Sombras Urbanas – Novo RPG da Aester Editora entra na reta final de financiamento coletivo!

Um mundo sobrenatural repleto de conspirações, horror, prédios e arranha-céus povoado por vampiros, lobisomens, magos e seres feéricos. É dentro desse universo, que procura mostrar como o seu personagem vai se corrompendo cada vez mais, que acontecem as aventuras de Sombras Urbanas.

Nas palavras do release:

Sombras Urbanas é um RPG de fantasia urbana desenvolvido para lançar as personagens em um mundo mais sombrio que o nosso. Um mundo onde vampiros, lobisomens, magos, seres
feéricos e outras criaturas não só existem, mas andam por aí, tramando nas sombras. O jogo traz histórias em que as personagens encaram escolhas difíceis e, a cada caminho que se escolha trilhar, existem perigos, riscos, manipulações. A cada noite, as sombras que cobrem este mundo arrastam a todos com mais força para a escuridão. E como tudo nesse mundo, todas as personagens têm a sua própria sombra – magos e sua sede de poder, vampiros e sua sede de sangue, faes divididos entre este mundo e aquele a que verdadeiramente pertencem. O caminho fácil leva ao poder, mas o preço vale a pena?

Deixa eu ser bem direta aqui: eu não jogo RPG, então eu pouco posso dar uma opinião informada sobre o assunto. Mas eu queria falar sobre alguns pontos de construção de universo e narrativa que me chamaram atenção pelo que eu pude sentir da história do jogo.

Primeiro, eu adoro quando fantasia se mistura com a vida comum, por isso vampiros, lobisomens e principalmente os seres feéricos caminhando por um mundo como o nosso me chama atenção logo de cara. Esse, inclusive, é um tema que deve estar vindo a tona nos próximos meses com o lançamento de Bright, filme da Netflix estrelado por Will Smith e dirigido por David Ayer (Esquadrão Suicida, Dia de Treinamento).

Outro ponto que eu achei interessante é o fato do jogo ser focado em mostrar o quão corruptível o seu personagem é – quanto mais corrupto, maior é o seu poder. Olhando por cima pode parecer algo direto e até negativo, mas personagens e histórias bem construídas nem sempre são focadas apenas em características positivas. Fiquei curiosa para saber como as minhas escolhas vão avançar a história, e os tipos de discussões que uma narrativa assim pode abrir sobre poder e moral.

A Aster é uma editora independente capitaneada por duas mulheres, o que por si só já é muito legal. Mas não para por aí, elas fazem questão de trabalhar com ilustradores brasileiros e que tenham um trabalho bem diverso – fugindo do padrão branco bombadinho que a gente normalmente vê em universos de fantasia mais tradicionais. Isso já fica bem evidente nos cards dos personagens.

O jogo, que usa o sistema Apocalypse World Engine, fica em financiamento coletivo até o dia 08 de Dezembro, então você ainda pode garantir a sua edição completa (de 150 à 170 reais), edições menores (a partir de 65 reais) ou as edições digitais (a partir de 20 reais). Há também recompensas pra quem quiser apoiar com 10 ou 15 reais. Corre lá, garanta o seu ou compartilhe na sua rede – bora incentivar o trampo de mulheres! 😉

BGS 2017: Lista de games para jogar e se divertir na #BGS10

Semana de Brasil Game Show na Expo Center Norte em São Paulo e, nós, do time Collant estamos cobrindo as novidades de games e de desenvolvimento indie no Brasil que estão acontecendo pelo evento — além do Guardiãs na Pipoca ao vivo na BGS nos próximos dias. Por isso, tivemos o privilégio de visitar alguns stands no dia da imprensa (quarta-feira) e fazer uma lista de jogos de triple AAA famosinhos para prestar atenção esse ano na BGS.

Uncharted: The Lost LegacyPoster de Uncharted com as personagens Chloe Frazer e Nadine Ross

O exclusivo para PS4 está arrasando esse ano com duas personagens femininas E NÃO BRANCAS no papel principal, o que enche meu coraçãozinho de alegria. O cenário principal é a India, onde Chloe Frazer e a mercenária Nadine Ross buscam um artefato lendário para um cliente. Ao longo do jogo, acontecem altas tretas e elas deverão trabalhar juntas para sobreviver a um inimigo em comum.

O jogo já foi lançado em agosto, porém ele está disponível no stand enorme da Playstation para a galera que ainda não comprou.

Assassin’s Creed Origins

Poster de Assassin's Creed Origins com o fundo temático no Egito Antigo

Prepare-se, porque na Ubisoft está acontecendo uma viagem incrível para o Egito Antigo para conhecer o nascimento da Irmandade dos Assassinos em Assassin’s Creed Origins. Nós jogamos agora com Bayek e conheceremos como a sua jornada por vingança o levará até a Irmandade. Você vai poder vivenciar o modo história com tumbas, pirâmides e o jogo está incrível! O stand está muito bonito e temático, por sinal! <3

Cuphead

Poster de Cuphead com um Boss no fundo e os personagens Cuphead e Mugman à esquerda

A expectativa desde a BGS de 2015 foi saciada com Cuphead finalmente lançado mês passado. Só em outubro, o jogo teve 500 mil unidades vendidas na Steam. Então, se você gosta de referências de cartoons dos anos 30 e jogos desafiantes, você provavelmente vai amar/odiar Cuphead. No game, você é Cuphead – dá pra jogar com o Mugman também no modo multiplayer local – e você faz um pacto com o diabo enquanto apostava num cassino. Para aliviar seu pacto, você terá que caçar todas as almas que puder para o diabo durante as missões.

Você vai poder jogar Cuphead no stand da Xbox, do ladinho do stand da Playstation.

Star Wars: Battlefront II

Poster de Star Wars BattleFront 2

Após o Beta ser lançado para o público – e nem tanta gente assim poder testar no PC, assim como eu -, estávamos esperando jogar Star Wars BattleFront II nos consoles. No stand coletivo da EA + Capcom + WB Games você poderá desfrutar um pouco do que será o próximo jogo da franquia BattleFront.

Destiny 2

Poster de Destiny com três personagens com armas do game à direita

Seguindo a mesma linha de estreias de modos Beta recentemente, o público amou Destiny 2 e seu cenário apocalíptico com várias opções missões e armas novas para jogar com os migos e as migas. Destiny 2 está no mesmo stand de Call of Duty: World War II e você poderá jogar o modo multiplayer no Crisol junto com outros visitantes do evento.

 

Então é isso! Se planeje antes de ir para o evento para jogar e divirta-se! E acompanhem nossos stories no Instagram para mais notícias e novidades da #BGS10.

Machismo nos Games | Cosplayer sofre ataques por causa de concurso

Neste domingo, a BGS lançou um concurso em suas redes sociais: Aproveitando que Hideo Kojima vem para o Brasil, o evento ia permitir que um dos fãs tivesse a chance de entregar a ele o Lifetime Achievement Award. Para escolher quem seria o sortudo, os fãs precisavam postar uma imagem no twitter com #KojimaNaBGS, a imagem com mais curtidas até o final de setembro seria a vencedora.

Até aí, tudo bem. Não é de hoje que eventos lançam concursos assim, da mesma forma que não é de hoje que os fãs tentam fazer as imagens mais criativas para ganhar. Infelizmente, também não é de hoje que parte da comunidade gamer é machista e destila seu ódio em qualquer oportunidade.

A cosplayer Laura Pyon, grande fã do trabalho de Hideo Kojima, resolveu participar com um desenho. Por ser cosplayer e gostar da personagem Quiet, Laura falou que compartilharia as fotos que faria do cosplay com as pessoas que a ajudaram a ganhar. Nada disso era um problema ou contra as regras da BGS.

Mas nós sabemos bem que, para o ódio, não precisa de muito motivo. Não demorou para que Laura começasse a receber ataques e ameaças de pessoas da comunidade gamer. No grupo do facebook Metal Gear Legacy Brasil, um dos caras queria entrar no concurso e ganhar, mas achava um absurdo uma “cosplayer” que, de acordo com o julgamento dele, nem era fã, ganhasse. Porque de alguma forma, esse cara achava que a opinião dele era mais importante do que a das inúmeras pessoas que estavam dando likes em vários tweets de quem estavam concorrendo.

 

 

 

As pessoas desse grupo, como vocês podem ver nos prints (e são só alguns), achavam que elas tinham total direito de perseguir uma pessoa na internet, mandar xingamentos, ofender e praticar ciberbullying só porque é uma “moça cosplayer”. O machismo na comunidade gamer, como dá para perceber, ainda é muito forte e presente. Mulheres são consideradas “menos fãs” só porque são mulheres, se fosse um homem cosplayer, a recepção seria bem diferente, se houvesse xingamentos, eles não seriam relacionados ao gênero da pessoa.

Há uma grande arrogância por parte da comunidade, que acha que pode se dizer mais fã ou não, acha que pode ditar quem é fã de verdade ou não. A arrogância em si se torna um problema quando eles também se sentem no direito de agredir uma pessoa dessa forma. Era um concurso e Laura não quebrou as regras, se quer ganhar, tente juntar conhecidos para te divulgarem e ganhar de forma justa. Um gamer deveria saber a diferença de jogar justo e usar cheat. Mesmo que Laura estivesse quebrando as regras, o que não foi o caso, assédio nunca é aceitável.

A BGS foi informada do incidente, isso fez com que os agressores fossem eliminados da competição. O problema é que a BGS, em um primeiro momento, também desclassificou Laura do concurso. Isso foi uma decisão muito errada, não só ela não estava infringindo nenhuma regra, como não há nenhum problema em fazer fotos de cosplay de um personagem que você gosta.

Mas depois de um tempo, a BGS se posicionou novamente, como vocês podem ver na declaração abaixo. Os agressores continuariam fora da competição, mas Laura poderia voltar a participar, já que ela foi a vítima e não fez nada de errado. A postura da BGS foi muito boa, reconhecendo as pessoas que realmente precisavam ser repreendidas. Que a atitude do evento seja exemplo para que outros entendam que machismo e ciberbullying não são aceitáveis, além de ser assunto sério. Não importa se você está xingando uma imagem no computador, é uma pessoa que está do outro lado e merece respeito.

Esse caso serve para percebemos como a comunidade gamer precisa melhorar muito. Há algumas coisas que precisamos refletir sobre o ocorrido. Por mais que esses casos não sejam isolados, aconteçam com alguma frequência e deixem muitas mulheres com medo de fazer parte da comunidade, ainda há muitos que acreditam que pessoas que fazem isso são exceções, que “tem problemas” e não representam o todo.

Obviamente eu não estou dizendo que toda a comunidade gamer é composta por pessoas assim, mas é uma parte grande o suficiente para que esses casos ainda aconteçam e façam todas as mulheres terem medo. Laura sofreu com o que aconteceu por ser mulher, porque o machismo é tóxico o suficiente nesse meio para chegar nesse ponto absurdo por causa de uma competição. As pessoas que fizeram isso sabiam exatamente o que estavam fazendo, por isso esses assuntos devem ser tratados com seriedade e não como exceção.

Por isso é ainda mais importante que a BGS tomou essa postura. A internet dá uma impressão perigosa de que o que acontece nela não é sério e sem consequências. Isso precisa parar, porque não dá mais para que as mulheres da comunidade gamer vivam com medo de qualquer coisa, só porque querem participar de campeonatos, falar de seus jogos preferidos ou participar de concursos.

Videogames não precisam ser só tiro e soco

Relaxa, eu sei que games não são só isso. Senta, respira e dá uma chance para o meu argumento. Eu pretendia escrever este texto depois da E3, mas ainda bem que não fiz, porque nesses últimos tempos eu consegui pensar muito sobre o mundo dos joguinhos.

A minha linha de pensamento foi a seguinte: Costumo acompanhar há alguns anos os lançamentos da E3, inclusive já teve ano em que escrevi sobre o evento. Cada ano que passa, eu tenho mais a sensação de que não estamos fazendo nada de novo. Os jogos que são apresentados são sempre os mesmos, os grandes destaques são franquias que já estão aí há muito tempo: God of War, Zelda, Mario… Isso não é ruim, esses jogos têm um grande público e funcionam. Ainda assim, me deixa um pouco chateada ver que as empresas parecem se preocupar muito mais com esses jogos, evitando criar coisas novas.

Lembro que no ano passado, a franquia nova que realmente me deixou empolgada foi Horizon: Zero Dawn. Era um jogo grande, com elementos bacanas que não vemos tanto e tinha uma mulher como protagonista. Esse ano também tivemos jogos novos anunciados, como Anthem, o novo jogo da Bioware. Sim, se vocês me conhecem, sabem que se a Bioware está fazendo algo, eu estou de olho e completamente empolgada. Por mais que Anthem não seja exatamente meu estilo de jogo, eu tenho certeza que darei uma chance para a nova franquia. Porém, independente disso, o que a gente viu do jogo até agora é mais do mesmo. Posso estar errada, mas um cenário com aspectos futuristas, com armaduras gigantes que parecem robôs e foco no combate de tiro não é novidade.

Acredito que, quando entramos nessa discussão, também não dá para ser inocente. O que existe em comum em reciclar franquias antigas e usar fórmulas batidas é que, por mais que seja mais do mesmo, o público gamer consome. As empresas querem vender e lucrar, então faz sim sentido que eles sigam uma fórmula que dá certo. Porém, pessoalmente, sinto falta de outras histórias sendo criadas, novos mundos que os gamers possam explorar, que não me façam assistir a E3 com a impressão de que já vi tudo aquilo antes.

Ao mesmo tempo em que estava pensando nisso, comecei a pesquisar referências para projetos pessoais. Videogames sempre foram uma grande fonte de referência para mim, desde sempre, então eu comecei a procurar títulos que não conhecia. Eu não fazia questão de jogos grandes, só queria que eles fossem focados em história e tivessem um universo interessante. Nessa, acabei encontrando muito mais jogos indie que atendiam o que eu estava querendo.

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Crítica | Hellblade: Senua’s Sacrifice

É sempre legal curtir um jogo que você está esperando pelo lançamento há algum tempo, mas também é ótimo se surpreender com um título que você não esperava nada. Essa foi a minha sensação com Hellblade: Senua’s Sacrifice. Até o momento, nenhum jogo da Ninja Theory tinha me chamado a atenção. Quando eu vi que a protagonista era uma mulher, pensei que poderia jogar eventualmente, talvez quando o preço abaixasse ou eu estivesse mais livre. Comecei a ver as críticas e meu interesse aumentou ainda mais. O último empurrão que eu precisava foi quando me disseram que a equipe do jogo fez toda uma pesquisa sobre transtonos mentais para retratar sua protagonista.

Hellblade: Senua’s Sacrifice, como o nome indica, conta a história de Senua. Ela é uma guerreira celta que mora em uma vila com seu amado, Dillion. Por motivos que serão explicados durante o jogo, ela se isola na floresta, mas quando volta para casa, vê que todos foram atacados e mortos pelos vikings. Dillion tinha sido sacrificado para os deuses nórdicos, portanto Senua começa uma viagem até Helheim, o mundo dos mortos nessa mitologia, para trazer Dillion de volta. Para isso, ela terá que enfrentar Hela, a deusa desse mundo.

Jogos onde o protagonista é uma pessoa que quer matar deuses não é algo novo, mas o diferencial de Hellblade aparece logo no começo. Somos apresentados à Senua através de uma das vozes de sua mente. A protagonista tem um transtorno mental, ela ouve vozes, vê rostos onde não existem, padrões em lugares aleatórios… E tudo isso faz parte da mecânica do jogo, além de compor a história.

As vozes na cabeça de Senua vão contando o passado da personagem ao longo do jogo, mas elas também dão dicas dos puzzles, avisam quando inimigos estão chegando perto e guiam tanto a protagonista quanto o jogador. As vozes pode ser irritantes e úteis ao mesmo tempo. Há momentos em que Senua conversa com pessoas que não estão ali, vê coisas que não são reais, mas todas elas acabam trazendo informações importantes para o jogo.

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Blizzard vai “aumentar penalidades” para jogadores tóxicos em Overwatch.

Todo mundo que já jogou online sabe que a experiência do “chat” muitas vezes passa longe de ser algo positivo, principalmente se você uma mina. Racismo, machismo, misoginia e só o puro e velho ódio são presenças quase inquestionáveis quando se joga online, junte isso com as trollagens infinitas e jogar pode virar um pesadelo.

Lyllira, a community manager de Overwatch, postou no fórum oficial do jogo as melhorias ao sistema de denúncia de jogadores tóxicos.

Nós acreditamos que o nosso sistema para reportar e punir jogadores durante o jogo é uma das nossas ferramentas mais importantes, e é algo no que nós vamos investir bastante no próximo ano. Por isso, e começando imediatamente, nós vamos estabelecer um aumento nas penalidades para jogadores em resposta às denúncias verificadas de mau comportamento. Em Overwatch isso significa tudo entre conversas abusivas, assédio, inatividade e trollagem*. (…) Jogadores com mau comportamento poderão ser silenciados, suspensos ou até mesmo banidos do jogo.

Nós sabemos que fazer de Overwatch um ambiente realmente convidativo é um processo contínuo, e esse é apenas o primeiro passo. Nos próximos meses nós temos planos para trazer melhorias adicionais baseadas nos feedbacks de vocês, incluindo aumentar os banimentos em temporadas competitivas, um sistema de notificação que vai alertar você quando um jogador que você denunciou foi acionado, e funções que vão permitir que nós penalizemos mais agressivamente jogadores que tentem abusar do sistema de denúncia dentro do jogo.

O sistema de denúncia dentro do jogo só existe, por enquanto, na versão para PC. Mas eles prometem estar trabalhando para trazer esse mecanismo para os consoles.

Nós também continuamos comprometidos em trazer o sistema de denúncia para o PlayStation 4 e para o Xbox One. Como jogadores de consoles nós sabemos o quão frustrante é não ter essa funcionabilidade nas nossas plataformas. Nós estamos ativamente trabalhando no sistema e temos muitos elementos que já estão passando por testes. Nosso objetivo é implementar um sistema de denúncia similar ao disponível no PC, assim como qualquer melhoria que seja feita no PC desde agora até o sistema estar disponível (nos consoles).

Como doida por Overwatch que eu sou, fico feliz em saber que a Blizzard está ativamente trabalhando para transformar a experiência em algo mais positivo. Além de todo assédio e abuso verbal, poucas coisas me irritam mais do que aquele palhaço do meu time que pega a Mei e fica colocando parede de gelo no meio do meu caminho. Hunf.

Desobedecendo as regras! | Mass Effect: Andromeda | Gameplay Pt. 16

E aí gente, como é que vocês estão?
Vem que chegou a parte 16 da gameplay de Mass Effect: Andromeda!

Nesse episódio, Laila Ryder já descobre logo no começo notícias bombásticas sobre os mistérios de papai Ryder! Voltando para os problemas políticos, parece que há mais coisas a serem descobertas sobre o que aconteceu com a arca dos salarian. Depois, nós decidimos mandar as ordens para o inferno e resolvemos ir para Meridian sim, mesmo que a Nexus não goste! A partir daí, as coisas ficam muito loucas. Além da equipe ser atacada de todos os lados, descobrimos algumas coisas que vão mudar a nossa perspectiva de Andromeda! Reta final é assim!

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Com Imagens dos Curtas, Fã Cria Trailer de Série de Televisão de Overwatch!

Eu adoro como sempre tem alguém para fazer montagens divertidas e fazer nascer hypes que a gente nem sabia que estavam dormentes dentro da gente.

Se você acompanha o Collant sabe que eu AMO Overwatch, então já dá pra imaginar que super comprei a onda desse fake trailer. O autor do vídeo ainda sugere o Netflix como produtora. O que vocês acham?

Vendo o vídeo ainda fiquei com a vontade do jogo mesmo adicionar um modo onde você pode team-up mesmo com um parceiro de jogo, como um combo onde, por exemplo, o Genji sobe em cima do Mecha da Diva para pontos extras. Ou algo assim. Meio que o Colossus arremessando o Wolverine. XD

Peguei o boy alien! | Mass Effect: Andromeda | Gameplay Pt. 15

AVISO: Essa gameplay foi gravada ANTES do patch de correção ser liberado.
Atrasou, mas aqui está a parte 15 da gameplay!

Hoje é dia de Laila Ryder passear com os amigos e FINALMENTE pegar o boy alien Jaal! Nós também precisamos fazer um favor para a Addison, mesmo que ela ainda não goste muito da galera da Tempest. Todo mundo na Nexus fica contra a Laila, mas os outros pathfinders se unem para me apoiar. Go Team Pathfinder! E quando você acha que as surpresas acabaram… Irmão Ryder acorda! AAA! Papai Ryder estava aprontando várias coisas e começamos a descobrir alguns mistérios nesse episódio.
Esse dia de bruto também precisou ser dividido porque tinha muita coisa.

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Os personagens LGBT+ de Dragon Age: Inquisition

Depois de dois textos de Dragon Age, vamos falar do último jogo da franquia. Caso você não tenha lido os outros ainda, dá para ler aqui o de Dragon Age: Origins e o de Dragon Age 2.

Em 2014, a Bioware lançou Dragon Age: Inquisition. Por mais que o segundo jogo da franquia tenha uma base de fãs bem apaixonada, a Bioware meio que estava vindo provar algo com o terceiro jogo. Dragon Age: Inquisition foi eleito o jogo do ano e, além de agradar vários fãs antigos, também trouxe muita gente nova para a franquia. Em muitos sentidos, Dragon Age: Inquisition buscou unir o melhor dos dois mundos até agora e eu gostei bastante do resultado que tivemos.

De qualquer forma, o foco aqui é a representatividade LGBT+, então vamos falar sobre isso. Até o momento, o terceiro jogo é o mais diverso da franquia. Como já falei com os outros dois, isso não significa que ele é perfeito, mas que houve uma melhora se comparado com o Dragon Age: Origins, que só tinha dois personagens LGBT+ e muito para melhorar ainda.

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