou de curso em curso, só desenhando, pintando, até ir pra Universidade Belas Artes estudar animação. Hoje, com 20 anos, formada, faz pós graduação com especialização em animação 2D e trabalha como ilustradora freelancer e professora de desenho. Também já trabalhou como character designer e animadora num estúdio de Stop Motion. Esse ano começou o desafio #365dayschallenge e todos os dias posta um desenho no seu instagram (@carousa) e na página de Facebook (Carousa Art). Fez tanto trabalhos digitais como trabalhos tradicionais, especialmente para o mês de outubro com o famoso #inktober. Esses trabalhos estarão, em sua grande maioria, disponíveis em sua mesa no Artists’ Alley.

A10-A11

Adriana Melo

Adriana Melo ingressou no mercado de quadrinhos depois de ter uma avaliação de portfolio, em uma convenção de quadrinhos em São Paulo, ainda aos 18 anos. Depois de um tempo treinando ao lado de outros desenhistas já ativos na industria, veio a primeira oportunidade: Homem de Ferro. A partir daí vários títulos se seguiram: Quarteto Fantástico, Surfista Prateado, Star Wars: Empire, Rose & Thorn, Witchblade, Sinestro Corps: Parallax, Miss Marvel, Birds of Prey e Catwoman entre títulos mensais e especiais. Atualmente, Adriana é a desenhista de “New Adventures of the Ninth Doctor” para a editora Titan Comics.

Marina Barbieri

Blogueira e fundadora do blog Deu Ruim desde 2014 somando mais de 5 milhões de acessos. Em 2016 publicou pela editora Única seu livro “Fique com alguém que não tenha dúvidas”. Atualmente está escrevendo um livro de poesia e um de ficção. Paralelamente a isso está iniciando sua carreira de roteirista de HQ com projetos autorais e em colaboração com outros artistas da área.

A41

Ursa Maior Comics

Ursa Maior Comics é um coletivo criado em 2016 formado por amigos e estudantes de Design da UFPR (Universidade Federal do Paraná) com foco em produzir histórias em quadrinhos. Nos juntamos ao perceber que todos do grupo tinham vontade de trabalhar com quadrinhos, mas nunca tiveram a motivação necessária, agora estando entre amigos com o mesmo objetivo, nos juntamos e criamos a Ursa Maior, onde todos podem fazer e compartilhar suas histórias e achar motivação uns nos outros.

A43

Aline Zouvi

Aline Zouvi é escritora, quadrinista e pesquisadora de quadrinhos. Publicou Em Segunda Pessoa (2013, poesia) pela Editora Medita. Publica quadrinhos e ilustrações de maneira independente e, desde fevereiro deste ano, colabora com cartuns para o caderno Ilustríssima da Folha de São Paulo. Começou a colaborar, também neste ano, com resenhas em quadrinhos para o site Balbúrdia. Fez mestrado sobre os quadrinhos autobiográficos de Alison Bechdel, no Instituto de Estudos da Linguagem (Unicamp). Seus trabalhos abordam questões como autorrepresentação e visibilidade de minorias sociais na arte.

Mariana Zancheta

Mariana é uma jovem artista mas geek de longa data. Sempre sai dos eventos de quadrinhos e cultura pop com duas mochilas carregadas de quadrinhos, uma de suas maiores paixões. Estudou Artes Visuais na Unicamp, onde fez uma iniciação científica em narrativas visuais, que resultou no zine “Fragmentos”, composto por xilogravuras e que será lançado esse ano na CCXP. Há quase dois anos iniciou uma webcomic com Lucas Dias e desde muito antes os dois percorrem diversas feiras para conhecer mais sobre esse fascinante universo. O primeiro volume desse quadrinho, chamado Last Shot, também será lançado na CCXP. Apaixonada por animações, quadrinhos e séries, Mariana sempre consome essas produções, apoia e faz as suas próprias. Hoje trabalha como ilustradora de conteúdos didáticos e freelancer. Além disso faz charmosas bonecas e animais articulados (toy art).

A44

Cristina Eiko

Cristina Eiko – Viciada em quadrinhos, participou de um fanzine com amigos, fez tirinhas de dor-de-cotovelo e hoje em dia desenha o “Quadrinhos A2”, que criou com Paulo Crumbim em 2010 e até agora conta 5 volumes. Igualmente junto com Paulo, fez “Penadinho – Vida”, uma das Graphics MSP, em 2015. Em 2017, lançou seu primeiro quadrinho “solo”, “Culpa”, da coleção Ugritos (Ugra Press).

B05

Ana Cardoso

Ilustradora e Quadrinista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) no curso de Artes Gráficas, atualmente é sócia-diretora na empresa Estúdio Black Ink e também atua no mercado como artista independente e freelancer.

B06

Virginia Froes

Graduada em Artes Visuais pela UEMG e entusiasta das Artes Sequenciais, fez diversos cursos e participou de projetos relacionados a quadrinhos e sua linguagem. Como ilustradora, já fez trabalhos de segmentos infantis e didáticos para a Associação Educore, Editora Bernoulli, Editora AASLE (Associação de Apoio ao Sistema Logosófico de Educação), Cedic e Completa Educacional. Para CCXP 2017 vem com o livro A Onda Azul, retratando o cotidiano de um menino autista e Trovão, o Super cão, uma HQ infantil repleta de aventuras.

B14

Lita Hayata

Lita Hayata é quadrinhista, ilustradora e artista 2D. É autora de BETE VIVE! https://tapas.io/series/BETEVIVE. Desenha em um estúdio de jogos, faz freelas e dá aulas de desenho na quanta. 🙂

Julia Bax

Julia Bax, ilustradora de livros e histórias em quadrinhos, cresceu no interior de São Paulo mas mora na capital. Formada em Economia pela USP resolveu abandonar as cifras e se concentrar nas artes. Trabalhou por um tempo para o mercado americano de quadrinhos (Marvel, Devil’s Due, Boom) e ilustrou livros e revistas para as maiores editoras do Brasil. Durante 2 anos publicou uma tirinha mensal no caderno Folhateen da Folha de São Paulo. Publicou dois álbuns no mercado francês para a editora Le Lombard (Pink Daiquiri, Princesse Caraboo). No mercado brasileiro lançou Remy, Quina, e mais recentemente vem trabalhando na sua HQ online Nina & Tomas. O primeiro volume estará disponível na sua mesa na CCXP 2017.

B26

Lucy Fidelis

Lucy Fidelis é ilustradora e aquarelista, nascida em Santo André – SP, estudou desenho em pintura, trabalha profissionalmente com ilustração desde 2007, já ilustrou para diversas empresas como, DC Comics, Blizzard, Sr.Games, Tamboro, FTD, LP&M, Editora Daemon, ZZZ Comics, entre outras. Participa com seus quadros em aquarela de exposições de artes contemporâneas pelo Brasil. Em seus trabalhos costuma desenhar coisas de que gosta muito, então animais é seu grande tema, é fã de animes e cartoons! E quanto a ela, bem nunca se acostumem em vê-la com um visual só, pois ela nunca está com o mesmo corte e cor de cabelos!

B28

Cah Poszar

Nascida em janeiro de 1991, Camila Cardoso Poszar, também conhecida como Cah Poszar, é ilustradora, quadrinista e designer. Influenciada por títulos como Sakura Card Captors, Rurouni Kenshin, Full Metal Alchemist, jogos de RPG, livros de aventura e mitologia, começou a produzir suas próprias histórias, tendo publicado de forma independente tanto em formato físico quanto online. Trabalha atualmente na área de licenciamento ilustrando Style Guides de personagens famosos, como Barbie, Polly, Hotwheels, Miraculous Ladybug, Wonder Woman entre outros, criando desde ilustrações dos próprios personagens, assets, backgrounds, até estampas corridas e muito mais. Também já trabalhou projetando brinquedos promocionais de personagens licenciados para grandes clientes, como Mondelez, Top Cau, Kopenhagen, C&A, Renner, Richuello, Shell etc.

B29

Fran Briggs

Roteirista dos Especiais de Holy Avenger 41 e 42 (Editora Talismã). Foi corroteirista dos títulos Holy Avenger Especial 1 e 2 e Victory 2/ Dado Selvagem (Editora Trama/Talismã). Trabalhou na tradução de adaptação dos mangás Tenjo Tenghe e Fairy Tale (Editora JBC). Atualmente produz a série Mercenário$, um HQ de fantasia medieval, em parceria com a desenhista Anna Giovannini. Em dezembro de 2016 publicou a HQ Anima e a HQ Mercenário$ Especial pela Editora Jambô. Pelo selo americano Immagina Press publica as HQs Anima e Mercenário$.

Anna Giovannini

Brasileira, formada em Artes Visuais pela Brown University em Rhode Island, EUA. Cursou Concept Art pela Quanta Academia de Artes em São Paulo, e Animação e Artes pela School of Visual Arts em Nova Iorque, EUA. Iniciou carreira nos quadrinhos ao entrar para a agência Glasshouse Graphics ao mesmo tempo em que começou a desenhar o título ‘Mercenário$’, de Fran Briggs, de forma independente. Hoje segue a série de ‘Mercenário$’ através da Editora Jambô, publicado junto ao one-shot ‘Anima’, na qual trabalhou como artista e coautora. Também trabalha como desenhista para a editora americana Kymera Press no título ‘Pet Noir’, e como desenhista e coautora junto de Fran Briggs no novo título independente ‘Memento Mori’. Atualmente gerencia a editora Immagina Press nos Estados Unidos, cuja intenção é juntar artistas estrangeiros e levar seus trabalhos para o mercado americano. 

B30

Eliana Oda

Ilustradora de Atibaia, SP, desde criança ganhou dos pais mangás comprados no bairro da Liberdade, e quando tomou gosto por desenhar seu traço naturalmente seguiu este estilo. Após alguns anos transitando entre editoras e estúdios de games, começou a desenhar sua primeira HQ autoral e redescobriu nos quadrinhos seu real interesse como artista. Junto da artista Lívia Chauar, faz parte do grupo de arte OwlCat, com foco em desenho estilo mangá.

Lívia Chauar

Designer e ilustradora de São Paulo, apaixonada por café e chocolate. Atualmente trabalha como freelancer para jogos e livros infantis. Faz parte do grupo OwlCat, junto de Eliana Oda, e esse ano lança na CCXP 2016 a primeira edição de Adien, seu projeto pessoal de mangá e o livro ilustrado “Uma Estranha Visita”.

B32

Patrícia Hikari 

Patricia Hikari iniciou sua carreira como caricaturista, cursou Audiovisual na USP e, atualmente, trabalha como ilustradora e animadora freelancer. Dentre as animações em esteve envolvida estão ‘LoliRock’, ‘Meu Amigãozão’ e os curta-metragens ‘O menino que sabia voar’ e ‘A fuga’. Na área de quadrinhos, atuou como arte-finalista de ‘Combo Rangers’ (1 e 2) e ‘Elsword’, além das produções de institucionais para o Sistema Anglo de Ensino e Sebrae. Na CCXP 2017 irá lançar seu primeiro quadrinho autoral.

A33

Mika Takahashi

Mika Takahashi começou a carreira trabalhando em séries animadas para produtoras de animação e publicidade como a Birdo Studio, Digital 21 e BlankBr. Passeou em alguns estúdios de design e ilustrou livros para as editoras Biruta, Rocco e Melhoramentos, e revistas para as editoras Abril e Globo. Em 2014 lançou sua primeira publicação autoral “Ink Stories” (PINGADO-PRÉS), em 2015 participou do “321 Fast Comics – vol2 de Felipe Cagno e “A Samurai” de Mylle Silva. Atualmente é professora de ilustração da Quanta Academia de Artes. Este ano lançará na CCXP sua primeira publicação autoral em quadrinhos “Além dos Trilhos”.

C

C10

Ana Cristina Rodrigues

Ana Cristina Rodrigues é escritora/historiadora/tradutora/editora e mais algumas coisas, além de mãe de um adolescente hiperativo e duas gêmeas recém-chegadas a este mundo louco. Contista com vários trabalhos publicados em antologias no Brasil e no exterior, acabou de escrever um romance sobre um deserto e um cavalo sem nome que ainda procura uma editora.

C17-C18

Nathanna Érica

Nathanna Érica é artista de São Paulo e trabalha com paper art e desenvolvimento visual. Recentemente, ela criou a arte promocional da animação Animal Crackers, da Blue Dream Studios, com estreia no Brasil prevista para o início de 2018. Seu trabalho com papel a colocou na lista dos dez melhores artistas de animação para se seguir no Instagram, segundo o site de entretenimento Paste Magazine, ao lado de nomes consagrados nessa indústria. Quando ela não está trabalhando em alguma sereia ou criando um reino de araras encantadas, ela provavelmente está assistindo algo que envolva dragões, anéis mágicos, cabines azuis da polícia e outras coisas do tipo.

C28

Fe Sponchi

Fernanda Sponchiado, trabalha há 13 anos como diretora de arte e há 8 anos como ilustradora em Joinville/SC. Iniciou sua atuação profissional em agências de publicidade com foco em design gráfico e ilustração atendendo marcas nacionais de varejo e moda infantil. Em 2010 seu trabalho de ilustração ficou mais intenso quando se tornou integrante do Coletivo Chá, um grupo de arte urbana formado apenas por mulheres, o que abriu as portas para diversos projetos próprios: oficinas de lambe-lambe, criação para diversas marcas, eventos relacionados a essa prática e principalmente desenvolveu sua criação autoral. Fernanda participa de exposições solo e coletivas e apresenta seus produtos próprios em feiras de impressos, festivais multiculturais e em sua loja virtual própria. Desde final de 2015, trabalha exclusivamente como ilustradora e atualmente seu foco é ilustração para estampas e editoriais. Para conhecer mais: www.behance.net/fesponchi www.fesponchi.com.br

C31

Bianca Reis

Quadrinista Bianca, pseudônimo da mineira Amanda Reis, começou a desenhar bem nova, buscando no lápis e no papel uma forma de se expressar que fosse além do que as palavras conseguiam dizer. E, entre linhas, diálogos e cores, ela tem muito o que contar. A artista de 23 anos, estudante do curso de Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG, criou a página “Anna Bolenna – A perturbada da corte” no ano de 2013, e desde então vêm colecionando participações em mostras e festivais de literatura e quadrinhos por todo o país. Anna Bolenna, personagem que é o “carro-chefe” das produções de Bianca, é uma história autobiográfica que, de acordo com Bianca, foi criada com o objetivo não só de servir como uma “válvula de escape” para as emoções e sentimentos do cotidiano da autora, mas também como uma forma de ajudar aos leitores que passam pelas mesmas situações. É uma questão de pura empatia.

C35

Luisa Barros Lubie

Luisa Barros ou Lubie é natural do MS, mas morou em SP, PR e ES também, tem 22 anos, a.p.a.i.x.o.n.a.d.a por sorvete, adora longas caminhadas na praia e ver o pôr do sol. Ainda meio iniciante no mundo das artes, começou trabalhando com encomenda para casais e com materiais personalizados: canecas, camisetas e até arriscando uns banners e cartões de visita, mas como é muito curiosa, agora está desvendando sobre tatuagens e quadrinhos. Não satisfeita, recentemente enveredou para a Amarelo Grifo, lojinha online onde transforma seus desenhos em produtos para facilitar a logística da dominação mundial, uma camiseta por vez.

C35

Carol Calzolari C35

Designer gráfico pela UFPR e ex-estudante de roteiro da New York Film Academy, escreveu o roteiro dos quadrinhos Entre Lendas, lançada em 2016. Agora, retorna ao mesmo universo em Entre Lendas – A Melodia, HQ que será lançada na CCXP. Além dos roteiros, fez também os storyboards das páginas e contribuiu com a arte final.

D

D14

Maco

Montevidéu, Uruguai (1987) É criadora das histórias em quadrinhos Fedra (publicada entre 2011 e 2014 no blog Marche un cuadrito!); Aloha (seu primeiro livro publicado em 2011 na Argentina, Uruguai e Espanha) e Radiobujada, que pode ser lido em seu blog, www.divididomaco.blogspot.com. Autopublicou os fanzines Café, El nido, Desayuno, Desde todas as ventanas e Manual de Circo, com o selo Ediciones de la Uniceja. Publicou nas revistas BLa e Lento (Uruguai), Larva (Colômbia), Troche e Moche (Argentina), Mapachestudios (Chile) e em livros antológicos uruguaios e argentinos, como Verano, Otoño, Novelas Ejemplares, Las moradas de Santa Teresa, Fábulas en viñetas e El volcán. Ilustrou vários capítulos para o projeto Bandas Orientales, que narram episódios da história do Uruguai. Desde 2012, ilustra as capas para a editora Irrupciones.

D15

Fiorella Santana

Nascida no Uruguai, 29 anos. Publicou em seu país sob seu rótulo Powah Comics (Uruguai) em Fantastiche (2017) e Powah Deluxe (2014 -2017). Sestacandose sua novela gráfica Cabaret V (2017). Atualmente também publica em Tótem Comics (Argentina), Mayet (2017) até a data. Por outro lado, ela se dedica à pintura de aquarela e desenho de fantasia e moda histórica.

D16 

Carolina Pontes

Artista 2D, designer de personagens, cenário e objetos, atuante na indústria de quadrinhos , editorial, musical, de jogos e de animação desde 2005. Ilustradora das traduções brasileiras dos Fabulosos Livros Coloridos de Andrew Lang, colorista de quadrinhos para revistas nacionais e internacionais, integrante da equipe de cenários da primeira temporada de Irmão do Jorel. Interessada em horror e fantasia. Bacharel em Design e Licenciada em Artes Visuais. Atualmente trabalhando em seu primeiro livro ilustrado e em uma série de quadrinhos também de autoria própria.

D25

Rebeca Prado

Rebeca Prado é mineira, ilustradora, quadrinista e roteirista. Em 2015 lançou o livro Navio Dragão através de um financiamento coletivo e em 2016 repetiu o processo para lançar o volume Baleia #3. Atualmente atende os mercados editorial e publicitário e escreve roteiros para quadrinhos e séries.

Carol Rossetti

Carol Rossetti é designer, quadrinista e ilustradora independente. Além de desenvolver projetos autorais de ilustração e quadrinhos, ela administra o estúdio Café com Chocolate Design, em Belo Horizonte. Em 2017, passou também a fazer parte da equipe de curadoria do FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos. Ela tem dois livros autorais já publicados: “Mulheres”, pela editora Sextante (2015) e “Cores” (2016), lançado independentemente através de um financiamento coletivo. Seu trabalho sempre traz visibilidade para questões relativas à igualdade de gênero e direitos humanos, o que lhe rendeu parcerias com a ONU e instituições públicas em diversos projetos. Para saber mais, acesse o site: www.carolrossetti.com.br.

D32-33

Cris Peter

Com 15 anos de experiência em colorização de quadrinhos, já trabalhou para as editoras DC Comics, Marvel, Dark Horse e Image, em títulos como “Superman/Batman”, “Astonishing X-Men”, “Quarteto Fantástico”, “Capitão América & Namor” e “Hawkeye vs Deadpool”. Em 2012, tornou-se a primeira brasileira indicada ao Prêmio Eisner. Seu trabalho também pode ser visto nas Graphic MSP “Astronauta – Magnetar”, “Astronauta – Singularidade” e “Astronauta – Assimetria”, com arte e roteiro de Danilo Beyruth. Escreveu o livro “O Uso das Cores” e atualmente desenvolve um projeto autoral “Patas Sujas”, com o coletivo Estúdio Complementares e a desenhista Érica Awano. Cris também está envolvida no selo Pagu Comics como autora do título “Quimera”. Participou da organização de painéis sobre diversidade, apresentados nas edições anteriores da CCXP, juntamente com Rebeca Puig e colaboradores.

D34

Germana Viana

GERMANA VIANA é quadrinista e entre suas publicações estão Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço 1 e 2 (Jambô Editora), As Empoderadas, (Pagu Comics/Social Comics), diversas coletâneas, como por exemplo, SPAM (Zarabatana Books) e Amor em Quadrinhos (independente), e é desenhista de P.O.V. – Point of View. Germana trabalha também como letrista e designer para empresas como Panini, Riot e Jambô.

Carol Pimentel

Carol Pimentel é uma nerd paulistana, formada em Física – porque sempre quis saber como o mundo funcionava, tem Mestrado em Tradução de Quadrinhos ambos pela Universidade de São Paulo e trabalha como editora Aracno-Mutante da Marvel Comics há mais de 3 anos. Ela é responsável pelos quadrinhos do Homem-Aranha, Wolverine, Homem-Aranha & Deadpool, X-Men e por diversas Coleções Históricas. Ainda na Marvel ela é responsável pela tradução de alguns títulos de Star Wars e na DC Comics é responsável pela tradução de alguns títulos como Batman & Robin Eternos, Nós Somos Robin, A Guerra dos Robins, Canário Negro, Mulher-Gato e Aquaman. Como roteirista ela escreve as tiras semanais chamadas Point of View. Decidiu largar a física para ser feliz no mundo das HQs, mas continua no mundo da Lua.

D35

Ursula Dorada

Ilustradora especializada na área de games, estará disponibilizando originais e prints exclusivos, assim como seu primeiro sketchbook! Vai conter rabiscos e peças finalizadas em 2016-2017, lançamento exclusivo na CCXP.

Ariane Rauber

De Porto Alegre, trabalha na área de design gráfico e ilustração. Quadrinhos ainda é uma área nova, começando pelos projetos Patas Sujas e Quimera. Na CCXP 2017 lançará uma HQ curta, pequena amostra de seu primeiro projeto autoral para 2018.

D36

Luiza McAllister (2Minds)

Cofundadora do estúdio 2Minds, ilustradora com foco na área de concept art e jogos. Este ano lançará o volume único do quadrinho Plumba que foi fundado com sucesso no Catarse e disponibilizará produtos exclusivos para a CCXP.

D37

Prips

Artista formada em Design Gráfico, trabalha desde 2009 para a IDW Publishing, desenhando e colorindo quadrinhos, em títulos como Transformers, GI Joe, Godzilla e Jem e as Hologramas. Foi colorista na graphic novel Turma da Mônica: Laços, da Mauricio de Sousa Produções. Além de HQs, foca em ilustração de embalagens (package art para a Hasbro, nas linhas de Transformers e GIJoe), e arte conceitual de personagens, assim como designs para camisetas. Trabalhou em jogos mobile, desenvolvendo personagens e backgrounds; fez ilustrações para a apresentação de uma Skin do jogo League of Legends, da RIOT. De vez em quando se aventura pelo mundos dos quadrinhos independentes, como o autoral My roomie, the Dark Lord.

Sabrina Eras

Sabrina Eras nasceu em São José dos Campos (SP) e, como a maioria dos artistas, desenha desde criança. Estudou Publicidade na UNIFRAN – Franca – SP, mas percebeu a tempo que não era o que queria. Artista autodidata, foi para São Paulo na Quanta Academia de Artes e lá conheceu o mundo da arte. Desde então, já trabalhou em agências de comunicação visual e fez trabalhos para o mercado editorial. Participou do livro comemorativo dos 50 anos da Turma da Mônica e expôs em galerias brasileiras e no exterior. Destaca-se sua parceria com Faber-Castell , Zupi/Pixel Show e Papelaria Universitária, empresas que Sabrina sempre admirou e que agora acreditam no seu trabalho. Ministra cursos e oficinas de aquarela, presencialmente e a distância. Seu trabalho pessoal tem influência em coisas mórbidas e sexy, sem deixar de lado a delicadeza e a fofura, assim como elementos da natureza, principalmente as flores. Também estão presentes personagens da cultura pop que Sabrina ama. Assim como a vida é feita de contrastes, seu trabalho também caminha dessa maneira, sempre em evolução.

D39

Alice Monstrinho

Alice é uma artista de Florianópolis que adora monstros e busca dar um toque de estranheza, extraordinário e animalesco em tudo que faz. De criaturas radioativas a lobisomens, busca deixar sua marca monstruosa nesse mundo. Fundadora do estúdio Rebel Hound, que fornece serviços de arte 2D, e formada em design de jogos, trabalha com criação de personagens, concept art, quadrinhos e ilustração para diversas áreas de entretenimento há mais de 7 anos. Já lançou duas publicações independentes: o artbook para colorir bilíngue “Radioactive!” e a história em quadrinhos de ação e terror “Bad Omen”, na temática de vampiros e lobisomens e cuja continuação será lançada na Comic Con Experience 2017. A artista também leciona palestras e oficinas em eventos como Campus Party, Olhares múltiplos Univali, SENAI, Bienal de Curitiba e The Developers Conference.

Gabriela Birchal

Ilustradora formada em Artes Visuais pela UFMG. Durante sua carreira já trabalhou em vários projetos incluindo livros infantis, cenários para animação e concept art para jogos que incluem alguns títulos como “Star Wars Imperial Assault”, “Game of Thrones TCG”, a série “Tromba Trem” e “Hex TCG”. É apaixonada pelo universo geek, é gamer e ama ilustrar personagens e cenas emocionantes. Durante a próxima CCXP, vai lançar sua primeira HQ chamada “Carrion Song” e espera conhecer outros nerds como ela.

D40

Bruna Aurélio

Natural de Porto Alegre e formada em Design (2015) pela UniRitter, Bruna Aurélio atua como ilustradora para animações, comerciais, jogos digitais e livros infantis. Alguns dos mais recentes projetos do qual participou foram o comercial e reformulação do mascote “Molekinho” para a empresa de calçados Beira Rio (com comercial veiculado no Cartoon Network) pelo estúdio de animação Abissal em maio de 2017, a animação infantil “Gugu e Gaga” (também pelo estúdio Abissal) e o projeto de interface para o jogo mobile “Leis para todos” (finalista do BIG – Brazilian Indie Games Festival 2017) da empresa Supernova Indie Games. Trará novidades exclusivas para a Comic Con Experience 2017, como o lançamento dos quadrinhos curtos “As aventuras de Django” entre outras surpresas. Sua mesa contará também com diversos materiais, como bottons, cartões postais e pôsteres de artes autorais e fanarts de personagens consagrados no mundo dos quadrinhos e games.

Carol Studzinski

Carol nasceu em Porto Alegre e estuda Artes Visuais na UFRGS desde 2015. Atualmente se dedica à produção de ilustrações, histórias originais e fanarts. Sua inspiração vem de animações da Disney e do Cartoon Network. Trabalha com arte digital, tinta gouache, aquarela e nanquim. Desde pequena, gosta muito de criar histórias e personagens. Dessa paixão surgiu o universo do Choco e da Mocca, que foi vagamente inspirado em um dos seus livros infantis preferidos. Nessa CCXP, você poderá conhecer o mundo desses dois amigos aventureiros e relembrar um pouquinho da sua infância <3

E

E02

Psonha

Psonha é ilustradora, mas já fez de tudo um pouco. Trabalhou em agências, tatuou, desenhou cenários, fez bonecos, pintou muros e tocou em bandas de punk rock. Dá aulas de ilustração na Quanta Academia de Artes e nos quadrinhos é autora do Pogando, seu álbum de estreia, Eloisa aterroriza, em coautoria com Thiago Ossostortos e Peek a Boo, último lançamento, pelo selo PLOT.

E06

Bianca Nazari

Nasceu no interior de São Paulo, mudou de cidade diversas vezes durante a infância. Se formou em Hotelaria e depois Arquitetura, mas o que queria mesmo era desenhar suas coisinhas fofas. Atua como ilustradora full time desde 2016, contribuindo para o mercado de publicidade fazendo storyboards, letterings e concepts. Agora é ilustradora freelancer e lançou um canal no YouTube sobre a vida de ilustrador, mercado e vida pessoal. Estará estreando nesta CCXP 2017 e também lançando sua primeira história em quadrinhos em parceria com outros ilustradores.

E20

Natália SG

Natália Santos Guimarães é designer, formada em administração, marketing e design gráfico, atua com Direção de Arte no ramo publicitário além de trabalhar em projetos de ilustração e exposições de arte. Seus trabalhos englobam ilustrações digitais e tradicionais, além de quadrinhos e tirinhas, que são expostas em suas redes sociais, principalmente na página Natália SG Ilustrações no Facebook.

F

F10

LoveLove6

Lovelove6 é autora de histórias em quadrinhos, publicadora independente e produtora da Dente Feira de Publicações (Brasília – DF). Entre suas principais obras está a história em quadrinhos “Garota Siririca”, as zines “A Ética do Tesão na Pós-Modernidade“ vol.1 e 2

F12

Suryara

Ilustradora com atuação no editorial infantil. Contribui também para animações e quadrinhos além de participar do coletivo BabaYaga, que produz livros independentes para crianças.

F15

Tetisuka 

Professora e freelance, adora o que faz. Atualmente com um trabalho mais voltado para o público adulto mas sem perder a delicadeza e a fofura. Também tem trabalhado em projetos de quadrinhos e mais relacionados a RPG. Adora conversar e conhecer novas pessoas e projetos, não se acanhe e pode vir bater um papo.

F16

Mylle Silva

Mylle Silva é escritora, roteirista e artesã. Graduou-se em Comunicação Social pela PUCPR e dedica-se à escrita desde que se conhece por gente. Publicou o livro de contos “A Sala de Banho” (2014) e é roteirista das histórias em quadrinhos “A Samurai” (2015), “A Samurai: Yorimichi” (2016) e “A Samurai: Primeira Batalha” (2017 – em produção). 

Chairim

Chairim é paulistana e atualmente vive no interior de São Paulo, na cidade de Limeira. Formada em Design Gráfico pela UNIP de Campinas, trabalhou em agências de publicidades por cinco anos até largar tudo e viver de Quadrinhos… e, bem… err, quase isso. Atualmente trabalha como ilustradora, colorista e quadrinista. Faz parte do selo Pagu Comics, promovido pela Social Comics. Autora das webcomics Purple Apple, As Aventuras da Bruxinha Mô, A Última Lenda, Livro de Conselhos do Gato Darazar, Mare Rosso e Crisálida, esta última é atualmente financiada pelo Apoia.se: https://apoia.se/woc

F17

Mary Cagnin

Mariana Cagnin é formada em Artes Visuais pela Unesp e atua como ilustradora e quadrinista. Dedica boa parte do seu tempo como contadora de histórias e é também autora do quadrinho Vidas Imperfeitas, publicado pela editora HQM, e de Black Silence, que foi publicado de forma independente. Ganhou o Troféu Angelo Agostini de Melhor Desenhista por Black Silence em 2017 e foi indicada em 3 categorias do prêmio HQMix. Produz conteúdo de arte para seu canal do youtube, como dicas, tutoriais, processos de pintura e ministra cursos para artistas aspirantes na esperança de poder inspirá-los.

F19

Dani Dias

Formada em publicidade e também estudou desenho na Quanta Academia de Artes (São Paulo-SP). Atualmente mora em Cuiabá-MT, trabalha em agência e complementa sua renda atuando como ilustradora, fazendo arte por encomenda, vendendo prints e originais em eventos e pela internet . A aquarela é seu material preferido e tem estudado bastante, pois acredita que ainda tem muito a aprender. Seu maior objetivo é se tornar quadrinista e está trabalhando num roteiro de uma história de suspense e terror. Ilustrou o livro “Jeri Kurireu. O menino que se reinventou” pela editora Entrelinhas (mais informações aqui: https://goo.gl/9cL17v). Esse livro já estará sendo comercializado na CCXP, assim como outros trabalhos especiais para o evento.

F25-26

Joyce Chin

Joyce Chin está no mercado de HQs desde 1995, quando desenhou Guy Gardner: Warrior para a DC Comics. Vem para o Brasil acompanhada de seu esposo e também artista, Arthur Adams. O casal participará de atividades no Artists’ Alley nos 4 dias do evento. Passando por diversas editoras, Chin desenhou números de Vampirella, Xena e Superman: Silver Banshee, Spider-Man, Hulk, Tomb Raider e Red Sonja, além do crossover entre as editoras Top Cow e Dynamite Entertainment, chamado de Monster War. Joyce também desenhou capas para Marvel e DC de personagens e séries, como Mulher-Maravilha, X-Men, Ms. Marvel, Capitão América e Homem de Ferro. Os artistas, que não puderam vir à CCXP 2016 por questões de saúde, finalmente poderão encontrar com os fãs que estão ansiosos por esse momento.

F29

Letícia Pusti

Ilustradora e quadrinista independente, publica tirinhas na página Another Art Book, onde fala sobre o lado cômico ou depressivo do cotidiano.

Aliens of Camila

Sucesso nas mídias sociais, com mais de 300 mil seguidores, Camila Padilha, 21 anos, divide a administração da sua página, Aliens of Camila, com a faculdade de design gráfico, estágio e seu canal no youtube. A página no Facebook, que começou há pouco mais de um ano, em que ela posta diariamente seus quadrinhos e até algumas animações, cresce de forma orgânica a cada dia. Para ela, o sucesso que seus desenhos vêm alcançando está relacionado à simplicidade dos seus traços e a despretensão dos personagens que apenas traduzem suas próprias vivências e questionamentos existenciais. Seus traços e personagens chamaram a atenção da editora Livros Ilimitados, que a convidou para publicar uma coletânea de suas tirinhas. O próximo passo de Camila é dar vida aos personagens e ter sua própria animação.

F30

Ilustralu

@Ilustralu ou Luiza de Souza nasceu e se criou no Rio Grande do Norte, formou-se em Comunicação e largou a vida de agência para trabalhar com ilustração. Publicou a HQ Contos Rabiscados para Corações Maltrapilhos (2014) Marcela, Mulher, Melhore! (2015), iniciou a webcomic Os Cool Kids (2016) e lançou o zine O Inventário Amoroso de Marcela (2017). Na CCXP, além de zines, pôsteres e bottons, fanarts, vai rolar o lançamento do zine A Casa Cheia de Portas.

Natália Prata

Formada em Arquitetura e Urbanismo, ilustradora e esportista de jogos de tabuleiro nas horas vagas. Começou a desenhar desde criança e nunca mais parou. Amante de pássaros, sonha em ter um bando de calopsitas para lhe fazer companhia enquanto trabalha. Suas maiores referências e fontes de inspiração são quadrinhos e animações, especialmente as japonesas. Gosta de desenhar garotas fofinhas e fortes, e luta por uma melhor representação feminina nesse meio.

F32

Sirlanney

F33

Dharilya

Cearense, autora de “Amanita” e “A Lojinha Mágica de Medos” da coleção Relicário HQ, indicada ao HQ MIX em 2016. Em seus trabalhos explora temas de terror e fantasia, e esse ano vai lançar seu novo quadrinho independente “Candy Machine”.

F34

Érika Ferreira

Graduada em Artes Plásticas pela UFPE, Érika Ferreira é Artista de Games e Ilustradora, está há 7 anos no meio artístico profissionalmente. Atualmente trabalha na Manifesto Games como artista de games, e também é ilustradora frellancer. Dedica-se às artes digital e manual, desenvolvendo personagens e ilustrações para diversas mídias.

F35

Clari Cabral

Tem 23 anos, mora em Recife e é ilustradora formada em design pela UFPE. Ama livros infantis, dinossauros, aliens e mistérios da humanidade. Apesar da inclinação para desenhar coisas fofas e coloridas, gosta de explorar vários estilos de ilustração, sempre está testando coisas novas e mídias diferentes. Boa parte do seu trabalho é digital, mas ama se aventurar por aquarela, gravura, paper art e, recentemente, bordado. Gosta de ilustração editorial, ama character design e concept art, se apaixonou por arte sequencial (storyboard, quadrinhos) e é a doida das estampas. Faz parte do Mandíbula, página no facebook que posta o trabalho de mulheres quadrinistas e também integra o Coletivo Criatura, selo do Segredos Malditos, canal áudio dramas de terror.

F36

Amanda Aquino

Amanda Aquino é graduada em design pela UFPE, atualmente cursando mestrado na mesma área. Já trabalhou como ilustradora e/ou animadora em empresas publicidade, games e produção audiovisual como: Ogilvy Recife, Joy Street, Carnaval Filmes, Viu Cine e agora está na Manifesto Game Studio. É apaixonada por animação, mangás, trilhas sonoras de animes, café e recentemente adotou uma calopsita.

Azuo

Professora de Desenho Técnico e Artístico. Estudante de Licenciatura em Expressão Gráfica [UFPE]. Estagiou como mediadora, oferecendo cursos de ilustração para a Prefeitura do Recife, e como ilustradora em empresas de jogos educativos. Atualmente trabalha como ilustradora freelancer.

F37

Renata Nolasco

Renata Nolasco é formada em Comunicação Social – Jornalismo e atua na área de ilustrações e quadrinhos desde 2014, sendo autora de quadro HQs lançadas em formato de fanzine durante esse período, um livro de colorir chamado “Minas para Colorir” e de dois encadernados – dentre os quais se destacam “Ei, onde estão os grandes quadrinhos feitos por mulheres?” e “Silêncio = Morte”. Nolasco também fez parte da editoria da Revista Farpa e participou de antologias como Amor em Quadrinhos, Alpaca Zine e A Samurai – Primeira Batalha. Na CCXP 2017 lançará uma prévia de sua primeira graphic novel, “Só Ana”.

Renata Rinaldi

Mineira, publica quadrinhos desde 2013, atualmente vive e estuda Artes em Brasília. Foi Indicada ao Prêmio HQMIX 2017, na categoria Novo Talento Desenhista. É ilustradora freelancer, quadrinista integrante do selo PAGU, desenhista do título semestral D.A.D.A. publicado no Social Comics através da Editora Cândido, também é Integrante e fundadora do coletivo de mulheres quadrinistas: Mandíbula. Em suas jornadas solo lançou de forma independente: Labirinto em Linha Reta; Last Rose; Cadafalso; Share with me; Hey, Look Around! e Diário de quando éramos estrelas. Atualmente está produzindo mais histórias de: O Pequeno Bapho (Baphomet). Sendo os próximos lançamentos: YAKI e The Secret Garden. Você pode acompanhar sua jornada na página do Facebook e no Instagram: @tintaderaposa. Entre um rolê e outro, gosta muito de assistir a desenhos e tomar chá. <3

F38

Sapo Lendário

Sapo Lendário, um casal de ilustradores e designers pernambucanos que trabalham com técnicas desde o modo tradicional ao digital em seus projetos há pouco mais de 4 anos. A maior intenção é unir os estilos, que se transforma num novo traço apresentando os pontos mais fortes de cada um. Neste Artists’ Alley apresentarão novos materiais.

F39

Catharina Baltar

Catharina vem trabalhando na área criativa há mais de 6 anos, ilustrando livros e criando gráficos para jogos digitais. No seu tempo livre faz pinturas em aquarela, que é sua técnica preferida, e também cria quadrinhos autorais independentes. Sua primeira publicação, Cerulean, foi lançada em 2016, totalmente ilustrada com aquarela. Esse ano lançará seu segundo quadrinho, Lacrimosa, na CCXP. Ele também é todo ilustrado com aquarela, lápis de cor e gouache.

Crow

Crow (Diana Doria) é uma brasiliense de 23 anos que desde criança sonhava em viver criando e desenhando histórias. Aventurou-se pela literatura e pelos quadrinhos, mas escolheu os jogos digitais como mídia favorita. Atualmente trabalha com concept art para jogos, e estuda design na UnB.

F44

Aquele Eita

Raquel Segal é carioca, publicitária e criadora da página “Aquele Eita”, onde posta (quase diariamente) tirinhas sentimentais para todo tipo de bad. Iniciante no ramo dos quadrinhos, levará dois lançamentos para a CCXP 2017: “Um Anjo que Latia”, onde conta histórias que viveu com seu primeiro cachorro; e “Seria Cômico Se Fosse Cômico”, coletânea de tirinhas de humor.

G09

Melissa Garabeli 

Nascida no interior do Paraná, Melissa se dedica aos pincéis e aos bichos. Faz quadrinho, livro infantil, livro ilustrado e, vez ou outra, inventa universos de aquarela.

G11

Malika

É quadrinista, cursou o quarto período na escola de belas artes em Marrocos, seu contato com lápis e papel iniciou muito cedo e logo suas artes estavam ganhando os Marroquinos com vendas de belas artes em quadros. Após isso, fez quadrinhos para a empresa INWI de comunicação, retratando A série SWITCHERS. Quadrinizou o roteiro do francês Jean-François em uma bela arte de quadrinhos com o título LAMSARI. Também participou de exposições e festivais em Marrocos, Argélia e Brasil.

G15

Andressa Prado

Animadora e desenhista, atualmente intercala seu tempo trabalhando para a Lightstar Studios e estudando character e quadrinhos. Influenciada pelas animações da Disney e do Studio Trigger, decidiu seguir carreira em animação. Na CCXP deste ano, levará vários prints com suas artes, além de estar lançando a zine “4 Estações”, em parceria com sua amiga K. Rupenian.K. Rupenian

Cenarista e ilustradora desde 2015. Atualmente trabalha na Supertoons como cenarista. Formada em animação pela Anhembi Morumbi e não posta regularmente seus trabalhos pessoais nas redes sociais, porém sempre em algum momento, dá o ar da graça. Levará para o evento sua zine, sobre os espíritos das quatro estações, em conjunto com a sua amiga, Andressa.

G16

Cinthia Saty Fujii

Cinthia Saty é ilustradora nascida em 1987 na cidade de São Paulo. Focada em desenvolvimento visual para animação (cenários, props e personagens), já trabalhou com ilustração para publicidade e Ilustrou os livros infantis “As Crianças das Estrelas” e “Borbocleia” pela editora Hércules. Em 2016 estreou nos quadrinhos participando como uma das ilustradoras da HQ Cemitério dos Sonhos (Editora SESI/Quanta), do autor português Miguel Peres. Também faz tirinhas autorais sobre a maternidade (maternidade sincera). Atualmente trabalha como ilustradora na Tv Pinguim, desenvolvendo personagens e props para séries animadas. http://cinthiadynamite.tumblr.com/ http://facebook.com/cinthiadynamite http://instagram.com/dynamitecinthia

Verônica Berta

Verônica Berta é formada em design gráfico pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e atua como designer e ilustradora desde 2011. Teve formação em desenho na Quanta Academia de Artes e mais tarde fez curso superior de desenho acadêmico na Ecole Emile Cohl (Lyon, França). Atualmente, trabalha como ilustradora e storyboarder no mercado publicitário e cinematográfico; participa da realização e produção de projetos culturais na área de ilustração e quadrinhos e é integrante do coletivo Tartofrese de publicações independentes.

G18

Fabiana Shizue

Desde 97 trabalha como ilustradora, criando para editoriais, revistas e livros de moda, campanhas, estampas, livros infantis, juvenis e didáticos, sites, games etc. Hoje trabalha parte do tempo com criação de cenários e direção de arte na produtora TV Pinguim que produz animações para TV e cinema. E também em seu estúdio como freelancer para livros e sites. Em algum intervalo faz ilustrações pessoais, normalmente em nanquim e aquarela e aplica em alguns produtos como sketchbooks, canecas, calendários, camisetas e pôsteres. Participa de algumas feiras durante o ano. Esta será sua terceira participação na CCXP em SP. Ano passado lançou o livro autoral Porco Anjo que participou da BIB em Bratislava este ano. Em dezembro lançará um novo livro, chamado Mila, com o texto de seu amigo Paulo Renato.

G30

Julhelena

Júlia Helena é quadrinista e ilustradora de Belo Horizonte – MG. Começou a publicar em 2014 através da página “Julhelena” e desde então tem participado de feiras e eventos no circuito de publicações independentes de Belo Horizonte. Em 2015 publicou o zine “Alguém Comeu Meu Brócolis – O Retorno”, uma compilação das melhores e piores tiras da página. Iniciou uma campanha de financiamento coletivo continuado em 2016 e em 2017 teve sua primeira HQ financiada pelo Catarse, “Nave”, que teve 217 apoiadores e é um dos lançamentos para a CCXP 2017.

G33

Cora Ottoni

Formada em Comunicação Visual Design pela UFRJ, Cora Ottoni trabalha na equipe de arte do Copa Studio atuando no desenho animado “Irmão do Jorel”. No tempo livre ela produz tirinhas que falam de sobre seus podres, vergonhas que passa, foras que leva, derrotas da vida e algumas vitórias de vez em quando. É autora do quadrinho de ficção científica infanto juvenil com uso de realidade aumentada “Os Zeladores do Tempo”, publicado em 2016. Na CCXP vai lançar a coletânea de tiras “Corenstein”, publicação independente financiada pelo Catarse.

Marina Vasconcelos 

Marina Vasconcelos é integrante da equipe de arte do Copa Studio, trabalhando no desenho animado Irmão do Jorel. Em seu tempo livre cria universos fantásticos, personagens mágicos e imagens cheias de cores e fofura. Quem quiser passar em sua mesa para ver umas artes ou conversar sobre filmes trash fica aí o convite! Instagram: @hiei_loves_you

G36

Luísa Furukawa

Luísa Furukawa trabalha desde 2013 com storyboard para projetos de animação como Sítio do Pica-Pau-Amarelo, Meu AmigãoZão, Dino Aventuras, Bolas de Botas, Meu Tio José e Tropa Troco. Além disso, também atua como ilustradora em projetos nacionais e internacionais como a série de ilustrações ‘Lola Moments’ para a empresa Lola e Lena Dunham, nos Estados Unidos. Dedica-se à produção autoral de quadrinhos, como o projeto Nanda e Momo e animação para projeto Gem Animate 2, uma reanimação do episódio ‘The Answer de Steven Universe’.

G37

Gio Guimarães

Giovanna rabiscava papéis – e paredes – desde criança. Cursou Psicologia, Artes Visuais e Cinema e mergulhou fundo no mundo da ilustração, quadrinhos e animação, suas paixões. Entre outros trabalhos, colorizou quadrinhos e criou capas e séries de cards para o mercado americano, trabalhou em longas-metragens e séries de animação como Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas e Irmão do Jorel no Rio de Janeiro e ilustrou para livros e jogos. Atualmente reside em São Paulo, trabalhando como ilustradora sênior na Cool Mini Or Not, onde cria artes para games. Desenvolve projetos pessoais de quadrinhos e animação e não consegue decidir se é mais viciada em Wacon e bytes ou em tintas e papéis. Na CCXP 2017 lançará “A Música de Erich Zann”, quadrinho todo pintado em aquarela adaptando um conto do mestre Lovercraft, e preview de suas tirinhas Gattoria!

G38

Senhoritas de Patins

“Senhoritas de Patins” é um estúdio independente de quadrinhos e ilustração fundado em 2014. As mentes conspiradoras desse projeto pertencem às amigas: Fabiana Signorini e Kátia Schittine! Ambas são formadas em Cinema de Animação pela UFMG. Elas adoram desenhar e criar novas histórias e fazem trabalhos colaborativos de quadrinhos desde 2003! O nome “Senhoritas de Patins” é uma brincadeira com as traduções literais dos sobrenomes das artistas.

H01

Hanna Seabra

Ex-estudante de design gráfico, atualmente trabalha como tatuadora e ilustradora freelancer. Flerta com o estudo de design de personagens, concept art e design de cores, além de outras áreas ligadas à pré-produção da animação. Apaixonada por livros de anatomia, cores saturadas e formas exageradas, procura incorporar na tatuagem elementos presentes na arte digital. Gasta boa parte de seu tempo livre lendo histórias de terror, procurando personagens interessantes e criando estudos sobre eles. Acredita que a diversidade é um dos fatores que mais traz riqueza e dimensão para uma produção criativa, e tem grande interesse por obras que demonstram essa preocupação. Pensa muito sobre Overwatch e animações dos anos 90.

Dokirosi

Recém-formada em Design pela Puc-Rio, trabalha como freelancer e este ano está publicando o primeiro volume de seu quadrinho autoral. Encantada por ilustração e comics, vê nos quadrinhos um ambiente muito rico e acessível para abordar questões que precisam ser discutidas de maneira leve, imaginativa e interessante. e também, completamente apaixonada pela série animada “Steven Universo”, por suas características positivas sobre uma maior diversidade na representação de mulheres na mídia.

H03

Anna Charlie

Anna Charlie é fruto do trabalho da Anna Maeda como ilustradora. A artista gosta de contar pequenas histórias e sentimentos por linhas e cores. Anna aplica suas criações em diversas superfícies, como canecas, pratos decorativos, e no bom e velho papel.

Lorena Kaz

Lorena Kaz é carioca, formada em design pela PUC-Rio. Já ilustrou para a Folha de SP e Revistas Recreio, Gloss, Saúde, Runner’s world e Sesc, entre outras. Também ilustrou os livros infantis “O museu da Emília”, ed. Globo e “A princesa Preguiçosa e o príncipe Acordadão”, ed. 5W. Atualmente vive em SP e divide seu tempo entre a ilustração de livros didáticos e os projetos pessoais, como a página do facebook “Uma lhama por dia”, que deu origem ao livro “Uma lhama no cinema”, ed. Conrad e o projeto “Morrer de amor e continuar vivendo” que gerou o livro homônimo e traz histórias em quadrinhos que tratam de relacionamentos e dependência emocional. Lorena também é autora da “Coleção Sketchbook”, ed. Criativo e lança ainda em 2017, como ilustradora, o livro “Duas minhocas e uma festa”, ed. R&F e em 2018 os autorais “Minha casa” e “meio inteiro”.

H09

Animadora do Combo Estúdio, ilustradora freelance e eterna amante de cultura pop, seja no Rio de Janeiro (onde mora) ou exilada em Delta Vega, vai estar sempre carregando um sketchbook e marcando uma pizza pra mais tarde. Seu trabalho gira em torno de temas como o espaço e a natureza, buscando dar ênfase em cores vivas, simplicidade e formatos fluidos. Já trabalhou ministrando workshops de ilustração de flores e processos criativos em faculdades de design (ESDI e UFF) e entre os clientes estão empresas como a Faber Castell e a Globosat.

H12-13

Limetown Studios

A Limetown é um estúdio de ilustração e concept art fundado em 2011 por Amanda Duarte e Gustavo Lima, com o objetivo de trazer soluções criativas e impactantes para as mais diversas áreas da comunicação visual, especialmente os mercados de games, livros e publicidade. O portfólio da Limetown conta com mais de 40 jogos publicados para as mais diversas plataformas; sem contar a atuação do estúdio nos mercados de publicidade e editorial, criando para campanhas de alcance nacional e ilustrando material didático para algumas das maiores editoras do país.

H29

Debora Santos

Integrante do coletivo de impressos Netuno Press, publicou os quadrinhos Pombos! e Lua Cheia. Também participou da revista Café Espacial #16 e tem dias que, entre um freela e outro, dá aulas de desenho. Na CCXP vai lançar o quadrinho SAPACOCO, com roteiro de Márcio Moreira.

H32-33

Lu Caffagi

H44

Bianca Pinheiro

Bianca Pinheiro é autora da série Bear, que começou a ser publicada pela Editora Nemo em 2014 e hoje está em seu terceiro volume. É também responsável pela Graphic MSP da Mônica intitulada Força, lançada em 2016, e pelas HQs independentes “Dora” e “Meu pai é um homem da montanha”. Ganhou em 2015 o Troféu HQ Mix de “Novo Talento – Roteirista”.

Primeiro capítulo de Carrion Song será lançado na CCXP 2017!

A CCXP 2017 já é semana que vem e, como vocês podem perceber, uma das nossas partes preferidas aqui no Collant é o Beco dos Artistas. Há vários artistas incríveis, inclusive mulheres, disponibilizando seus quadrinhos e trabalhos. Aqui vai uma sugestão para você que não sabe direito o que comprar por lá.

Carrion Song é um história em quadrinhos independente criada por Gabriela Birchal. O primeiro capítulo da história será lançado na CCXP 2017, na mesa D39 no Artist’s Alley, e conta a história de Corvo.
Corvo é uma mercenária amaldiçoada em busca de alguém muito importante para ela. A máscara é o estigma de sua maldição, o que a torna um pária. Ao receber um trabalho particularmente incomum, ela se vê acompanhada pelo bardo e mercenário Dorian, e deve adentrar uma torre para caçar uma terrível besta chamada Arque Lobo. No entanto, a caçada se mostra mais complicada do que o prometido e ambos deverão sair de uma cilada.
Gabriela é uma ilustradora e artista de concept e trabalha para video games, jogos de tabuleiro, capas de livro, dentre outros. Em 2017 resolveu voltar às raízes e escrever uma história própria. O primeiro capítulo foi feito de forma independente e, para a continuação da história, Gabriela conta com a ajuda de apoiadores no Patreon, uma plataforma na qual os criadores mantêm contato direto e oferecem conteúdo exclusivo para os fãs.
Se você não puder ir no evento, mas ainda estiver interessado no quadrinho, ele será vendido no http://gabrielabirchalart.iluria.com/
Título: Carrion Song
Autor: Gabriela Birchal
Formato: 17x26cm
Número de páginas: 36
Lançamento: Durante a CCXP 2017 nos dias 07,08,09 e 10 de Dezembro
Sites:

Cinco Garotas Adolescentes que Viajaram no Tempo!

A cultura pop está recheada de histórias sobre viagens no tempo. O que aconteceu no passado pode ser mudado? E o futuro, podemos mudá-lo também? Quais as consequências disso? Devemos evitar as grandes tragédias das gerações anteriores, ou deixar a história seguir o seu rumo? Todas essas perguntas aparecem em diferentes situações por um monte de universos ficcionais. E a gente adora!

Apesar de adorar trama com viagens no tempo uma coisa sempre me incomodou: são poucas as mulheres que realmente fazem esses passeios. Quando falamos sobre garotas adolescentes então, fica ainda mais difícil achá-las, mesmo em YA’s de sci-fi! Ainda assim, existem algumas garotas adolescentes que fizeram essas viagens não apenas como acompanhantes, mas como agentes centrais da história e de mudanças. Compilei algumas delas numa listinha que tem garotas viajantes do tempo para todos os gostos.

Kitty Pride – Dias de Um Futuro Esquecido

Em uma das fases mais clássicas dos X-Men, e que inspirou o último filme da franquia, Kitty Pride vivem num futuro distópico onde os mutantes estão presos em campos de concentração. Kitty então transfere a sua mente para uma versão mais jovem de si mesma e com a ajuda dos X-Men precisa evitar um momento crucial e fatal que serviu de estopim para a histeria anti-mutante. Tecnicamente é a Kitty adulta que viaja, mas como toda a ação principal acontece enquanto ela é adolescente, entrou na lista! Quando a história foi adaptada para o cinema ao invés de mandar a mente dela mesma, Kitty mandou a mente de Wolverine de volta para o Logan da década de 70.

Aqui no Brasil a Panini lançou a versão em quadrinhos (que você consegue comprar aqui), e a Novo Século lançou a novelização da saga (que você consegue comprar aqui).

Kate – Trilogia Chronos: Viajantes do Tempo

Imagina descobrir que a sua avó é uma viajante do tempo. E não só isso, que ela nasceu no futuro, de lá trouxe a tecnologia e que os segredos da sua família podem não só te transformar numa viajante no tempo, mas também te tornar responsável por impedir um desastre eminente? Kate é determinada a conseguir – e descobrir – tudo que ela quer, mesmo quando todos a sua volta aconselham o contrário. Mas como estamos falando de viagem no tempo ela precisa tomar muito cuidado para não alterar não só o futuro como conhecemos, mas para não apagar a sua própria existência. Chronos é um YA cheio de aventura, mistérios e romance!

O livro Chronos: Viajantes do Tempo, da autora Rysa Walker, é o último lançamento da DarkSide Books no selo Darklove. Você pode comprá-lo aqui.

Hagome/Kagome – Inuyasha

Imagina que um dia você cai, sem querer, num poço e quando se dá conta está na Idade Feudal Japonesa, uma era em que mulheres tinham ainda menos direitos e que, pra piorar tudo, está infestada por Yokais (demônios)? Eu pularia de volta no poço para nunca mais voltar, mas como Hagome não sou eu, ela não só fica num eterno ir e vir como também leva o almoço que a mãe dela faz para os amigos de outra era e assume uma posição central na luta contra os yokais. Inuyasha é bastante centrada no personagem título, mas eu sempre achei formidável o modo como Hagome caminha livremente entre uma era e outra, sem grandes preocupações e sempre correndo imenso risco de vida.

Puella Magi Madoka Magica

Eu não vou revelar qual personagem viaja no tempo porque esse é parte do mistério do anime, mas eu vou sempre pegar qualquer oportunidade para indicar um dos melhores desenhos que eu assisti em muito tempo. “Sailor Moon da bad infinita” é, talvez, o melhor resumo do que é Madoka Mágica. Uma série de garotas mágicas com uma pegada bem mais violenta, um tom mais macabro e realista, e uma animação inovadora, Madoka traz viagem no tempo como um recurso de narrativa que ajuda a sustentar a inevitabilidade trágica que é ser uma Garota Mágica em um universo que não é gentil como o da princesa da lua.

Você consegue assistir Madoka Magica no Netflix Brasil.

Max – Life is Strange

Depois de salvar acidentalmente a colega Chloe da morte, Max percebe que tem o poder de viajar no tempo. Inicialmente as viagens duram poucos segundos, que ela usa para mudar pequenos eventos, mas a medida que o jogo vai avançando, os poderes dela também vão aumentando. Max é uma adolescente introvertida e com poucos amigos, mas as escolhas do jogador acabam gerando mudanças nela e em suas relações. Ela entende a responsabilidade que tem com esse poder, mas acaba entrando em varias situações, inclusive algumas que saem de seu controle, culminando em decisões complexas. As escolhas de Max afetam tanto a sua vida, quanto a vida das pessoas ao seu redor, sendo que cada pequeno evento mudado pode alterar completamente a linha do tempo em que ela se encontra.

Life is Strange está disponível para Playstation, XBox e PC.

Consegue se lembrar de mais alguma garota adolescente que saiu por aí mexendo pelo tempo? Manda pra gente nos comentários!

Até mais! 😉

Este post é um oferecimento da Darkside Books.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sombras Urbanas – Novo RPG da Aester Editora entra na reta final de financiamento coletivo!

Um mundo sobrenatural repleto de conspirações, horror, prédios e arranha-céus povoado por vampiros, lobisomens, magos e seres feéricos. É dentro desse universo, que procura mostrar como o seu personagem vai se corrompendo cada vez mais, que acontecem as aventuras de Sombras Urbanas.

Nas palavras do release:

Sombras Urbanas é um RPG de fantasia urbana desenvolvido para lançar as personagens em um mundo mais sombrio que o nosso. Um mundo onde vampiros, lobisomens, magos, seres
feéricos e outras criaturas não só existem, mas andam por aí, tramando nas sombras. O jogo traz histórias em que as personagens encaram escolhas difíceis e, a cada caminho que se escolha trilhar, existem perigos, riscos, manipulações. A cada noite, as sombras que cobrem este mundo arrastam a todos com mais força para a escuridão. E como tudo nesse mundo, todas as personagens têm a sua própria sombra – magos e sua sede de poder, vampiros e sua sede de sangue, faes divididos entre este mundo e aquele a que verdadeiramente pertencem. O caminho fácil leva ao poder, mas o preço vale a pena?

Deixa eu ser bem direta aqui: eu não jogo RPG, então eu pouco posso dar uma opinião informada sobre o assunto. Mas eu queria falar sobre alguns pontos de construção de universo e narrativa que me chamaram atenção pelo que eu pude sentir da história do jogo.

Primeiro, eu adoro quando fantasia se mistura com a vida comum, por isso vampiros, lobisomens e principalmente os seres feéricos caminhando por um mundo como o nosso me chama atenção logo de cara. Esse, inclusive, é um tema que deve estar vindo a tona nos próximos meses com o lançamento de Bright, filme da Netflix estrelado por Will Smith e dirigido por David Ayer (Esquadrão Suicida, Dia de Treinamento).

Outro ponto que eu achei interessante é o fato do jogo ser focado em mostrar o quão corruptível o seu personagem é – quanto mais corrupto, maior é o seu poder. Olhando por cima pode parecer algo direto e até negativo, mas personagens e histórias bem construídas nem sempre são focadas apenas em características positivas. Fiquei curiosa para saber como as minhas escolhas vão avançar a história, e os tipos de discussões que uma narrativa assim pode abrir sobre poder e moral.

A Aster é uma editora independente capitaneada por duas mulheres, o que por si só já é muito legal. Mas não para por aí, elas fazem questão de trabalhar com ilustradores brasileiros e que tenham um trabalho bem diverso – fugindo do padrão branco bombadinho que a gente normalmente vê em universos de fantasia mais tradicionais. Isso já fica bem evidente nos cards dos personagens.

O jogo, que usa o sistema Apocalypse World Engine, fica em financiamento coletivo até o dia 08 de Dezembro, então você ainda pode garantir a sua edição completa (de 150 à 170 reais), edições menores (a partir de 65 reais) ou as edições digitais (a partir de 20 reais). Há também recompensas pra quem quiser apoiar com 10 ou 15 reais. Corre lá, garanta o seu ou compartilhe na sua rede – bora incentivar o trampo de mulheres! 😉

Bad Omen 2: Spitfire, de Alice Monstrinho, será lançado na CCXP 2017!

Há muita coisa para ver no Artist’s Alley da CCXP, inúmeros artistas talentosos, quadrinhos com histórias interessantes e artes que dá vontade de levar todas. Nós aqui no Collant sempre tentamos incentivar mais os trabalhos das mulheres que estão lá. Caso você esteja procurando por algo mais voltado para o terror, com lobisomens e brigas sangrentas, deixa eu te sugerir o Bad Omen.

Ano passado eu comprei e li o primeiro volume do quadrinho da Alice Monstrinho. Bad Omen começa contando a história de Kanayla, uma lobisomem que precisa lidar com os vampiros atacando a sua matilha. O quadrinho tem influência nos RPG de mesa de World of Darkness (Vampiro: A Máscara, Lobisomem: O Apocalipse, etc), e também de literatura de terror, como Edgar Allan Poe e Lovecraft.

A história tinha me ganhado quando eu soube que envolvia vampiros e lobisomens, mas mesmo tirando meu gosto pessoal por essas criaturas, é um quadrinho bom de ler. Além de ser curto, a protagonista tem uma jornada interessante, seu jeito sem paciência e desbocado deixa a história ainda mais divertida.

O segundo volume vai contar o passado de Barry, um caminhoneiro misterioso que aparece no primeiro quadrinho. Além disso, este volume vai contar com uma galeria de 11 artistas convidados, entre eles Alex Shibao, Priscilla Prips, Pietro Antognioni e André Meister.

Para quem ainda não tem o primeiro volume, a autora também vai estar vendendo a segunda edição dele na CCXP, com algumas mudanças e um making-off explicando o processo de criação de Alice Monstrinho. Eu recomendo muito que, caso você curta esse tipo de história, dê uma passada na mesa D39 e dê uma conferida no trabalho da Alice!

Bad Omen 2: Spitfire (segundo volume)
Lançamento: 06/12/2017
Autores: Alice “Monstrinho” Grosseman Mattosinho
Roteiro: Alice “Monstrinho” Grosseman Mattosinho e Humberto Garcia
Arte: Alice “Monstrinho” Grosseman Mattosinho
Formato: 17cm x 25,5cm
44 páginas, miolo preto-e-branco
Preço: R$30,00
Aonde comprar: Mesa D39 do artists’ alley da Comic Con Experience, de 6-10 de dezembro de 2017. Posteriormente online através do site rebelhound.weebly.com
Classificação indicativa: 14 anos (contém violência e linguagem imprópria)

Bad Omen (primeiro volume)
Lançamento: 01/12/2016 (primeira edição) e 06/12/2017 (segunda edição revisada)
Autores: Alice “Monstrinho” Grosseman Mattosinho
Roteiro: Alice “Monstrinho” Grosseman Mattosinho e Humberto Garcia
Arte: Alice “Monstrinho” Grosseman Mattosinho
Formato: 17cm x 25,5cm
40 páginas, miolo preto-e-branco
Preço: R$30,00
Aonde comprar: Mesa D39 do artists’ alley da Comic Con Experience, de 6-10 de dezembro de 2017. Posteriormente online através do site rebelhound.weebly.com
Classificação indicativa: 14 anos (contém violência e linguagem imprópria)

Sobre a autora:

Alice é uma artista de Florianópolis que adora monstros e busca dar um toque de estranheza, extraordinário e animalesco em tudo que faz. De criaturas radioativas a lobisomens, busca deixar sua marca monstruosa nesse mundo. Apaixonada por jogos eletrônicos desde criança, trabalhou como produtora de conteúdo no Portal Versus, na época o maior site sobre jogos de luta da América Latina, e no portal de notícias Garotas Geeks, que engloba matérias, cobertura de eventos geeks e vídeos de uma maneira divertida e informativa.
Fundadora do estúdio Rebel Hound em 2014, que fornece serviços de arte 2D, e formada em design de jogos pela Univali, trabalha com criação de personagens, concept art, quadrinhos e ilustração para diversas áreas de entretenimento há mais de 7 anos.
Já lançou duas publicações independentes: o artbook para colorir bilíngue Radioactive! e a história em quadrinhos de ação e terror Bad Omen, na temática de vampiros e lobisomens, que terá seu segundo volume – Bad Omen 2: Spitfire – lançado na CCXP em dezembro de 2017. A artista também leciona palestras e oficinas de pintura digital e criação de personagens em eventos como Campus Party, Olhares múltiplos Univali, SENAI, Bienal de Curitiba, Empreende Nerd e The Developers Conference.

Darkside Books lança Chronos: Viajantes do Tempo. Prepare-se para essa viagem!

Viagem no tempo é um assunto que sempre fascinou muitas pessoas, há inúmeras histórias sobre isso. Mesmo quando esse não é necessariamente o foco da narrativa, há aquelas que usam esse elemento em algum momento. Bom, se você é uma das pessoas que, assim como eu, curte viagem no tempo, o novo lançamento da Darkside vai te interessar bastante!

Chronos: Viajantes do tempo conta a história de Kate, que descobre que a avó é uma viajante no tempo. Como se não fosse o bastante, um alteração na linha temporal faz com que os pais de Kate sumam, então ela entra nessa aventura de voltar no tempo e impedir um homicídio que pode ser a solução para resolver tudo. O problema é que, como nós já sabemos, viagens no tempo sempre possuem custos altos e o risco de acabar com o presente que conhecemos.

A autora do livro é Rysa Walker, escritora americana. Chronos: Viajantes do tempo é o seu romance de estreia. Esse é o primeiro volume de uma trilogia, que também foi ganhador do prêmio Amazon Breakthrough Novel Award em 2013, além de ser muito elogiado pela crítica.  

Eu costumo dizer que viagem no tempo é um recurso narrativo que, apesar de ser muito divertido, também pode ser muito complicado. As regras das linhas temporais variam de acordo com o universo. Em Efeito Borboleta e Life is Strange, cada fato mudado afeta diretamente o futuro, já em Game of Thrones não importa o que você faça, nada poderá ser mudado. Então é fácil que o autor se perca nessas mudanças temporais, ainda mais quando isso é colocado junto de outros elementos. Rysa Walker não tem medo de juntar a viagem no tempo com uma investigação de assassinato, sempre tomando cuidado com as referências históricas.

Chronos: Viajantes do tempo também tem protagonismo feminino, a maioria dos personagens que viajam no tempo na ficção são homens, então é sempre bom ver uma mulher tomando esse espaço.

O livro tem 320 páginas, com aquela capa dura e linda da Darkside que todos amamos. A tradução foi feita por Fernanda Lizardo.

Para todos que já querem entrar nessa viagem, o livro já está disponível na Amazon!

Liga da Justiça | Crítica

Depois de muita expectativa, polêmica e notícias importantes durante a produção do filme, Liga da Justiça estreia com muito peso nas costas. Desde BvS, o público sempre se dividiu muito quando o assunto é a qualidade do universo cinematográfico da DC, por mais que a crítica, em sua maioria, concorde que os filmes têm uma qualidade abaixo do esperado. Tirando Mulher-Maravilha, a DC não anda com muita sorte no cinema.

Com os acontecimentos do final de BvS, o mundo ainda está de luto pela morte do Superman. Batman está tentando juntar os super-heróis para enfrentar uma ameaça que está chegando e vai destruir o planeta. Junto com a Mulher-Maravilha, depois do ataque contra as amazonas, a Liga da Justiça começa a se formar de verdade para trabalhar juntos.

Não é segredo para ninguém que, tirando Mulher-Maravilha, dessa nova fase da DC eu não gosto de nenhum dos filmes. Desde o começo do ano tenho falado que os próximos longas tinham que seguir mais o formato Mulher-Maravilha e menos, mas bem menos, os de BvS e Esquadrão Suicida. Eu vejo sim alguma melhora de Liga da Justiça se comparado a esses dois, mas o longa ainda precisava de várias coisas para se tornar uma história melhor.

Liga da Justiça pula de uma cena para outra, muitas vezes em um ritmo tão rápido que mal dá para entender o que está acontecendo. Eu ainda estou tentando entender certas motivações do vilão, que é raso e nada interessante. Imagino que, para quem já está familiarizado com o universo da DC, seja mais fácil entender o que está acontecendo, mas novamente digo que os filmes precisam atingir todo o público, tanto o que consome quadrinho quanto o que não leu nada, então isso é uma falha.

Há sim momentos de exposição, alguns até ajudam o público a entender melhor o que está acontecendo, mas outros parecem jogados, com diálogos quase forçados, pecando novamente para aquele lado de favorecer um momento legal, não uma cena que faça sentido. Há certos acontecimentos que aparecem e nada no filme se dá ao trabalho de explicar o motivo, sendo que algumas coisas são até esquecidas e resolvidas como se fossem nada. Em defesa do filme, os buracos em BvS e Esquadrão Suicida eram mais gritantes, mas isso infelizmente não significa muita coisa.

Liga da Justiça também apresenta três novos personagens para o universo da DC no cinema: Aquaman, Flash e Ciborgue. Eles até têm seus momentos de destaque. O Aquaman fica muito de lado, tendo pouco espaço para dar qualquer chance do personagem crescer. Há um momento que pode indicar um passado, uma motivação, mas muito pequeno para causar algum impacto. O Flash é divertido, ele funciona como alívio cômico e tem algum desenvolvimento interessante, talvez dos três é o que funcione mais. Ciborgue é, particularmente, um herói que eu curto bastante, e achei que ele começou bem. O filme me apresentou aspectos dele, como o herói pensava e abriu espaço para ele se desenvolver. O problema é que o roteirista não deve ter prestado atenção no desenvolvimento de personagem, fazendo com que, ao longo do filme, ele fosse tomando decisões que fossem contra o que ele tinha estabelecido antes.

Muito tem se falado do tom mais sério que seria deixado de lado pelo humor. Liga da Justiça ainda tem seus aspectos sérios, deixando a maior parte das piadas com Flash, Aquaman e até com o Batman. O problema é que isso é o de menos. Tanto faz a mudança no tom do clima, não é isso que torna um filme bom e a DC continua esquecendo desse detalhe. Mulher-Maravilha soube balancear muito bem, mas isso é algo que independe em Liga da Justiça, parece que as piadas são forçadas dentro da maioria das situações, por mais que na boca do Flash elas funcionem melhor.

O filme é visualmente bem bonito, com uma fotografia bacana e até cenas de luta que divertem. A câmera lenta volta a ser usada, mas dessa vez não foi algo que me incomodou. É só uma pena que eles tenham encontrado necessidade em focar a bunda da Mulher-Maravilha em um momento completamente aleatório, como também trocar as roupas das amazonas do último filme, que não tinha qualquer motivo plausível para isso.

A dinâmica de grupo funciona em certos momentos. É frustrante ver os personagens de repente ficando burros pela conveniência do roteiro, mas existem trocas ali e interações que ajudam o público a aproveitar o filme. Não acho que as conversas entre Batman e Mulher-Maravilha funcionem sempre, mas há certos elementos ali que tinham potencial. O Batman em si continua bem apagado e pouco convincente, mas ao menos a Mulher-Maravilha continua funcionando bem, chamando a atenção em suas cenas e sendo destaque.

Liga da Justiça tem momentos divertidos sim, ações legais e outros pontos que vemos melhora, mas para mim, no máximo é um filme mais ou menos. Há vários aspectos esquecíveis e outros bem mal acabados, mas não lembro de nenhum deles ser tão grotesco quanto Martha, então talvez estejamos avançando um pouco aí. Ainda gostaria muito que Liga da Justiça parasse de correr e olhasse mais para Mulher-Maravilha, mas quem sabe os próximos filmes de origem não deem mais material para melhorar o universo. Por enquanto, continuo achando que Liga da Justiça, mesmo com algumas coisas que funcionem, ainda precisaria de muito para melhorar.

Fiquem no cinema porque tem duas cenas depois dos créditos!