As Mulheres no Artists’ Alley da CCXP 2017!

MINHA DEUSA JÁ É DEZEMBRO DE NOVO.

Toda vez que nos aproximamos da CCXP eu fico nessa loucurinha que é perceber que já faz 12 meses que eu gastei todo o dinheiro que eu não tinha no Aritsts’ Alley do evento. E aqui estamos novamente, e novamente com uma nova lista das mulheres que estarão marcando presença por lá! Como sempre, se você estiver com mesa por lá, ou só participando do evento como convidada, e seu nome não estiver aqui, nos chame na page do facebook ou pelos comentários aqui!

Me enche de felicidade ver que a participação feminina na CCXP só vem crescendo, apesar do trabalhão que dá criar a lista eu espero que nos próximos anos ela fique ainda maior! <3

A

A01

Monique Moon

“Sou ilustradora, compositora, entusiasta de Tetris e estudante de Jogos Digitais na FATEC Carapicuíba. Meu poder mutante é sempre desenhar o que eu não preciso, no lugar errado e na hora errada”

A04

Leeh Pereira – A04

Leeh Pereira é ilustradora digital e trabalha também com aquarela na produção dos seus trabalhos. É amante da natureza, cultivadora de flores e suculentas, e transporta essa paixão para a temática das suas ilustrações. É formada em Design Gráfico pela UNIP, tem 22 anos e trabalha como arte finalista, mas acredita que o mais importante na sua trajetória de artista é o carinho com que produz seus trabalhos. Com o mesmo cuidado que dá ao seu jardim cria personagens, cenas e narrativas, em que através das formas e cores, busca de alguma forma transparecer sua alegria de viver e suas emoções do dia a dia.

A05

Lais Oliveira

Sua mente passa muito tempo imaginando mundo incríveis e sua mão não consegue acompanhar, mas quando passa para o papel, é de corpo e alma. Essa longa jornada de ilustrações, a levou a um caminho não muito diferente, mas certamente incomum, que é a tatuagem; e esta ela certamente levará para toda sua vida. http://laisdenuncio.wixsite.com/lola.

Carousa

Carolina Sartori desenha desde os 9 anos. Passou de curso em curso, só desenhando, pintando, até ir pra Universidade Belas Artes estudar animação. Hoje, com 20 anos, formada, faz pós graduação com especialização em animação 2D e trabalha como ilustradora freelancer e professora de desenho. Também já trabalhou como character designer e animadora num estúdio de Stop Motion. Esse ano começou o desafio #365dayschallenge e todos os dias posta um desenho no seu instagram (@carousa) e na página de Facebook (Carousa Art). Fez tanto trabalhos digitais como trabalhos tradicionais, especialmente para o mês de outubro com o famoso #inktober. Esses trabalhos estarão, em sua grande maioria, disponíveis em sua mesa no Artists’ Alley.

A10-A11

Adriana Melo

Adriana Melo ingressou no mercado de quadrinhos depois de ter uma avaliação de portfolio, em uma convenção de quadrinhos em São Paulo, ainda aos 18 anos. Depois de um tempo treinando ao lado de outros desenhistas já ativos na industria, veio a primeira oportunidade: Homem de Ferro. A partir daí vários títulos se seguiram: Quarteto Fantástico, Surfista Prateado, Star Wars: Empire, Rose & Thorn, Witchblade, Sinestro Corps: Parallax, Miss Marvel, Birds of Prey e Catwoman entre títulos mensais e especiais. Atualmente, Adriana é a desenhista de “New Adventures of the Ninth Doctor” para a editora Titan Comics.

Marina Barbieri

Blogueira e fundadora do blog Deu Ruim desde 2014 somando mais de 5 milhões de acessos. Em 2016 publicou pela editora Única seu livro “Fique com alguém que não tenha dúvidas”. Atualmente está escrevendo um livro de poesia e um de ficção. Paralelamente a isso está iniciando sua carreira de roteirista de HQ com projetos autorais e em colaboração com outros artistas da área.

A41

Ursa Maior Comics

Ursa Maior Comics é um coletivo criado em 2016 formado por amigos e estudantes de Design da UFPR (Universidade Federal do Paraná) com foco em produzir histórias em quadrinhos. Nos juntamos ao perceber que todos do grupo tinham vontade de trabalhar com quadrinhos, mas nunca tiveram a motivação necessária, agora estando entre amigos com o mesmo objetivo, nos juntamos e criamos a Ursa Maior, onde todos podem fazer e compartilhar suas histórias e achar motivação uns nos outros.

A43

Aline Zouvi

Aline Zouvi é escritora, quadrinista e pesquisadora de quadrinhos. Publicou Em Segunda Pessoa (2013, poesia) pela Editora Medita. Publica quadrinhos e ilustrações de maneira independente e, desde fevereiro deste ano, colabora com cartuns para o caderno Ilustríssima da Folha de São Paulo. Começou a colaborar, também neste ano, com resenhas em quadrinhos para o site Balbúrdia. Fez mestrado sobre os quadrinhos autobiográficos de Alison Bechdel, no Instituto de Estudos da Linguagem (Unicamp). Seus trabalhos abordam questões como autorrepresentação e visibilidade de minorias sociais na arte.

Mariana Zancheta

Mariana é uma jovem artista mas geek de longa data. Sempre sai dos eventos de quadrinhos e cultura pop com duas mochilas carregadas de quadrinhos, uma de suas maiores paixões. Estudou Artes Visuais na Unicamp, onde fez uma iniciação científica em narrativas visuais, que resultou no zine “Fragmentos”, composto por xilogravuras e que será lançado esse ano na CCXP. Há quase dois anos iniciou uma webcomic com Lucas Dias e desde muito antes os dois percorrem diversas feiras para conhecer mais sobre esse fascinante universo. O primeiro volume desse quadrinho, chamado Last Shot, também será lançado na CCXP. Apaixonada por animações, quadrinhos e séries, Mariana sempre consome essas produções, apoia e faz as suas próprias. Hoje trabalha como ilustradora de conteúdos didáticos e freelancer. Além disso faz charmosas bonecas e animais articulados (toy art).

A44

Cristina Eiko

Cristina Eiko – Viciada em quadrinhos, participou de um fanzine com amigos, fez tirinhas de dor-de-cotovelo e hoje em dia desenha o “Quadrinhos A2”, que criou com Paulo Crumbim em 2010 e até agora conta 5 volumes. Igualmente junto com Paulo, fez “Penadinho – Vida”, uma das Graphics MSP, em 2015. Em 2017, lançou seu primeiro quadrinho “solo”, “Culpa”, da coleção Ugritos (Ugra Press).

B05

Ana Cardoso

Ilustradora e Quadrinista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) no curso de Artes Gráficas, atualmente é sócia-diretora na empresa Estúdio Black Ink e também atua no mercado como artista independente e freelancer.

B06

Virginia Froes

Graduada em Artes Visuais pela UEMG e entusiasta das Artes Sequenciais, fez diversos cursos e participou de projetos relacionados a quadrinhos e sua linguagem. Como ilustradora, já fez trabalhos de segmentos infantis e didáticos para a Associação Educore, Editora Bernoulli, Editora AASLE (Associação de Apoio ao Sistema Logosófico de Educação), Cedic e Completa Educacional. Para CCXP 2017 vem com o livro A Onda Azul, retratando o cotidiano de um menino autista e Trovão, o Super cão, uma HQ infantil repleta de aventuras.

B14

Lita Hayata

Lita Hayata é quadrinhista, ilustradora e artista 2D. É autora de BETE VIVE! https://tapas.io/series/BETEVIVE. Desenha em um estúdio de jogos, faz freelas e dá aulas de desenho na quanta. 🙂

Julia Bax

Julia Bax, ilustradora de livros e histórias em quadrinhos, cresceu no interior de São Paulo mas mora na capital. Formada em Economia pela USP resolveu abandonar as cifras e se concentrar nas artes. Trabalhou por um tempo para o mercado americano de quadrinhos (Marvel, Devil’s Due, Boom) e ilustrou livros e revistas para as maiores editoras do Brasil. Durante 2 anos publicou uma tirinha mensal no caderno Folhateen da Folha de São Paulo. Publicou dois álbuns no mercado francês para a editora Le Lombard (Pink Daiquiri, Princesse Caraboo). No mercado brasileiro lançou Remy, Quina, e mais recentemente vem trabalhando na sua HQ online Nina & Tomas. O primeiro volume estará disponível na sua mesa na CCXP 2017.

B26

Lucy Fidelis

Lucy Fidelis é ilustradora e aquarelista, nascida em Santo André – SP, estudou desenho em pintura, trabalha profissionalmente com ilustração desde 2007, já ilustrou para diversas empresas como, DC Comics, Blizzard, Sr.Games, Tamboro, FTD, LP&M, Editora Daemon, ZZZ Comics, entre outras. Participa com seus quadros em aquarela de exposições de artes contemporâneas pelo Brasil. Em seus trabalhos costuma desenhar coisas de que gosta muito, então animais é seu grande tema, é fã de animes e cartoons! E quanto a ela, bem nunca se acostumem em vê-la com um visual só, pois ela nunca está com o mesmo corte e cor de cabelos!

B28

Cah Poszar

Nascida em janeiro de 1991, Camila Cardoso Poszar, também conhecida como Cah Poszar, é ilustradora, quadrinista e designer. Influenciada por títulos como Sakura Card Captors, Rurouni Kenshin, Full Metal Alchemist, jogos de RPG, livros de aventura e mitologia, começou a produzir suas próprias histórias, tendo publicado de forma independente tanto em formato físico quanto online. Trabalha atualmente na área de licenciamento ilustrando Style Guides de personagens famosos, como Barbie, Polly, Hotwheels, Miraculous Ladybug, Wonder Woman entre outros, criando desde ilustrações dos próprios personagens, assets, backgrounds, até estampas corridas e muito mais. Também já trabalhou projetando brinquedos promocionais de personagens licenciados para grandes clientes, como Mondelez, Top Cau, Kopenhagen, C&A, Renner, Richuello, Shell etc.

B29

Fran Briggs

Roteirista dos Especiais de Holy Avenger 41 e 42 (Editora Talismã). Foi corroteirista dos títulos Holy Avenger Especial 1 e 2 e Victory 2/ Dado Selvagem (Editora Trama/Talismã). Trabalhou na tradução de adaptação dos mangás Tenjo Tenghe e Fairy Tale (Editora JBC). Atualmente produz a série Mercenário$, um HQ de fantasia medieval, em parceria com a desenhista Anna Giovannini. Em dezembro de 2016 publicou a HQ Anima e a HQ Mercenário$ Especial pela Editora Jambô. Pelo selo americano Immagina Press publica as HQs Anima e Mercenário$.

Anna Giovannini

Brasileira, formada em Artes Visuais pela Brown University em Rhode Island, EUA. Cursou Concept Art pela Quanta Academia de Artes em São Paulo, e Animação e Artes pela School of Visual Arts em Nova Iorque, EUA. Iniciou carreira nos quadrinhos ao entrar para a agência Glasshouse Graphics ao mesmo tempo em que começou a desenhar o título ‘Mercenário$’, de Fran Briggs, de forma independente. Hoje segue a série de ‘Mercenário$’ através da Editora Jambô, publicado junto ao one-shot ‘Anima’, na qual trabalhou como artista e coautora. Também trabalha como desenhista para a editora americana Kymera Press no título ‘Pet Noir’, e como desenhista e coautora junto de Fran Briggs no novo título independente ‘Memento Mori’. Atualmente gerencia a editora Immagina Press nos Estados Unidos, cuja intenção é juntar artistas estrangeiros e levar seus trabalhos para o mercado americano. 

B30

Eliana Oda

Ilustradora de Atibaia, SP, desde criança ganhou dos pais mangás comprados no bairro da Liberdade, e quando tomou gosto por desenhar seu traço naturalmente seguiu este estilo. Após alguns anos transitando entre editoras e estúdios de games, começou a desenhar sua primeira HQ autoral e redescobriu nos quadrinhos seu real interesse como artista. Junto da artista Lívia Chauar, faz parte do grupo de arte OwlCat, com foco em desenho estilo mangá.

Lívia Chauar

Designer e ilustradora de São Paulo, apaixonada por café e chocolate. Atualmente trabalha como freelancer para jogos e livros infantis. Faz parte do grupo OwlCat, junto de Eliana Oda, e esse ano lança na CCXP 2016 a primeira edição de Adien, seu projeto pessoal de mangá e o livro ilustrado “Uma Estranha Visita”.

B32

Patrícia Hikari 

Patricia Hikari iniciou sua carreira como caricaturista, cursou Audiovisual na USP e, atualmente, trabalha como ilustradora e animadora freelancer. Dentre as animações em esteve envolvida estão ‘LoliRock’, ‘Meu Amigãozão’ e os curta-metragens ‘O menino que sabia voar’ e ‘A fuga’. Na área de quadrinhos, atuou como arte-finalista de ‘Combo Rangers’ (1 e 2) e ‘Elsword’, além das produções de institucionais para o Sistema Anglo de Ensino e Sebrae. Na CCXP 2017 irá lançar seu primeiro quadrinho autoral.

A33

Mika Takahashi

Mika Takahashi começou a carreira trabalhando em séries animadas para produtoras de animação e publicidade como a Birdo Studio, Digital 21 e BlankBr. Passeou em alguns estúdios de design e ilustrou livros para as editoras Biruta, Rocco e Melhoramentos, e revistas para as editoras Abril e Globo. Em 2014 lançou sua primeira publicação autoral “Ink Stories” (PINGADO-PRÉS), em 2015 participou do “321 Fast Comics – vol2 de Felipe Cagno e “A Samurai” de Mylle Silva. Atualmente é professora de ilustração da Quanta Academia de Artes. Este ano lançará na CCXP sua primeira publicação autoral em quadrinhos “Além dos Trilhos”.

C

C10

Ana Cristina Rodrigues

Ana Cristina Rodrigues é escritora/historiadora/tradutora/editora e mais algumas coisas, além de mãe de um adolescente hiperativo e duas gêmeas recém-chegadas a este mundo louco. Contista com vários trabalhos publicados em antologias no Brasil e no exterior, acabou de escrever um romance sobre um deserto e um cavalo sem nome que ainda procura uma editora.

C17-C18

Nathanna Érica

Nathanna Érica é artista de São Paulo e trabalha com paper art e desenvolvimento visual. Recentemente, ela criou a arte promocional da animação Animal Crackers, da Blue Dream Studios, com estreia no Brasil prevista para o início de 2018. Seu trabalho com papel a colocou na lista dos dez melhores artistas de animação para se seguir no Instagram, segundo o site de entretenimento Paste Magazine, ao lado de nomes consagrados nessa indústria. Quando ela não está trabalhando em alguma sereia ou criando um reino de araras encantadas, ela provavelmente está assistindo algo que envolva dragões, anéis mágicos, cabines azuis da polícia e outras coisas do tipo.

C28

Fe Sponchi

Fernanda Sponchiado, trabalha há 13 anos como diretora de arte e há 8 anos como ilustradora em Joinville/SC. Iniciou sua atuação profissional em agências de publicidade com foco em design gráfico e ilustração atendendo marcas nacionais de varejo e moda infantil. Em 2010 seu trabalho de ilustração ficou mais intenso quando se tornou integrante do Coletivo Chá, um grupo de arte urbana formado apenas por mulheres, o que abriu as portas para diversos projetos próprios: oficinas de lambe-lambe, criação para diversas marcas, eventos relacionados a essa prática e principalmente desenvolveu sua criação autoral. Fernanda participa de exposições solo e coletivas e apresenta seus produtos próprios em feiras de impressos, festivais multiculturais e em sua loja virtual própria. Desde final de 2015, trabalha exclusivamente como ilustradora e atualmente seu foco é ilustração para estampas e editoriais. Para conhecer mais: www.behance.net/fesponchi www.fesponchi.com.br

C31

Bianca Reis

Quadrinista Bianca, pseudônimo da mineira Amanda Reis, começou a desenhar bem nova, buscando no lápis e no papel uma forma de se expressar que fosse além do que as palavras conseguiam dizer. E, entre linhas, diálogos e cores, ela tem muito o que contar. A artista de 23 anos, estudante do curso de Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG, criou a página “Anna Bolenna – A perturbada da corte” no ano de 2013, e desde então vêm colecionando participações em mostras e festivais de literatura e quadrinhos por todo o país. Anna Bolenna, personagem que é o “carro-chefe” das produções de Bianca, é uma história autobiográfica que, de acordo com Bianca, foi criada com o objetivo não só de servir como uma “válvula de escape” para as emoções e sentimentos do cotidiano da autora, mas também como uma forma de ajudar aos leitores que passam pelas mesmas situações. É uma questão de pura empatia.

C35

Luisa Barros Lubie

Luisa Barros ou Lubie é natural do MS, mas morou em SP, PR e ES também, tem 22 anos, a.p.a.i.x.o.n.a.d.a por sorvete, adora longas caminhadas na praia e ver o pôr do sol. Ainda meio iniciante no mundo das artes, começou trabalhando com encomenda para casais e com materiais personalizados: canecas, camisetas e até arriscando uns banners e cartões de visita, mas como é muito curiosa, agora está desvendando sobre tatuagens e quadrinhos. Não satisfeita, recentemente enveredou para a Amarelo Grifo, lojinha online onde transforma seus desenhos em produtos para facilitar a logística da dominação mundial, uma camiseta por vez.

C35

Carol Calzolari C35

Designer gráfico pela UFPR e ex-estudante de roteiro da New York Film Academy, escreveu o roteiro dos quadrinhos Entre Lendas, lançada em 2016. Agora, retorna ao mesmo universo em Entre Lendas – A Melodia, HQ que será lançada na CCXP. Além dos roteiros, fez também os storyboards das páginas e contribuiu com a arte final.

D

D14

Maco

Montevidéu, Uruguai (1987) É criadora das histórias em quadrinhos Fedra (publicada entre 2011 e 2014 no blog Marche un cuadrito!); Aloha (seu primeiro livro publicado em 2011 na Argentina, Uruguai e Espanha) e Radiobujada, que pode ser lido em seu blog, www.divididomaco.blogspot.com. Autopublicou os fanzines Café, El nido, Desayuno, Desde todas as ventanas e Manual de Circo, com o selo Ediciones de la Uniceja. Publicou nas revistas BLa e Lento (Uruguai), Larva (Colômbia), Troche e Moche (Argentina), Mapachestudios (Chile) e em livros antológicos uruguaios e argentinos, como Verano, Otoño, Novelas Ejemplares, Las moradas de Santa Teresa, Fábulas en viñetas e El volcán. Ilustrou vários capítulos para o projeto Bandas Orientales, que narram episódios da história do Uruguai. Desde 2012, ilustra as capas para a editora Irrupciones.

D15

Fiorella Santana

Nascida no Uruguai, 29 anos. Publicou em seu país sob seu rótulo Powah Comics (Uruguai) em Fantastiche (2017) e Powah Deluxe (2014 -2017). Sestacandose sua novela gráfica Cabaret V (2017). Atualmente também publica em Tótem Comics (Argentina), Mayet (2017) até a data. Por outro lado, ela se dedica à pintura de aquarela e desenho de fantasia e moda histórica.

D16 

Carolina Pontes

Artista 2D, designer de personagens, cenário e objetos, atuante na indústria de quadrinhos , editorial, musical, de jogos e de animação desde 2005. Ilustradora das traduções brasileiras dos Fabulosos Livros Coloridos de Andrew Lang, colorista de quadrinhos para revistas nacionais e internacionais, integrante da equipe de cenários da primeira temporada de Irmão do Jorel. Interessada em horror e fantasia. Bacharel em Design e Licenciada em Artes Visuais. Atualmente trabalhando em seu primeiro livro ilustrado e em uma série de quadrinhos também de autoria própria.

D25

Rebeca Prado

Rebeca Prado é mineira, ilustradora, quadrinista e roteirista. Em 2015 lançou o livro Navio Dragão através de um financiamento coletivo e em 2016 repetiu o processo para lançar o volume Baleia #3. Atualmente atende os mercados editorial e publicitário e escreve roteiros para quadrinhos e séries.

Carol Rossetti

Carol Rossetti é designer, quadrinista e ilustradora independente. Além de desenvolver projetos autorais de ilustração e quadrinhos, ela administra o estúdio Café com Chocolate Design, em Belo Horizonte. Em 2017, passou também a fazer parte da equipe de curadoria do FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos. Ela tem dois livros autorais já publicados: “Mulheres”, pela editora Sextante (2015) e “Cores” (2016), lançado independentemente através de um financiamento coletivo. Seu trabalho sempre traz visibilidade para questões relativas à igualdade de gênero e direitos humanos, o que lhe rendeu parcerias com a ONU e instituições públicas em diversos projetos. Para saber mais, acesse o site: www.carolrossetti.com.br.

D32-33

Cris Peter

Com 15 anos de experiência em colorização de quadrinhos, já trabalhou para as editoras DC Comics, Marvel, Dark Horse e Image, em títulos como “Superman/Batman”, “Astonishing X-Men”, “Quarteto Fantástico”, “Capitão América & Namor” e “Hawkeye vs Deadpool”. Em 2012, tornou-se a primeira brasileira indicada ao Prêmio Eisner. Seu trabalho também pode ser visto nas Graphic MSP “Astronauta – Magnetar”, “Astronauta – Singularidade” e “Astronauta – Assimetria”, com arte e roteiro de Danilo Beyruth. Escreveu o livro “O Uso das Cores” e atualmente desenvolve um projeto autoral “Patas Sujas”, com o coletivo Estúdio Complementares e a desenhista Érica Awano. Cris também está envolvida no selo Pagu Comics como autora do título “Quimera”. Participou da organização de painéis sobre diversidade, apresentados nas edições anteriores da CCXP, juntamente com Rebeca Puig e colaboradores.

D34

Germana Viana

GERMANA VIANA é quadrinista e entre suas publicações estão Lizzie Bordello e as Piratas do Espaço 1 e 2 (Jambô Editora), As Empoderadas, (Pagu Comics/Social Comics), diversas coletâneas, como por exemplo, SPAM (Zarabatana Books) e Amor em Quadrinhos (independente), e é desenhista de P.O.V. – Point of View. Germana trabalha também como letrista e designer para empresas como Panini, Riot e Jambô.

Carol Pimentel

Carol Pimentel é uma nerd paulistana, formada em Física – porque sempre quis saber como o mundo funcionava, tem Mestrado em Tradução de Quadrinhos ambos pela Universidade de São Paulo e trabalha como editora Aracno-Mutante da Marvel Comics há mais de 3 anos. Ela é responsável pelos quadrinhos do Homem-Aranha, Wolverine, Homem-Aranha & Deadpool, X-Men e por diversas Coleções Históricas. Ainda na Marvel ela é responsável pela tradução de alguns títulos de Star Wars e na DC Comics é responsável pela tradução de alguns títulos como Batman & Robin Eternos, Nós Somos Robin, A Guerra dos Robins, Canário Negro, Mulher-Gato e Aquaman. Como roteirista ela escreve as tiras semanais chamadas Point of View. Decidiu largar a física para ser feliz no mundo das HQs, mas continua no mundo da Lua.

D35

Ursula Dorada

Ilustradora especializada na área de games, estará disponibilizando originais e prints exclusivos, assim como seu primeiro sketchbook! Vai conter rabiscos e peças finalizadas em 2016-2017, lançamento exclusivo na CCXP.

Ariane Rauber

De Porto Alegre, trabalha na área de design gráfico e ilustração. Quadrinhos ainda é uma área nova, começando pelos projetos Patas Sujas e Quimera. Na CCXP 2017 lançará uma HQ curta, pequena amostra de seu primeiro projeto autoral para 2018.

D36

Luiza McAllister (2Minds)

Cofundadora do estúdio 2Minds, ilustradora com foco na área de concept art e jogos. Este ano lançará o volume único do quadrinho Plumba que foi fundado com sucesso no Catarse e disponibilizará produtos exclusivos para a CCXP.

D37

Prips

Artista formada em Design Gráfico, trabalha desde 2009 para a IDW Publishing, desenhando e colorindo quadrinhos, em títulos como Transformers, GI Joe, Godzilla e Jem e as Hologramas. Foi colorista na graphic novel Turma da Mônica: Laços, da Mauricio de Sousa Produções. Além de HQs, foca em ilustração de embalagens (package art para a Hasbro, nas linhas de Transformers e GIJoe), e arte conceitual de personagens, assim como designs para camisetas. Trabalhou em jogos mobile, desenvolvendo personagens e backgrounds; fez ilustrações para a apresentação de uma Skin do jogo League of Legends, da RIOT. De vez em quando se aventura pelo mundos dos quadrinhos independentes, como o autoral My roomie, the Dark Lord.

Sabrina Eras

Sabrina Eras nasceu em São José dos Campos (SP) e, como a maioria dos artistas, desenha desde criança. Estudou Publicidade na UNIFRAN – Franca – SP, mas percebeu a tempo que não era o que queria. Artista autodidata, foi para São Paulo na Quanta Academia de Artes e lá conheceu o mundo da arte. Desde então, já trabalhou em agências de comunicação visual e fez trabalhos para o mercado editorial. Participou do livro comemorativo dos 50 anos da Turma da Mônica e expôs em galerias brasileiras e no exterior. Destaca-se sua parceria com Faber-Castell , Zupi/Pixel Show e Papelaria Universitária, empresas que Sabrina sempre admirou e que agora acreditam no seu trabalho. Ministra cursos e oficinas de aquarela, presencialmente e a distância. Seu trabalho pessoal tem influência em coisas mórbidas e sexy, sem deixar de lado a delicadeza e a fofura, assim como elementos da natureza, principalmente as flores. Também estão presentes personagens da cultura pop que Sabrina ama. Assim como a vida é feita de contrastes, seu trabalho também caminha dessa maneira, sempre em evolução.

D39

Alice Monstrinho

Alice é uma artista de Florianópolis que adora monstros e busca dar um toque de estranheza, extraordinário e animalesco em tudo que faz. De criaturas radioativas a lobisomens, busca deixar sua marca monstruosa nesse mundo. Fundadora do estúdio Rebel Hound, que fornece serviços de arte 2D, e formada em design de jogos, trabalha com criação de personagens, concept art, quadrinhos e ilustração para diversas áreas de entretenimento há mais de 7 anos. Já lançou duas publicações independentes: o artbook para colorir bilíngue “Radioactive!” e a história em quadrinhos de ação e terror “Bad Omen”, na temática de vampiros e lobisomens e cuja continuação será lançada na Comic Con Experience 2017. A artista também leciona palestras e oficinas em eventos como Campus Party, Olhares múltiplos Univali, SENAI, Bienal de Curitiba e The Developers Conference.

Gabriela Birchal

Ilustradora formada em Artes Visuais pela UFMG. Durante sua carreira já trabalhou em vários projetos incluindo livros infantis, cenários para animação e concept art para jogos que incluem alguns títulos como “Star Wars Imperial Assault”, “Game of Thrones TCG”, a série “Tromba Trem” e “Hex TCG”. É apaixonada pelo universo geek, é gamer e ama ilustrar personagens e cenas emocionantes. Durante a próxima CCXP, vai lançar sua primeira HQ chamada “Carrion Song” e espera conhecer outros nerds como ela.

D40

Bruna Aurélio

Natural de Porto Alegre e formada em Design (2015) pela UniRitter, Bruna Aurélio atua como ilustradora para animações, comerciais, jogos digitais e livros infantis. Alguns dos mais recentes projetos do qual participou foram o comercial e reformulação do mascote “Molekinho” para a empresa de calçados Beira Rio (com comercial veiculado no Cartoon Network) pelo estúdio de animação Abissal em maio de 2017, a animação infantil “Gugu e Gaga” (também pelo estúdio Abissal) e o projeto de interface para o jogo mobile “Leis para todos” (finalista do BIG – Brazilian Indie Games Festival 2017) da empresa Supernova Indie Games. Trará novidades exclusivas para a Comic Con Experience 2017, como o lançamento dos quadrinhos curtos “As aventuras de Django” entre outras surpresas. Sua mesa contará também com diversos materiais, como bottons, cartões postais e pôsteres de artes autorais e fanarts de personagens consagrados no mundo dos quadrinhos e games.

Carol Studzinski

Carol nasceu em Porto Alegre e estuda Artes Visuais na UFRGS desde 2015. Atualmente se dedica à produção de ilustrações, histórias originais e fanarts. Sua inspiração vem de animações da Disney e do Cartoon Network. Trabalha com arte digital, tinta gouache, aquarela e nanquim. Desde pequena, gosta muito de criar histórias e personagens. Dessa paixão surgiu o universo do Choco e da Mocca, que foi vagamente inspirado em um dos seus livros infantis preferidos. Nessa CCXP, você poderá conhecer o mundo desses dois amigos aventureiros e relembrar um pouquinho da sua infância <3

E

E02

Psonha

Psonha é ilustradora, mas já fez de tudo um pouco. Trabalhou em agências, tatuou, desenhou cenários, fez bonecos, pintou muros e tocou em bandas de punk rock. Dá aulas de ilustração na Quanta Academia de Artes e nos quadrinhos é autora do Pogando, seu álbum de estreia, Eloisa aterroriza, em coautoria com Thiago Ossostortos e Peek a Boo, último lançamento, pelo selo PLOT.

E06

Bianca Nazari

Nasceu no interior de São Paulo, mudou de cidade diversas vezes durante a infância. Se formou em Hotelaria e depois Arquitetura, mas o que queria mesmo era desenhar suas coisinhas fofas. Atua como ilustradora full time desde 2016, contribuindo para o mercado de publicidade fazendo storyboards, letterings e concepts. Agora é ilustradora freelancer e lançou um canal no YouTube sobre a vida de ilustrador, mercado e vida pessoal. Estará estreando nesta CCXP 2017 e também lançando sua primeira história em quadrinhos em parceria com outros ilustradores.

E20

Natália SG

Natália Santos Guimarães é designer, formada em administração, marketing e design gráfico, atua com Direção de Arte no ramo publicitário além de trabalhar em projetos de ilustração e exposições de arte. Seus trabalhos englobam ilustrações digitais e tradicionais, além de quadrinhos e tirinhas, que são expostas em suas redes sociais, principalmente na página Natália SG Ilustrações no Facebook.

F

F10

LoveLove6

Lovelove6 é autora de histórias em quadrinhos, publicadora independente e produtora da Dente Feira de Publicações (Brasília – DF). Entre suas principais obras está a história em quadrinhos “Garota Siririca”, as zines “A Ética do Tesão na Pós-Modernidade“ vol.1 e 2

F12

Suryara

Ilustradora com atuação no editorial infantil. Contribui também para animações e quadrinhos além de participar do coletivo BabaYaga, que produz livros independentes para crianças.

F15

Tetisuka 

Professora e freelance, adora o que faz. Atualmente com um trabalho mais voltado para o público adulto mas sem perder a delicadeza e a fofura. Também tem trabalhado em projetos de quadrinhos e mais relacionados a RPG. Adora conversar e conhecer novas pessoas e projetos, não se acanhe e pode vir bater um papo.

F16

Mylle Silva

Mylle Silva é escritora, roteirista e artesã. Graduou-se em Comunicação Social pela PUCPR e dedica-se à escrita desde que se conhece por gente. Publicou o livro de contos “A Sala de Banho” (2014) e é roteirista das histórias em quadrinhos “A Samurai” (2015), “A Samurai: Yorimichi” (2016) e “A Samurai: Primeira Batalha” (2017 – em produção). 

Chairim

Chairim é paulistana e atualmente vive no interior de São Paulo, na cidade de Limeira. Formada em Design Gráfico pela UNIP de Campinas, trabalhou em agências de publicidades por cinco anos até largar tudo e viver de Quadrinhos… e, bem… err, quase isso. Atualmente trabalha como ilustradora, colorista e quadrinista. Faz parte do selo Pagu Comics, promovido pela Social Comics. Autora das webcomics Purple Apple, As Aventuras da Bruxinha Mô, A Última Lenda, Livro de Conselhos do Gato Darazar, Mare Rosso e Crisálida, esta última é atualmente financiada pelo Apoia.se: https://apoia.se/woc

F17

Mary Cagnin

Mariana Cagnin é formada em Artes Visuais pela Unesp e atua como ilustradora e quadrinista. Dedica boa parte do seu tempo como contadora de histórias e é também autora do quadrinho Vidas Imperfeitas, publicado pela editora HQM, e de Black Silence, que foi publicado de forma independente. Ganhou o Troféu Angelo Agostini de Melhor Desenhista por Black Silence em 2017 e foi indicada em 3 categorias do prêmio HQMix. Produz conteúdo de arte para seu canal do youtube, como dicas, tutoriais, processos de pintura e ministra cursos para artistas aspirantes na esperança de poder inspirá-los.

F19

Dani Dias

Formada em publicidade e também estudou desenho na Quanta Academia de Artes (São Paulo-SP). Atualmente mora em Cuiabá-MT, trabalha em agência e complementa sua renda atuando como ilustradora, fazendo arte por encomenda, vendendo prints e originais em eventos e pela internet . A aquarela é seu material preferido e tem estudado bastante, pois acredita que ainda tem muito a aprender. Seu maior objetivo é se tornar quadrinista e está trabalhando num roteiro de uma história de suspense e terror. Ilustrou o livro “Jeri Kurireu. O menino que se reinventou” pela editora Entrelinhas (mais informações aqui: https://goo.gl/9cL17v). Esse livro já estará sendo comercializado na CCXP, assim como outros trabalhos especiais para o evento.

F25-26

Joyce Chin

Joyce Chin está no mercado de HQs desde 1995, quando desenhou Guy Gardner: Warrior para a DC Comics. Vem para o Brasil acompanhada de seu esposo e também artista, Arthur Adams. O casal participará de atividades no Artists’ Alley nos 4 dias do evento. Passando por diversas editoras, Chin desenhou números de Vampirella, Xena e Superman: Silver Banshee, Spider-Man, Hulk, Tomb Raider e Red Sonja, além do crossover entre as editoras Top Cow e Dynamite Entertainment, chamado de Monster War. Joyce também desenhou capas para Marvel e DC de personagens e séries, como Mulher-Maravilha, X-Men, Ms. Marvel, Capitão América e Homem de Ferro. Os artistas, que não puderam vir à CCXP 2016 por questões de saúde, finalmente poderão encontrar com os fãs que estão ansiosos por esse momento.

F29

Letícia Pusti

Ilustradora e quadrinista independente, publica tirinhas na página Another Art Book, onde fala sobre o lado cômico ou depressivo do cotidiano.

Aliens of Camila

Sucesso nas mídias sociais, com mais de 300 mil seguidores, Camila Padilha, 21 anos, divide a administração da sua página, Aliens of Camila, com a faculdade de design gráfico, estágio e seu canal no youtube. A página no Facebook, que começou há pouco mais de um ano, em que ela posta diariamente seus quadrinhos e até algumas animações, cresce de forma orgânica a cada dia. Para ela, o sucesso que seus desenhos vêm alcançando está relacionado à simplicidade dos seus traços e a despretensão dos personagens que apenas traduzem suas próprias vivências e questionamentos existenciais. Seus traços e personagens chamaram a atenção da editora Livros Ilimitados, que a convidou para publicar uma coletânea de suas tirinhas. O próximo passo de Camila é dar vida aos personagens e ter sua própria animação.

F30

Ilustralu

@Ilustralu ou Luiza de Souza nasceu e se criou no Rio Grande do Norte, formou-se em Comunicação e largou a vida de agência para trabalhar com ilustração. Publicou a HQ Contos Rabiscados para Corações Maltrapilhos (2014) Marcela, Mulher, Melhore! (2015), iniciou a webcomic Os Cool Kids (2016) e lançou o zine O Inventário Amoroso de Marcela (2017). Na CCXP, além de zines, pôsteres e bottons, fanarts, vai rolar o lançamento do zine A Casa Cheia de Portas.

Natália Prata

Formada em Arquitetura e Urbanismo, ilustradora e esportista de jogos de tabuleiro nas horas vagas. Começou a desenhar desde criança e nunca mais parou. Amante de pássaros, sonha em ter um bando de calopsitas para lhe fazer companhia enquanto trabalha. Suas maiores referências e fontes de inspiração são quadrinhos e animações, especialmente as japonesas. Gosta de desenhar garotas fofinhas e fortes, e luta por uma melhor representação feminina nesse meio.

F32

Sirlanney

F33

Dharilya

Cearense, autora de “Amanita” e “A Lojinha Mágica de Medos” da coleção Relicário HQ, indicada ao HQ MIX em 2016. Em seus trabalhos explora temas de terror e fantasia, e esse ano vai lançar seu novo quadrinho independente “Candy Machine”.

F34

Érika Ferreira

Graduada em Artes Plásticas pela UFPE, Érika Ferreira é Artista de Games e Ilustradora, está há 7 anos no meio artístico profissionalmente. Atualmente trabalha na Manifesto Games como artista de games, e também é ilustradora frellancer. Dedica-se às artes digital e manual, desenvolvendo personagens e ilustrações para diversas mídias.

F35

Clari Cabral

Tem 23 anos, mora em Recife e é ilustradora formada em design pela UFPE. Ama livros infantis, dinossauros, aliens e mistérios da humanidade. Apesar da inclinação para desenhar coisas fofas e coloridas, gosta de explorar vários estilos de ilustração, sempre está testando coisas novas e mídias diferentes. Boa parte do seu trabalho é digital, mas ama se aventurar por aquarela, gravura, paper art e, recentemente, bordado. Gosta de ilustração editorial, ama character design e concept art, se apaixonou por arte sequencial (storyboard, quadrinhos) e é a doida das estampas. Faz parte do Mandíbula, página no facebook que posta o trabalho de mulheres quadrinistas e também integra o Coletivo Criatura, selo do Segredos Malditos, canal áudio dramas de terror.

F36

Amanda Aquino

Amanda Aquino é graduada em design pela UFPE, atualmente cursando mestrado na mesma área. Já trabalhou como ilustradora e/ou animadora em empresas publicidade, games e produção audiovisual como: Ogilvy Recife, Joy Street, Carnaval Filmes, Viu Cine e agora está na Manifesto Game Studio. É apaixonada por animação, mangás, trilhas sonoras de animes, café e recentemente adotou uma calopsita.

Azuo

Professora de Desenho Técnico e Artístico. Estudante de Licenciatura em Expressão Gráfica [UFPE]. Estagiou como mediadora, oferecendo cursos de ilustração para a Prefeitura do Recife, e como ilustradora em empresas de jogos educativos. Atualmente trabalha como ilustradora freelancer.

F37

Renata Nolasco

Renata Nolasco é formada em Comunicação Social – Jornalismo e atua na área de ilustrações e quadrinhos desde 2014, sendo autora de quadro HQs lançadas em formato de fanzine durante esse período, um livro de colorir chamado “Minas para Colorir” e de dois encadernados – dentre os quais se destacam “Ei, onde estão os grandes quadrinhos feitos por mulheres?” e “Silêncio = Morte”. Nolasco também fez parte da editoria da Revista Farpa e participou de antologias como Amor em Quadrinhos, Alpaca Zine e A Samurai – Primeira Batalha. Na CCXP 2017 lançará uma prévia de sua primeira graphic novel, “Só Ana”.

Renata Rinaldi

Mineira, publica quadrinhos desde 2013, atualmente vive e estuda Artes em Brasília. Foi Indicada ao Prêmio HQMIX 2017, na categoria Novo Talento Desenhista. É ilustradora freelancer, quadrinista integrante do selo PAGU, desenhista do título semestral D.A.D.A. publicado no Social Comics através da Editora Cândido, também é Integrante e fundadora do coletivo de mulheres quadrinistas: Mandíbula. Em suas jornadas solo lançou de forma independente: Labirinto em Linha Reta; Last Rose; Cadafalso; Share with me; Hey, Look Around! e Diário de quando éramos estrelas. Atualmente está produzindo mais histórias de: O Pequeno Bapho (Baphomet). Sendo os próximos lançamentos: YAKI e The Secret Garden. Você pode acompanhar sua jornada na página do Facebook e no Instagram: @tintaderaposa. Entre um rolê e outro, gosta muito de assistir a desenhos e tomar chá. <3

F38

Sapo Lendário

Sapo Lendário, um casal de ilustradores e designers pernambucanos que trabalham com técnicas desde o modo tradicional ao digital em seus projetos há pouco mais de 4 anos. A maior intenção é unir os estilos, que se transforma num novo traço apresentando os pontos mais fortes de cada um. Neste Artists’ Alley apresentarão novos materiais.

F39

Catharina Baltar

Catharina vem trabalhando na área criativa há mais de 6 anos, ilustrando livros e criando gráficos para jogos digitais. No seu tempo livre faz pinturas em aquarela, que é sua técnica preferida, e também cria quadrinhos autorais independentes. Sua primeira publicação, Cerulean, foi lançada em 2016, totalmente ilustrada com aquarela. Esse ano lançará seu segundo quadrinho, Lacrimosa, na CCXP. Ele também é todo ilustrado com aquarela, lápis de cor e gouache.

Crow

Crow (Diana Doria) é uma brasiliense de 23 anos que desde criança sonhava em viver criando e desenhando histórias. Aventurou-se pela literatura e pelos quadrinhos, mas escolheu os jogos digitais como mídia favorita. Atualmente trabalha com concept art para jogos, e estuda design na UnB.

F44

Aquele Eita

Raquel Segal é carioca, publicitária e criadora da página “Aquele Eita”, onde posta (quase diariamente) tirinhas sentimentais para todo tipo de bad. Iniciante no ramo dos quadrinhos, levará dois lançamentos para a CCXP 2017: “Um Anjo que Latia”, onde conta histórias que viveu com seu primeiro cachorro; e “Seria Cômico Se Fosse Cômico”, coletânea de tirinhas de humor.

G09

Melissa Garabeli 

Nascida no interior do Paraná, Melissa se dedica aos pincéis e aos bichos. Faz quadrinho, livro infantil, livro ilustrado e, vez ou outra, inventa universos de aquarela.

G11

Malika

É quadrinista, cursou o quarto período na escola de belas artes em Marrocos, seu contato com lápis e papel iniciou muito cedo e logo suas artes estavam ganhando os Marroquinos com vendas de belas artes em quadros. Após isso, fez quadrinhos para a empresa INWI de comunicação, retratando A série SWITCHERS. Quadrinizou o roteiro do francês Jean-François em uma bela arte de quadrinhos com o título LAMSARI. Também participou de exposições e festivais em Marrocos, Argélia e Brasil.

G15

Andressa Prado

Animadora e desenhista, atualmente intercala seu tempo trabalhando para a Lightstar Studios e estudando character e quadrinhos. Influenciada pelas animações da Disney e do Studio Trigger, decidiu seguir carreira em animação. Na CCXP deste ano, levará vários prints com suas artes, além de estar lançando a zine “4 Estações”, em parceria com sua amiga K. Rupenian.K. Rupenian

Cenarista e ilustradora desde 2015. Atualmente trabalha na Supertoons como cenarista. Formada em animação pela Anhembi Morumbi e não posta regularmente seus trabalhos pessoais nas redes sociais, porém sempre em algum momento, dá o ar da graça. Levará para o evento sua zine, sobre os espíritos das quatro estações, em conjunto com a sua amiga, Andressa.

G16

Cinthia Saty Fujii

Cinthia Saty é ilustradora nascida em 1987 na cidade de São Paulo. Focada em desenvolvimento visual para animação (cenários, props e personagens), já trabalhou com ilustração para publicidade e Ilustrou os livros infantis “As Crianças das Estrelas” e “Borbocleia” pela editora Hércules. Em 2016 estreou nos quadrinhos participando como uma das ilustradoras da HQ Cemitério dos Sonhos (Editora SESI/Quanta), do autor português Miguel Peres. Também faz tirinhas autorais sobre a maternidade (maternidade sincera). Atualmente trabalha como ilustradora na Tv Pinguim, desenvolvendo personagens e props para séries animadas. http://cinthiadynamite.tumblr.com/ http://facebook.com/cinthiadynamite http://instagram.com/dynamitecinthia

Verônica Berta

Verônica Berta é formada em design gráfico pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e atua como designer e ilustradora desde 2011. Teve formação em desenho na Quanta Academia de Artes e mais tarde fez curso superior de desenho acadêmico na Ecole Emile Cohl (Lyon, França). Atualmente, trabalha como ilustradora e storyboarder no mercado publicitário e cinematográfico; participa da realização e produção de projetos culturais na área de ilustração e quadrinhos e é integrante do coletivo Tartofrese de publicações independentes.

G18

Fabiana Shizue

Desde 97 trabalha como ilustradora, criando para editoriais, revistas e livros de moda, campanhas, estampas, livros infantis, juvenis e didáticos, sites, games etc. Hoje trabalha parte do tempo com criação de cenários e direção de arte na produtora TV Pinguim que produz animações para TV e cinema. E também em seu estúdio como freelancer para livros e sites. Em algum intervalo faz ilustrações pessoais, normalmente em nanquim e aquarela e aplica em alguns produtos como sketchbooks, canecas, calendários, camisetas e pôsteres. Participa de algumas feiras durante o ano. Esta será sua terceira participação na CCXP em SP. Ano passado lançou o livro autoral Porco Anjo que participou da BIB em Bratislava este ano. Em dezembro lançará um novo livro, chamado Mila, com o texto de seu amigo Paulo Renato.

G30

Julhelena

Júlia Helena é quadrinista e ilustradora de Belo Horizonte – MG. Começou a publicar em 2014 através da página “Julhelena” e desde então tem participado de feiras e eventos no circuito de publicações independentes de Belo Horizonte. Em 2015 publicou o zine “Alguém Comeu Meu Brócolis – O Retorno”, uma compilação das melhores e piores tiras da página. Iniciou uma campanha de financiamento coletivo continuado em 2016 e em 2017 teve sua primeira HQ financiada pelo Catarse, “Nave”, que teve 217 apoiadores e é um dos lançamentos para a CCXP 2017.

G33

Cora Ottoni

Formada em Comunicação Visual Design pela UFRJ, Cora Ottoni trabalha na equipe de arte do Copa Studio atuando no desenho animado “Irmão do Jorel”. No tempo livre ela produz tirinhas que falam de sobre seus podres, vergonhas que passa, foras que leva, derrotas da vida e algumas vitórias de vez em quando. É autora do quadrinho de ficção científica infanto juvenil com uso de realidade aumentada “Os Zeladores do Tempo”, publicado em 2016. Na CCXP vai lançar a coletânea de tiras “Corenstein”, publicação independente financiada pelo Catarse.

Marina Vasconcelos 

Marina Vasconcelos é integrante da equipe de arte do Copa Studio, trabalhando no desenho animado Irmão do Jorel. Em seu tempo livre cria universos fantásticos, personagens mágicos e imagens cheias de cores e fofura. Quem quiser passar em sua mesa para ver umas artes ou conversar sobre filmes trash fica aí o convite! Instagram: @hiei_loves_you

G36

Luísa Furukawa

Luísa Furukawa trabalha desde 2013 com storyboard para projetos de animação como Sítio do Pica-Pau-Amarelo, Meu AmigãoZão, Dino Aventuras, Bolas de Botas, Meu Tio José e Tropa Troco. Além disso, também atua como ilustradora em projetos nacionais e internacionais como a série de ilustrações ‘Lola Moments’ para a empresa Lola e Lena Dunham, nos Estados Unidos. Dedica-se à produção autoral de quadrinhos, como o projeto Nanda e Momo e animação para projeto Gem Animate 2, uma reanimação do episódio ‘The Answer de Steven Universe’.

G37

Gio Guimarães

Giovanna rabiscava papéis – e paredes – desde criança. Cursou Psicologia, Artes Visuais e Cinema e mergulhou fundo no mundo da ilustração, quadrinhos e animação, suas paixões. Entre outros trabalhos, colorizou quadrinhos e criou capas e séries de cards para o mercado americano, trabalhou em longas-metragens e séries de animação como Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas e Irmão do Jorel no Rio de Janeiro e ilustrou para livros e jogos. Atualmente reside em São Paulo, trabalhando como ilustradora sênior na Cool Mini Or Not, onde cria artes para games. Desenvolve projetos pessoais de quadrinhos e animação e não consegue decidir se é mais viciada em Wacon e bytes ou em tintas e papéis. Na CCXP 2017 lançará “A Música de Erich Zann”, quadrinho todo pintado em aquarela adaptando um conto do mestre Lovercraft, e preview de suas tirinhas Gattoria!

G38

Senhoritas de Patins

“Senhoritas de Patins” é um estúdio independente de quadrinhos e ilustração fundado em 2014. As mentes conspiradoras desse projeto pertencem às amigas: Fabiana Signorini e Kátia Schittine! Ambas são formadas em Cinema de Animação pela UFMG. Elas adoram desenhar e criar novas histórias e fazem trabalhos colaborativos de quadrinhos desde 2003! O nome “Senhoritas de Patins” é uma brincadeira com as traduções literais dos sobrenomes das artistas.

H01

Hanna Seabra

Ex-estudante de design gráfico, atualmente trabalha como tatuadora e ilustradora freelancer. Flerta com o estudo de design de personagens, concept art e design de cores, além de outras áreas ligadas à pré-produção da animação. Apaixonada por livros de anatomia, cores saturadas e formas exageradas, procura incorporar na tatuagem elementos presentes na arte digital. Gasta boa parte de seu tempo livre lendo histórias de terror, procurando personagens interessantes e criando estudos sobre eles. Acredita que a diversidade é um dos fatores que mais traz riqueza e dimensão para uma produção criativa, e tem grande interesse por obras que demonstram essa preocupação. Pensa muito sobre Overwatch e animações dos anos 90.

Dokirosi

Recém-formada em Design pela Puc-Rio, trabalha como freelancer e este ano está publicando o primeiro volume de seu quadrinho autoral. Encantada por ilustração e comics, vê nos quadrinhos um ambiente muito rico e acessível para abordar questões que precisam ser discutidas de maneira leve, imaginativa e interessante. e também, completamente apaixonada pela série animada “Steven Universo”, por suas características positivas sobre uma maior diversidade na representação de mulheres na mídia.

H03

Anna Charlie

Anna Charlie é fruto do trabalho da Anna Maeda como ilustradora. A artista gosta de contar pequenas histórias e sentimentos por linhas e cores. Anna aplica suas criações em diversas superfícies, como canecas, pratos decorativos, e no bom e velho papel.

Lorena Kaz

Lorena Kaz é carioca, formada em design pela PUC-Rio. Já ilustrou para a Folha de SP e Revistas Recreio, Gloss, Saúde, Runner’s world e Sesc, entre outras. Também ilustrou os livros infantis “O museu da Emília”, ed. Globo e “A princesa Preguiçosa e o príncipe Acordadão”, ed. 5W. Atualmente vive em SP e divide seu tempo entre a ilustração de livros didáticos e os projetos pessoais, como a página do facebook “Uma lhama por dia”, que deu origem ao livro “Uma lhama no cinema”, ed. Conrad e o projeto “Morrer de amor e continuar vivendo” que gerou o livro homônimo e traz histórias em quadrinhos que tratam de relacionamentos e dependência emocional. Lorena também é autora da “Coleção Sketchbook”, ed. Criativo e lança ainda em 2017, como ilustradora, o livro “Duas minhocas e uma festa”, ed. R&F e em 2018 os autorais “Minha casa” e “meio inteiro”.

H09

Animadora do Combo Estúdio, ilustradora freelance e eterna amante de cultura pop, seja no Rio de Janeiro (onde mora) ou exilada em Delta Vega, vai estar sempre carregando um sketchbook e marcando uma pizza pra mais tarde. Seu trabalho gira em torno de temas como o espaço e a natureza, buscando dar ênfase em cores vivas, simplicidade e formatos fluidos. Já trabalhou ministrando workshops de ilustração de flores e processos criativos em faculdades de design (ESDI e UFF) e entre os clientes estão empresas como a Faber Castell e a Globosat.

H12-13

Limetown Studios

A Limetown é um estúdio de ilustração e concept art fundado em 2011 por Amanda Duarte e Gustavo Lima, com o objetivo de trazer soluções criativas e impactantes para as mais diversas áreas da comunicação visual, especialmente os mercados de games, livros e publicidade. O portfólio da Limetown conta com mais de 40 jogos publicados para as mais diversas plataformas; sem contar a atuação do estúdio nos mercados de publicidade e editorial, criando para campanhas de alcance nacional e ilustrando material didático para algumas das maiores editoras do país.

H29

Debora Santos

Integrante do coletivo de impressos Netuno Press, publicou os quadrinhos Pombos! e Lua Cheia. Também participou da revista Café Espacial #16 e tem dias que, entre um freela e outro, dá aulas de desenho. Na CCXP vai lançar o quadrinho SAPACOCO, com roteiro de Márcio Moreira.

H32-33

Lu Caffagi

H44

Bianca Pinheiro

Bianca Pinheiro é autora da série Bear, que começou a ser publicada pela Editora Nemo em 2014 e hoje está em seu terceiro volume. É também responsável pela Graphic MSP da Mônica intitulada Força, lançada em 2016, e pelas HQs independentes “Dora” e “Meu pai é um homem da montanha”. Ganhou em 2015 o Troféu HQ Mix de “Novo Talento – Roteirista”.

Cinco Garotas Adolescentes que Viajaram no Tempo!

A cultura pop está recheada de histórias sobre viagens no tempo. O que aconteceu no passado pode ser mudado? E o futuro, podemos mudá-lo também? Quais as consequências disso? Devemos evitar as grandes tragédias das gerações anteriores, ou deixar a história seguir o seu rumo? Todas essas perguntas aparecem em diferentes situações por um monte de universos ficcionais. E a gente adora!

Apesar de adorar trama com viagens no tempo uma coisa sempre me incomodou: são poucas as mulheres que realmente fazem esses passeios. Quando falamos sobre garotas adolescentes então, fica ainda mais difícil achá-las, mesmo em YA’s de sci-fi! Ainda assim, existem algumas garotas adolescentes que fizeram essas viagens não apenas como acompanhantes, mas como agentes centrais da história e de mudanças. Compilei algumas delas numa listinha que tem garotas viajantes do tempo para todos os gostos.

Kitty Pride – Dias de Um Futuro Esquecido

Em uma das fases mais clássicas dos X-Men, e que inspirou o último filme da franquia, Kitty Pride vivem num futuro distópico onde os mutantes estão presos em campos de concentração. Kitty então transfere a sua mente para uma versão mais jovem de si mesma e com a ajuda dos X-Men precisa evitar um momento crucial e fatal que serviu de estopim para a histeria anti-mutante. Tecnicamente é a Kitty adulta que viaja, mas como toda a ação principal acontece enquanto ela é adolescente, entrou na lista! Quando a história foi adaptada para o cinema ao invés de mandar a mente dela mesma, Kitty mandou a mente de Wolverine de volta para o Logan da década de 70.

Aqui no Brasil a Panini lançou a versão em quadrinhos (que você consegue comprar aqui), e a Novo Século lançou a novelização da saga (que você consegue comprar aqui).

Kate – Trilogia Chronos: Viajantes do Tempo

Imagina descobrir que a sua avó é uma viajante do tempo. E não só isso, que ela nasceu no futuro, de lá trouxe a tecnologia e que os segredos da sua família podem não só te transformar numa viajante no tempo, mas também te tornar responsável por impedir um desastre eminente? Kate é determinada a conseguir – e descobrir – tudo que ela quer, mesmo quando todos a sua volta aconselham o contrário. Mas como estamos falando de viagem no tempo ela precisa tomar muito cuidado para não alterar não só o futuro como conhecemos, mas para não apagar a sua própria existência. Chronos é um YA cheio de aventura, mistérios e romance!

O livro Chronos: Viajantes do Tempo, da autora Rysa Walker, é o último lançamento da DarkSide Books no selo Darklove. Você pode comprá-lo aqui.

Hagome/Kagome – Inuyasha

Imagina que um dia você cai, sem querer, num poço e quando se dá conta está na Idade Feudal Japonesa, uma era em que mulheres tinham ainda menos direitos e que, pra piorar tudo, está infestada por Yokais (demônios)? Eu pularia de volta no poço para nunca mais voltar, mas como Hagome não sou eu, ela não só fica num eterno ir e vir como também leva o almoço que a mãe dela faz para os amigos de outra era e assume uma posição central na luta contra os yokais. Inuyasha é bastante centrada no personagem título, mas eu sempre achei formidável o modo como Hagome caminha livremente entre uma era e outra, sem grandes preocupações e sempre correndo imenso risco de vida.

Puella Magi Madoka Magica

Eu não vou revelar qual personagem viaja no tempo porque esse é parte do mistério do anime, mas eu vou sempre pegar qualquer oportunidade para indicar um dos melhores desenhos que eu assisti em muito tempo. “Sailor Moon da bad infinita” é, talvez, o melhor resumo do que é Madoka Mágica. Uma série de garotas mágicas com uma pegada bem mais violenta, um tom mais macabro e realista, e uma animação inovadora, Madoka traz viagem no tempo como um recurso de narrativa que ajuda a sustentar a inevitabilidade trágica que é ser uma Garota Mágica em um universo que não é gentil como o da princesa da lua.

Você consegue assistir Madoka Magica no Netflix Brasil.

Max – Life is Strange

Depois de salvar acidentalmente a colega Chloe da morte, Max percebe que tem o poder de viajar no tempo. Inicialmente as viagens duram poucos segundos, que ela usa para mudar pequenos eventos, mas a medida que o jogo vai avançando, os poderes dela também vão aumentando. Max é uma adolescente introvertida e com poucos amigos, mas as escolhas do jogador acabam gerando mudanças nela e em suas relações. Ela entende a responsabilidade que tem com esse poder, mas acaba entrando em varias situações, inclusive algumas que saem de seu controle, culminando em decisões complexas. As escolhas de Max afetam tanto a sua vida, quanto a vida das pessoas ao seu redor, sendo que cada pequeno evento mudado pode alterar completamente a linha do tempo em que ela se encontra.

Life is Strange está disponível para Playstation, XBox e PC.

Consegue se lembrar de mais alguma garota adolescente que saiu por aí mexendo pelo tempo? Manda pra gente nos comentários!

Até mais! 😉

Este post é um oferecimento da Darkside Books.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Emmy 2017, Mulheres e Minorias.

O Emmy de 2017 com certeza surpreenderam muita gente, mas a verdade é que quando se dá espaço para minorias contarem histórias, contarem as suas histórias do seu ponto de vista, então muitas coisas incríveis pode acontecer. Não me surpreende que em um ano com tantas produções focadas em histórias femininas e em histórias de outras minorias o prêmio tenha sido entregue para essas pessoas.

Então vamos às mulheres que fizeram história e ganharam prêmios ontem ontem! <3

Lena Waithe se tornou a primeira mulher negra a ganhar um Emmy de Roteiro de Comédia pelo episódio “Thanksgiving”, em Master of None. Esse é, de longe, o episódio mais amado da segunda temporada e um episódio que conseguiu mostrar, para muitas pessoas LGBT, o drama e o humor de “sair do armário” para a família. Ou seja, não é só que uma mulher negra ganhou o Emmy de comédia, uma mulher negra e abertamente lésbica ganhou um Emmy ontem. E por mais que ainda seja pouco e que nós queiramos mais, não tem como não ficar feliz por ver Lena lá em cima segurando o troféu!

Eu vivo um caso de amor e receio com Master of None. Eu amo a primeira temporada, a segunda temporada me levantou a sobrancelhas algumas vezes por causa de alguns tipos de representação, mas Master of None é, de longe, a comédia de meia hora mais bem escrita que eu assisti em alguns anos. É diferente das minhas favoritas como Brooklin 99 e a eterna amada Parks and Recreation, comédias ainda um tanto formulaicas, mas consegue acertar em cheio não só na narrativa mas também no casting.

Julia Louis-Dreyfus se tornou a pessoa com mais Emmys ganhos pelo mesmo papel em um mesmo seriado. Julia está na há sete temporadas interpretando Selina Meyer na série Veep e levou para casa o prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia pela SEXTA vez consecutiva!

Eu não sou a doida de Black Mirror no Collant (essa é a Clarice), mas San Junipero com certeza é, dos episódios que eu já assisti, o meu favorito. Uma visão positiva, bem escrita e de maneira geral alegre de um relacionamento entre uma mulher lésbica e uma bisexual não é exatamente fácil de se achar por aí. Por isso os prêmios de Melhor Roteiro para Série Limitada, Filme ou Especial Dramático e o de Melhor Filme para Televisão são tão significativos. E, da minha parte, me enche o coração de esperança saber que talvez o episódio mais feliz de Black Mirror tenha ganhado. Em tempos tão sombrios acho que a gente precisa de um pouco de esperança e coisas boas.

Um dos grandes campeões da noite foi The Handsmaid Tale, a série do Hulu que adapta para a televisão/VOD o livro “O Conto da Aia” de Margaret Atwood. A produção levou para casa OITO prêmios, entre eles o de Melhor Direção em Série Dramático, que ficou com Reed Romano. A diretora tem um longo currículo como fotógrafa, e além de The Handsmaid Tale também dirigiu episódios de Billions e Halt and Catch Fire e o longa Meadowland. É sempre incrível ver o nome de uma mulher na lista de diretores premiados, ainda temos um longo caminho pela frente, e ele definitivamente precisa ser liderado por mais mulheres.

A eterna Rory Gilmore, Alexis Bledel, levou o prêmio de Melhor Atriz Convidada em Série Dramática pelo seu papel como Ofglen. Confesso que fiquei contente de ver Rory levando o troféu pra casa.

A série também levou Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática, que levou o prêmio foi Ann Dowd, que interpretou a personagem Aunt Lydia na série. Além de Ann, Samira Wiley também estava indicada ao prêmio pelo seu papel como Moira.

Big Little Lies, da HBO, também levou para casa oito prêmios, entre eles Melhor Atriz Protagonista em Série Limitada ou Filme para Televisão, para Nicole Kidman. Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para Televisão, para Laura Dern e Melhor Série Limitada.

Quando se fala de representação feminina é muito comum que ela caia dentro de um certo padrão de idade, então é muito legal ver que das seis mulheres que levaram estatuetas para casa, quatro delas estão acima dos 50. Papéis femininos bem construídos praticamente deixam de existir quando se chega à uma certa idade, diferente dos papéis masculinos que se tornam cada vez mais e mais complexos.

Espera-se, e assim parece, que esses papéis vão continuar a aumentar à medida que mais mulheres forem ganhando espaço no mercado, e à medida que nós formos dando valor para as mulheres mais velhas que já estão trabalhando há anos por trás das câmeras.

Algumas das atrizes não-brancas que estavam indicadas nas categorias de atuação também tinham mais de 50, como Viola Davis e Vanda Sykes, mas é importante notar que todas as ganhadoras dessas categorias deste ano foram brancas. Ainda temos um longo caminho no que diz respeito à protagonistas femininas não-brancas.

Mas nem só de mulheres foi feito o Emmy!

Sim, eu fiquei bem contente com todas as mulheres e séries com temática feminina que levaram o Emmy pra casa, mas não dá pra deixar de falar sobre alguns dos homens que também ganharam ontem.

  • Donald Glover (Community, Spider-man: De Volta ao Lar) levou Melhor Direção em Série de Comédia e Melhor Ator em Série de Comédia por Atlanta, a sua produção para o canal FX.
  • Riz Ahmed (Rogue One) ganhou como Melhor Ator em Série Limitada/Filme para TV por seu trabalho em The Night Of, da HBO. Ahmed também fez história ao se tornar primeiro homem do sul asiático à ganhar um Emmy de atuação.
  • Aziz Ansari é o co-roteirista do episódio “Thanksgiving” ao lado de Lena Waithe e, por isso, também é ganhador do Emmy de Melhor Roteiro para Comédia.
  • Sterling K. Brown levou pra casa o prêmio de Melhor Ator Protagonista em Série Dramática por This is Us e quebrou um hiato de dezenove anos desde que um ator negro ganhou esta categoria. Em 1998 Andre Braugher levou a estatueta por seu trabalho em Homicide: Life on the Street. O discurso de Sterling foi reduzido de maneira muito estranha, com até seu microfone sendo cortado. Mas, mais tarde, ele conseguiu terminar o discurso e agradecer a todo mundo que queria:

Então é. Os Emmys 2017 foram definitivamente uma vitória para a representação feminina e também de outras minorias, não apenas no que diz respeito à personagens mas também quanto à produção por trás das câmeras. Muitas pessoas esquecem, mas para uma série como The Handmaid Tale existir é necessário uma equipe de direção (dos cinco diretores, quatro eram mulheres) e uma sala de roteiristas (dos 11 roteiristas, 8 eram mulheres) trabalhando em conjunto e em coesão, para conseguir um trabalho não só merecedor de 8 prêmios mas que tenha agradado o público alvo como agradou. O mesmo pode ser dito de Atlanta, criada por Donald Glover, com a maioria de atores negros, a maioria de diretores e roteiristas que vem de minorias.

Há qualidade e diversidade no trabalho que não foca no homem branco padrão, ele só não recebia prêmios porque não se dava espaço para isso. Chegamos ao final do ano com uma premiação que dá um gostinho doce para uma realidade cada vez mais amarga.

Mulheres da DC Comics apoiam editora da Marvel, homens choram e girlpower ganha o dia.

Ontem a gente falou sobre como Heather Anton sofreu ataques no twitter apenas por ser mulher, feliz, trabalhar com quadrinhas e tomar um milkshake. Desde o dia dos ataques o twitter se encheu de leitores e profissionais dos quadrinhos mandando apoio à editora da Marvel.

Hoje a conta da DC Comics no Twitter postou a foto mais amor de todas:

Lembra aquele moço que tava tentando levantar a guerrinha Marvel vs DC? Deve estar chorando em posição fetal em casa – a DC também tem mulheres! O horror!

Garotas são demais. Fim.

😉

Quadrinho das Caça-Fantasmas tem Kelly Thompson no roteiro!

Enquanto a gente espera impacientemente a Sony tomar uma decisão sobre uma continuação de Caça-Fantasmas: Atenda ao Chamado (2016), hoje a incrível Kelly Thompson anunciou o quadrinho, de mesmo nome do filme, que vai expandir o universo do time formado por Abby, Erin, Holtzman e Patty!

Edição Nº1 – Ilustrações de Corin Howell e cor de Luis Antonio Delgado

A publicação, que sai pela IDW Publishing traz Kelly Thompson (Hawkeye) nos roteiros e Corin Howell (Mighty Morphing Power Rangers) – as duas tem no currículo outros quadrinhos que se passam no universo dos Caça-Fantasmas.

Para o LATimes, Thompson disse:

Eu estou muito feliz em trazer essa primeira aventura solo das mulheres “Ghostbusters” para o mundo dos quadrinhos. Espere muitos elementos sobrenaturais e coisas do tipo “salvar o mundo”.

Essas moças são mágicas quando estão juntas, e eu adoro escrever sobre a criatividade maluca, o cérebro científico e o bom coração delas.

Mas vamos ser sinceras, eu estou aqui mesmo para colocar o máximo de piadas possíveis. E com essas moças as piadas vem rápidas e furiosas. E ainda, quem não quer escrever o Levin? É um sonho realizado!

Howel prometeu mais fantasmas e um eye candy já conhecido

Eu acabei de lembrar que eu vou poder desenhar o Kevin, eu estou muito animada!

Capa da edição nº 2 – Artista: Emma Viecelli e Cor: Luis Antonio Delgado

A história começa com “What Dreams May Come, Part 1”, na aventura o time recebe um chamado para se livrar de um fantasma classe III, mas acaba dando de cara com um assustador Classe VII.

EU ESTOU TÃO ANIMADA. Quero ontem.

Capa variante da edição 1 Artista: Valentina Pinto

As sessões exclusivas de Mulher Maravilha não são sobre excluir homens.

Essa semana a internet ficou em polvorosa com o anúncio da Alamo Draft House, um dos cinemas mais tradicionais dos Estados Unidos, de que faria uma sessão exclusiva para mulheres do filme Mulher Maravilha. Os gritos de revolta vieram de todos os lados, mas o que mais ganhou voz foi o gripo dos pseudo-excluídos.

“Como assim uma sessão só para mulheres? Vai acontecer uma sessão só para homens? E a igualdade?”

A Alamo Draft House respondeu de maneira magnífica àqueles que vieram até a sua página reclamar do evento:

Teve o cara que tentou dizer que não ia fazer dinheiro – e a Alamo respondeu que a sessão esgotou logo nas primeiras horas de venda. XD
Esse tentou puxar pro Trump, dizendo que ia gerar muita raiva se o Trump fizesse uma sessão na Casa Branca (?) só para homens. A Alamo respondeu: “Se chama reunião de gabinete. Ou Reunião Sobre Saúde das Mulheres”. Burn.
Esse rapaz queria saber se vai ter uma sessão só para homens, de Thor: Ragnarok, ou uma sessão especial só para palhaços quando IT sair. A Alamo disse que talvez roube a ideia da sessão só para palhaços.
Essa pessoa tentou jogar a carta da igualdade. Alamo respondeu com a verdade: não é sore igualdade, é sobre celebrar uma personagem que representa muito, para um monte de mulheres, desde 1940.
Esse quis saber se ia ter uma sessão só para homens. A Alamo o lembrou que eles também fazem eventos privados, é só alugar o espaço. XD

Homens tem essa coisa de achar que absolutamente tudo é sobre eles. Mas por mais engraçado que seja ver essa quantidade de homem chorando um tsunami de lágrimas porque, por uma sessão (duas, já que a empresa confirmou uma sessão extra), eles não são o centro das atenções, isso não é sobre eles.

É sobre celebrar mulheres.

Sobre mulheres se encontrando num só lugar, para assistir juntas à primeira super-heroína feminina a ser a primeira super-heroína feminina a chegar aos cinemas através de um blockbuster. Fim.

Não é sobre homens, é sobre mulheres. E ninguém tá impedindo esses caras de irem nas outras milhares de sessões – são apenas essas duas que serão exclusivas para mulheres. Porque elas querem poder ir ao cinema sem ter que escutar comentários engraçadinhos sobre o filme, serem julgadas porque vão se emocionar e possivelmente chorar, sem ter que escutar homem falando que a MM está gostosa, sem ter que se preocupar com qualquer tipo de atitude tóxica masculina.

Porque durante aquelas duas horas, elas só querem aproveitar, celebrar a Mulher Maravilha e se emocionar.

Então, caras. Não é sobre vocês. O filme não foi feito exclusivamente para mulheres, mas por aquelas duas sessões, ele vai ser exclusivamente para mulheres. O mais doido é ver cara, aqui no Brasil, chorando por uma sessão que mesmo se fosse aberta, eles não iam conseguir assistir. Porque tá em outro país. Oo

Mas olha, eu tenho uma solução incrível para toda essa questão de sessões exclusivas, e algo que você, homem, pode fazer. Ao invés de sair por aí gritando que você se sente excluído e injustiçado, aqui vão cinco coisas que você pode fazer para mudar isso:

1) Entenda que o seu comportamento pode ser tóxico para mulheres, escute e leia mulheres que falam sobre isso – melhore.
2) Cobre dos seus amigos caras que eles também melhorem.
3) Vá ao cinema ver Mulher Maravilha junto com as suas amigas, incentive outras mulheres à irem ao cinema ver o filme.
4) Incentive amigos homens à ir ao cinema ver Mulher Maravilha, além de estar incentivando eles a consumir um produto protagonizado por mulher, talvez eles aprendam uma coisa ou outra sobre machismo no filme, e aí eles melhoram.
5) Comece a cobrar dos estúdios e editoras que elas dêem mais espaço para personagens femininas – só Mulher Maravilha e Capitã Marvel não é o suficiente, e nem de perto representam a totalidade das mulheres fãs de quadrinhos (nós somos mais do que brancas, magras, esbeltas e etc).

Então é isso. Não é sobre excluir homens, é sobre celebrar mulheres.

Até mais! 😉

(Prints via The Mary Sue)

As Minas do Artists’ Alley da CCXP Tour Nordeste 2017!

Mal saímos de uma Comic Con Experience, já estamos chegando em outra – a CCXP Tour Nordeste! Infelizmente nessa edição o Collant não vai conseguir marcar presença e passar horas se perdendo nessa maravilhosidade de minas do Artists’ Alley! Mas, se você vai estar por lá, não deixe de passar nessas mesas incríveis! <3

O evento acontece nesta semana, de 13 à 16 de Abril, em Recife.

A13-14

Adriana Melo

Adriana Melo ingressou no mercado de quadrinhos depois de ter uma avaliação de portfolio, em uma convenção de quadrinhos em São Paulo, ainda aos 18 anos. Depois de um tempo treinando ao lado de outros desenhistas já ativos na industria, veio a primeira oportunidade: Homem de Ferro. A partir daí vários títulos se seguiram: Quarteto Fantástico, Surfista Prateado, Star Wars: Empire, Rose & Thorn, Witchblade, Sinestro Corps: Parallax, Miss Marvel, Birds of Prey e Catwoman entre títulos mensais e especiais. Atualmente, Adriana é a desenhista de “New Adventures of the Ninth Doctor” para a editora Titan Comics.

A16

Suu Hideto

Suu Hideto cursou publicidade e propaganda, trabalhou como professora de mangá na AreaE Escola de Artes, Escola de desenho Daniel Azulay e no Senac Bom Retiro como professora de desenho de moda utilizando o manga; Fez projetos independentes como a HQ “Peter Pan the Second Day”, e “Shoujo Mangá Dream” entre outros! Recentemente publicou pela editora Crás o livro “Lolita Fashion Japan” com Sandra Rybicki e Cecilia Cherullo. Pretende divulgar seus trabalhos mais recentes, a reedição de seu “Peter Pan”, “Sketchbook Suu Hideto”, o livro “Shoujo Manga Book”, e seu lançamento da light novel “Um segredo e o Gene MC1R” para esta edição do CCXP 2016 com prints de seus trabalhos aqui citados.

A18

Brendda Lima

Brendda Lima é ilustradora e colorista. Cearense, faz parte do coletivo Netuno Press e vai levar pra CCXP tour recife quadrinhos, prints e adesivos. Pra encontrar o trabalho dela, basta aparecer na mesa A18.

B07

Luna

Luna Bianca Guimarães Praun – ou simplesmente LUNA – é uma artista digital nascida e criada no Recife. Pegou gosto por desenhar quando criança e desde então não parou mais (e nem pretende). Tem preferência pela arte digital, mas se aventura por técnicas tradicionais como aquarela e gouache. Sempre gostou muito de criar histórias e agora quer mostrá-las ao mundo. Sua primeira HQ, “MOIRA”, será lançada em forma de fanzine na CCXP.

melik3scoffee.tumblr.com

facebook.com/lunapdraws

Laís M.

Recifense nascida e crescida nessa cidade. Curso design na UFPE e atualmente trabalho na Editora Universitária. Peguei gosto pelo desenho quando era ainda menor do que sou hoje (rs). Fui uma criança muito agitada, o que fez meus pais tentarem preencher todo o meu tempo e gastar toda minha energia com atividades físicas e artísticas, e foi assim que eu comecei a gostar de fazer arte. Por volta dos 11 anos eu já dominava a pintura a óleo (e também já era uma criança muito mais calma para alivio dos meus pais), mas só durante a adolescência descobri a pintura digital, a qual se tornou de longe minha maior paixão. Meus grandes objetivos são o trabalho como designer editorial e também a construção na carreira de quadrinista e ilustradora.

B11

Suzanne Cascardi

Olá! Sou Suzanne Cascardi, tenho 26 anos, nascida em São José dos Campos, interior de São Paulo. Sou Ilustradora digital, formada em Desenho e Animação. Trabalho como ilustradora freelancer desde 2010, me tornei um membro da Kinoene Arts e também do estúdio Tonnelada em 2013! Estarei na CCXP Tour Nordeste mostrando um pouco do meu trabalho. Encontrei na ilustração e nos quadrinhos um meio para me expressar e inspirar outros a seguir seus sonhos, levando isso em consideração estarei na CCXP Tour com meu primeiro Artbook: o LUME, um compilado de criações de personagens, ideias e releituras do mundo fantástico que sempre serviu como referência em minhas produções.

C05

Aline Lemos

Aline é natural de Belo Horizonte e produz quadrinhos e zines de forma independente desde 2013. Publicou o fanzine “Melindrosa – Folhetim erótico político fantástico do século XXI”, finalista no prêmio HQMix 2015 nas categorias Publicação Independente Edição Única e Novo Talento Desenhista. É colaboradora dos portais Lady’s Comics e Marsam Graphics e publica em sua página Desalineada. Nesta edição da CCXP, irá lançar seu livro Artistas Brasileiras em Quadrinhos.

C08

Nickyzilla

Formada em Design Gráfico, Monique Alencar sempre foi apaixonada por quadrinhos, games, cartoons, e arte em geral. Desde criança passava horas à fio desenhando constantemente seus personagens e universos favoritos, sempre tendo muito respeito e admiração por todos os profissionais envolvidos na área de ilustração (desenhistas, coloristas, arte-finalistas, etc). Em 2013 começou a trabalhar ativamente no ramo e desde então exerce o ofício como artista freelancer. Atualmente está organizando os projetos de dois quadrinhos diferentes e espera trazer a mesma alegria que sempre sentiu a outros futuros apreciadores e leitores.

C09-10

Cris Peter

Com 15 anos de experiência em colorização de quadrinhos, já trabalhou para as editoras DC Comics, Marvel, Dark Horse e Image, em títulos como “Superman/Batman”, “Astonishing X-Men”, “Quarteto Fantástico”, “Capitão América & Namor” e “Hawkeye vs Deadpool”. Em 2012, tornou-se a primeira brasileira indicada ao Prêmio Eisner. Seu trabalho também pode ser visto nas Graphic MSP “Astronauta – Magnetar”, “Astronauta – Singularidade” e “Astronauta – Assimetria”, com arte e roteiro de Danilo Beyruth. Escreveu o livro “O Uso das Cores” e atualmente desenvolve um projeto autoral “Patas Sujas”, com o coletivo Estúdio Complementares e a desenhista Érica Awano. Cris também está envolvida no selo Pagu Comics como autora do título “Quimera”. Participou da organização de painéis sobre diversidade, apresentados nas edições anteriores da CCXP, juntamente com Rebeca Puig e colaboradores.

Renata Rinaldi

Mineira, Ilustradora, publica quadrinhos desde 2013. Nasceu em cidade minúscula e cresceu em cidade pequena, mas atualmente vive e estuda em Brasília. É artista visual com o fervoroso desejo de contar histórias, pois possui o grande deslumbramento por narrativas de várias formas: ilustra, cria zines, livros-objetos, quadrinhos, desenhos e grandes planos mirabolantes. Esse desejo desembocou em aventuras diversas: fez tirinhas com selo Batata Frita Murcha, fundou e é atual integrante do coletivo de mulheres quadrinistas a Mandíbula, fez parte de diversas Antologias dentre elas o Jornal Pimba (Brasília – DF), a PLAF (Recife – PE), a Basídio (Uberlândia – MG) , a Mês (Brasília – DF), dentre outras. É integrante do selo PAGU, onde é desenhista do título trimestral D.A.D.A. publicado no Social Comics através da Editora Cândido, além das jornadas solo: Labirinto Em Linha Reta, O Pequeno Bapho e Last Rose, lançadas no cenário independente. Publica suas produções em sua página no Facebook e no instagram: @tintaderaposa. Entre um rolê e outro, gosta muito de assistir desenhos e tomar chá. <3

C11

Gio Guimarães

Giovanna Guimarães saiu rabiscando papéis e paredes desde criança. Aventurou-se na UFMG e mergulhou fundo no mundo da ilustração, quadrinhos e animação: suas paixões. Entre outros trabalhos, colorizou quadrinhos, criou capas e séries de cards para o mercado americano, e trabalhou em longas-metragens e séries de animação como o Irmão do Jorel na 2DLab e Copa Studio, no Rio de Janeiro. Atualmente reside em São Paulo, trabalhando como ilustradora sênior na Cool Mini Or Not, onde cria artes para games. Desenvolve projetos pessoais de ilustração, quadrinhos, animação e toy arts, e não consegue decidir se é mais viciada em Wacon e bytes ou em tintas e papéis.

C13

Senhoritas de Patins

“Senhoritas de Patins” é um estúdio independente de quadrinhos e ilustração fundado em 2014. As mentes conspiradoras desse projeto pertencem às amigas Fabiana Signorini e Kátia Schittine! Ambas são formadas em Cinema de Animação pela UFMG. Elas adoram desenhar, criar novas histórias e fazem trabalhos colaborativos de quadrinhos desde 2003! O nome “Senhoritas de Patins” é uma brincadeira com as traduções literais dos sobrenomes das artistas. Venha conhecer-nos e ao o nosso trabalho! http://www.senhoritasdepatins.com/

C14

Janaina Araujo

Sou colaboradora do Studio PBR, que foi fundado por alguns amigos meus, e estudo Design na Universidade Federal de Alagoas. Minha área de atuação é o Design Gráfico, especialmente em Histórias em Quadrinhos ou Arte Sequencial. Atualmente faço histórias em quadrinhos, ilustrações, tirinhas, roteiro, diagramação, entre outros, mas minha especialidade é a Arte Final. Desenho desde a adolescência, mas venho me profissionalizando desde 2012 até então.

D03

Ilustralu

Oi, eu sou a Luiza de Souza. Tenho 24 anos, cursei Comunicação Social na UFRN e larguei a vida de agência pra trabalhar com ilustração desde o início de 2014. Publiquei a HQ Contos Rabiscados para Corações Maltrapilhos em 2014 – que já está em sua 2ª edição, o zine Marcela Mulher Melhore em 2015 e comecei a web-comic Os Cool Kids em 2016. Fiz trabalhos para pessoas incríveis com histórias bonitas, agências de publicidade descoladas, portais de notícias locais e murais em diversos estabelecimentos comerciais do Rio Grande do Norte. Na CCXP Tour lançarei os zines “O Inventário Amoroso de Marcela” e “Shipp”. <3

Dessamore

Ilustradora profissional desde 2014. Iniciou na área artística por incentivo de amigos e familiares. Mesmo tendo pouco tempo na área, seus objetivos e sonhos sempre estão voltados para a área de ilustração. Fez seu primeiro zine no começo de 2017, que será lançado na CCXP. Um zine cheio de desafios para quem também gosta de ilustrar. Mantem um blog onde fala sobre a vida de ilustrador e materiais artísticos. Seus objetivos para o futuro são muitos e estão só começando.

D07

Marília Feldhues

Comecei minha vida profissional em 2007, trabalhando com arte para material educativo digital. Em pouco tempo comecei a trabalhar na área de jogos, animando e fazendo desenvolvimento visual. Como freelancer, paralelamente ao trabalho com jogos, já executei projetos na área de ilustração editorial para livros e revistas, ilustrações institucionais e projetos para quadrinhos. Em 2016 tive meu primeiro lançamento de quadrinho, o Cemitério dos Sonhos, roteiro do Miguel Peres. Faz um ano também que tenho trabalhado como diretora de arte para animação, área pela qual tenho imensa paixão. Recentemente comecei a produção do meu primeiro curta-metragem de animação, o “Adeus”, que será a minha estréia como diretora.

D11-12

Renata Aguiar

Desenhista desde muito pequena, criou vergonha na cara e começou a trabalhar profissionalmente com ilustração em 2013. É publicitária de formação, designer por opção e ilustradora por coração. Apaixonada por livros e ilustração infantil, juntou seus cadernos e lápis em uma sacolinha presa em um galho e cruzou o oceano para aprender mais. Adepta a desenhos com cores fortes e traços soltos, personagens com anatomia duvidosa, desproporcionais, cabeçudos, pernudos e extremamente fofinhos, juntando tudo isso criando o projeto “The Palette Challenge”.

D16

Atóxico (Renata Nolasco)

Atóxico (Renata Nolasco) é natural de Mossoró-RN e atua como Ilustradora e Quadrinista desde 2014. Com 21 anos, é formada em Jornalismo, porém a paixão pelos quadrinhos falou mais alto e vem trabalhando desde então com a proposta de tiras informativas. Está em processo de finalização de sua primeira novela gráfica ficcional, chamada “Apenas Ana”. Renata administra a página “Atóxico” no Facebook e Instagram, e publica seus quadrinhos no Medium (medium.com/@renatanolasco) e Tumblr (atoxicoemoral.tumblr.com). Seu trabalho tem como característica principal as cores vibrantes e traços caricatos que remetem ao estilo cartoon.

E03-04

Bianca Pinheiro

Formada em Artes Gráficas e pós-graduada em Histórias em Quadrinhos, Bianca Pinheiro começou a publicar webcomics em 2012. Sua obra mais famosa, Bear, está no terceiro volume e é publicada pela Editora Nemo desde 2014. A história narra as aventuras de uma menina perdida em busca dos pais e encontra um urso que se torna seu amigo. A quadrinista também é responsável pela graphic novel Mônica, do projeto Graphic MSP da Mauricio de Sousa Produções, e pelas HQs independentes Dora (2014) e co-autoria em Meu pai é um homem da montanha (2015). Além de algumas short comics independentes: Sustenido (2012), Adeus, Lourdes (2012), Ouro de Tolo (2012), Me Deixa Entrar, Mariana (2013), 24 Horas de Quadrinhos (2014), A Hora da Bruxa (2015) e O Instante (2015).

E09

Cristina Eiko

Cristina Eiko nasceu em São Paulo-SP e formou-se em Design Digital. Trabalhou com webdesign e, fã de animação, entrou no mundo da animação como assistente em “Asterix e os Vikings”, passando pelo “Segredo de Kells” e “Uma História de Amor e Fúria”. Viciada em quadrinhos, participou de um fanzine com amigos, fez tirinhas de dor-de-cotovelo e hoje em dia produz o “Quadrinhos A2”, criado com Paulo Crumbim em 2010, que conta com 4 volumes até agora. Também, junto com Paulo, fez “Penadinho – Vida”, uma das Graphics MSP, em 2015.

E10

Milena Azevedo

Milena Azevedo já foi professora de história e empresária, mas atualmente segue como roteirista de histórias em quadrinhos, integrando a equipe do Pagu Comics, com a HQ “Haole”. É resenhista do Universo HQ e colunista do Substantivo Plural. Já publicou quadrinhos em coletâneas regionais, nacionais e em Portugal. Em 2013, junto com o chargista Brum, fundou a MBP (selo independente de quadrinhos), lançando O Guarda-Vidas e as coletâneas Visualizando Citações (finalista por duas vezes consecutivas do Troféu HQ Mix) e Fronteira Livre (finalista do Troféu HQ Mix e do 42º Festival de Angoulême – categoria BD Alternativa). Organiza eventos de cultura pop na cidade do Natal, além de ser a curadora do setor de quadrinhos da FLiQ – Feira de Livros e Quadrinhos de Natal.

Blenda Furtado

Trabalho como Ilustradora e arte finalista, produção de artes encomendadas, ilustração institucional e editorial desde 2009. Atualmente venho participando com desenhos publicados em livros relacionados a quadrinhos, ilustração, RPG e outros. Minhas últimas publicações foram como Arte Finalista do Selo “Pagu Comics” do Streaming de Quadrinhos “Social Comics”, além de ilustrações para livros de RPG publicados nos livros “Só Aventuras V.04” e “Mundo dos Deuses” da Editora Jambô.

F02

Cris Camargo

Gaúcha radicada em São Paulo, Cris Camargo é formada em Comunicação e trabalha como editora e produtora de conteúdo digital, além de fazer freelances como ilustradora. Desenha desde que se conhece por gente. No momento, se dedica à produção e publicação da minissérie em quadrinhos “O Último Maranishi”, em versão digital e impressa.

F03

Azuos

Professora de Desenho Técnico e Artístico. Estudante de Licenciatura em Expressão Gráfica [UFPE]. Estagiou como mediadora, oferecendo cursos de ilustração para a Prefeitura do Recife, e como ilustradora em empresas de jogos educativos. Atualmente trabalha como ilustradora freelancer.

Amanda Aquino

Formada em Design / Mestranda em Design [UFPE]. Trabalhou em empresas de jogos e de publicidade. Atualmente trabalha como ilustradora e animadora freelancer. Apaixonada pela cultura japonesa, e também por quadrinhos e animações em geral, ela mal pode esperar por esse evento incrível!

F08

Anna Charlie

Anna Charlie é fruto do trabalho da Anna Maeda como ilustradora. A artista gosta de contar pequenas histórias e sentimentos por linhas e cores. Seus temas favoritos envolvem garotas, flores, animais e um toque de poesia. Anna aplica suas criações em diversas superfícies, como canecas, pratos decorativos, e no bom e velho papel.

F09

Dharilya

Dharilya desenha desde criança, e sempre gostou de explorar fantasia e terror de uma forma doce e delicada em seus trabalhos. Em 2014 publicou seu primeiro quadrinho, “Entre Monstros e Deuses” pela editora JBC na antologia “HENSHIN! mangá”. Em 2015 publicou de forma independente “A Lojinha Mágica de Medos” da coleção “Relicário HQ”, indicado ao Troféu HQMix em 2016. Atualmente ela trabalha em seu projeto pessoal, “Candy Machine” e acredita que 2017 promete bastante novidades.

Natália Prata

Ilustradora freelancer formada em Arquitetura e Urbanismo. Sou apaixonada por cultura pop, e esse amor reflete nas paletas de minhas ilustrações. Meu passatempo favorito é desenhar garotas de estética fofa. Além disso, prezo por uma melhor representação feminina na mídia.

G10

Ju Veríssimo

Ju Veríssimo é natural de Campina Grande/PB. Apesar da pouca idade, já participou de projetos onde trabalhou com desenvolvimento de identidade visual, diagramação e colorização. Lança Turma da Marieta em trabalho conjunto com seu pai, José Veríssimo.

H19

Thaïs Gualberto

Formada em Arte e Mídia pela UFCG, começou a se dedicar aos quadrinhos no fim de 2009, quando criou sua personagem “Olga, a sexóloga taradóloga”. Em 2010 formou o Coletivo WC com outros quadrinistas paraibanos, com quem publicou duas edições da revista Sanitário. Também integrou o projeto da revista Inverna, uma publicação pensada para divulgar o trabalho de quadrinistas brasileiras. Ministra oficinas na área de quadrinhos desde 2013, sendo a primeira “O processo de produção de quadrinhos para ‘não desenhistas’“ no SESC Ribeirão Preto. Participou de diversas exposições coletivas e teve uma exposição solo na Aliança Francesa de João Pessoa em 2014. Lançou seu quadrinho “Olga, a sexóloga” de forma independente em 2015 e publicou tirinhas nos jornais A União e Folha de S. Paulo. Atualmente é colaboradora do Lady’s Comics e coordenadora de quadrinhos da Fundação Espaço Cultural da Paraíba desde 2014, onde dá aulas, coordena os projetos “Espaço HQ”, “Tertúlia HQ”, “Quadrinhos Intuados – Encontro regional sobre histórias em quadrinhos” e é responsável pela Gibiteca Henfil, fundada por Henrique Magalhães em 1990.

Dorama | She was pretty: o amor entre amigas.

(com spoilers)

É bem comum ver doramas que mostram relações entre amigos homens — e muito mais o bromance (brother+romance). O problema não é o companherismo e a ótima relação entre os amigos, mas e com as mulheres? Achei onde eu menos esperava…

She Was Pretty

Quando comecei a ver a comédia romântica She was Pretty (2015), tinha apenas como motivação inicial os protagonistas da série: Park Seo Joon e Hwang Jung Eum. O nome do drama em si já era problemático e a chance de ser uma narrativa como Betty a feia, ou algo pior como Bel Ami, era bem possível. Vou apresentar brevemente o roteiro para chegar no que mais valeu a pena da série: o amor entre amigas.

Cartaz de She was pretty

Parte I: Receita de bolo — O primeiro amor está de volta!
Porque? Como? Onde surgiu essa idealização do romance que começa na infância e dura até a idade adulta na cultura asiática? Um mistério para mim, mas é algo que dá certo — haja seriados/hqs com isso. É um claro apelo ao amor puro que vai vencer o tempo e que está predestinado. As almas gêmeas. Nesse meio, insere-se um fator externo que vai dificultar o caminho do final feliz e cá estamos com a premissa de She was pretty.

Parte II: Encontros e desencontros
O dorama começa com um clima de um feliz reencontro entre amigos da infância depois de 15 anos, mas acaba não dando certo. Kim Hye-Jin ficou com vergonha de perceber que não era o que o amigo esperava :  a menina linda e rica de antigamente. No desespero, fez com que a amiga (Min Ha-Ri) assumisse o lugar para dar apenas um “oi, miga, quanto tempo!” e deu. E é claro que isso iria desencadear um problema: Ha-Ri acaba se interessando por Sung-Joon e, sem comentar pra Hye-Jin, vai continuar a se passar por ela e se envolver cada vez mais.

Gifs acima: momento que eles vão se encontrar, mas ele vai na mulher bonita… ela ficou chocada como o rapaz mudou. Quem diria que teria troca de estéticas entre eles.

Parte III: As relações

O seriado já deixa claro no primeiro episódio que ambas tem um ótimo relacionamento, construído desde a adolescência. Elas não se importam de mostrar e brincar com o que sentem e tem uma relação de empatia, cuidado e confiança. São irmãs. Um exemplo mais claro disso é elas se chamarem de wifey e os contatos físicos. 

Gifs acima: festa de comemoração pelo emprego conquistado pela protagonista. Elas dividem o apartamento.

 

Parte IV: O amor vence, é claro.

O que chama atenção é a maneira como Kim Hye-Jin reage quando descobre o que a Ha-Ri fez. A principal reconhece o problema, afirma que está mal pelo que a outra fez, mas ao mesmo tempo compreende os motivos e espera que a amiga os exponha. Ela respeita o tempo de Ha-Ri ao saber que seu amor não é correspondido com Ji Sung. O dorama não apela para a briga entre mulheres por um homem, mas reafirma a boa relação entre elas.

Como assim? A protagonista não faz nada?! Não fez…
A história tem vários pontos pra se considerar. Primeiro, a Hye-Jin não queria entrar em contato com o Sung-Joo, enquanto a amiga viu isso como oportunidade. O problema foi escolher muito mal em manter a mentira de quem a colocou nisso. Outro ponto da história é a vida de Min Ha-Ri. Suas relações afetivas foram ruins e a única conexão emocional positiva que se tem é com a Hye-Jin. E agora, com o cara que ela gosta. É claro que isso não justifica ao que ela fez, mas há um contexto para tornar mais difícil o julgamento raso que justificasse um possível rompimento de uma amizade de muitos anos. O máximo que ocorre é um breve afastamento entre elas.

O amor predestinado não é abalado nem um pouco — ele é ajustado com o fator destino. Nos comentários no Viki, não havia muita empatia pela Ha-Ri. Há um coro que ela não merece a amizade da Hye-Jin. Sorte que o roteiro não segue a mesma onda.  

É claro que a série possui alguns problemas quando comparam a beleza das duas. Usam a aparência da protagonista para gerar comédia e usam o estilo de vida da outra para a julgarem como biscate/filhinha de papai que precisa virar uma mulher direita. Ao passo que é interessante quando expõe como as famílias deram uma estrutura emocional para cada. De um lado uma consegue expor o que sente, enquanto Ha-Ri está em fase de descobertas de algumas relações afetivas. No trabalho, elas trocam: enquanto uma se dá bem, Hye-Jin está no começo da carreira. É aí que elas se completam.

“Eu estou… realmente bem. Claro, eu menti sobre estar bem antes. Mas agora eu estou sendo honesta. Eu estou realmente bem. Então, Hye-Jin, vá!”

E os outros doramas?

Há muitas relações femininas que não ganham esse destaque nos dramas. Revi minha lista de doramas e não lembro de alguma que eu batesse o olho e falasse que tinha ali um relacionamento de amigas que me marcasse tanto. Eu sinto muita falta dessas representações que tenham enfoque na narrativa (e que não se resumam ao cliché de amigas que se encontram pra falar de amor, como se não tivesse assuntos de trabalho, família, comida, seriados do netflix). Boa parte dos seriados asiáticos isolam a protagonista em torno do romance e relações positivas entre mulheres são pouco abordadas, haja troca de ódio por um cara. O universo criado pode ser mais do que isso se repensarem nos diálogos e potencialidades dos personagens para com o roteiro.

Visse algum dorama que tem boas representações de amigas? Comentem!

Onde assistir She was pretty? DramaFever ou Viki

O número de protagonistas mulheres aumentou no cinema. E aí?

Já faz alguns anos que a discussão sobre a representatividade de mulheres na cultura pop tem ganhado força. Cada vez mais, o público pede por mulheres como protagonistas ou com papéis importantes. E parece que algumas produções de fato ouviram esses pedidos. Nos últimos tempos, tivemos alguns casos de representações femininas interessantes em certas franquias: Star Wars, Mad Max, Caça-Fantasmas, etc.

Não só parece que a situação melhorou um pouco, os números mostram que de fato há certas mudanças acontecendo. De acordo com um estudo realizado pelo Centro para Estudo de Mulheres na Televisão e Cinema da Universidade de San Diego, 29% dos protagonistas das maiores bilheterias de 2016 são mulheres. Foi um aumento de 7% se comparado com os números de 2015, além de ser uma marca histórica.

Isso é, de certa forma, um reflexo de tudo que tem sido debatido ultimamente, mas há outros aspectos que podem ter influenciado esse aumento. Na indústria do cinema, nomes grandes como Jennifer Lawrence e Jessica Chastain já falaram sobre a diferença salarial entre homens e mulheres em Hollywood. Isso sem contar todas as reclamações que o público tem feito sobre como a mídia trata atrizes de forma machista, principalmente durante premiações. É aquela velha história: Enquanto para o cara perguntam sobre a atuação, para a mulher perguntam sobre a roupa.

Em época de Oscar, podemos também ver as mudanças entre alguns dos indicados. Em A Chegada, temos uma mulher protagonista dentro da ficção científica, um gênero ainda encarado por muitos como “para homens”. Estrelas Além do Tempo, um dos melhores filmes do ano, é focado na história de três mulheres negras que trouxeram grandes avanços para a NASA. A protagonista que lidera o grupo rebelde em Rogue One é uma mulher e obviamente não podemos esquecer de Moana, a nova adaptação da Disney.

Essas personagens mulheres não estão focadas em apenas um gênero do cinema. Elas estão em sua maioria nos filmes de comédia e de drama, aparecendo com menor frequência em filmes de ação, onde compõe apenas 3% dos papéis principais do gênero.

Então parece que é isso, né? Pedimos mudanças e conseguimos. Problema resolvido. Ou não.

O número de mulheres atrás das câmeras ainda é muito pequeno. Nos grandes estúdios, apenas 7% dos filmes foram dirigidos por mulheres em 2016, um número inferior ao do ano anterior. Isso sem contar que, na maioria dos grandes filmes, a equipe criativa ainda é majoritariamente masculina.

Há outro dado interessante no estudo. Em filmes dirigidos por mulheres, 57% dos papéis principais eram de personagens femininas, enquanto em filmes dirigidos por homens esse número cai para 18%. As porcentagens ficam ainda menores quando procuramos por mulheres negras nesses papéis.

É possível tirar algumas conclusões desses números. Primeiro que, por mais que o número de mulheres protagonistas tenha aumentado, e isso é ótimo, 29% ainda não é um número bom, principalmente quando a maioria dessas personagens são mulheres consideradas dentro do padrão. Não adianta nada mudar um pouco as coisas na frente da câmera, quando nos estúdios as mulheres não possuem as mesmas chances de emprego que os homens.

Aumentar a representatividade é bom, mas não é o suficiente. As mudanças precisam acontecer na indústria toda, até porque, como os números apontam, quanto mais mulheres trabalhando nas equipes criativas dos filmes, maiores as chances delas serem representadas diante das telas. E bem representadas, o que também é importante, não adianta ter uma mulher protagonista que é um estereótipo ambulante. Esquadrão Suicida tinha mulheres no elenco, mas todas elas tinham problemas bem sérios de construções estereotipadas.

Então é bom que essas discussões continuem acontecendo, até porque ainda tem uma parte do público que continua achando que não tem nenhum problema em só ter homens padrões como protagonistas. E também para que mais mulheres entrem na indústria, eu quero ver personagens mulheres nas telas, mas eu também quero mulheres reais trabalhando nessa área que ainda é muito dominada por homens. Essa pesquisa é um bom exemplo para mostrar que sim, algumas coisas melhoraram, mas ainda há muita coisa para mudar na indústria cinematográfica.

Via Variety

“Alguém está prestes a começar um incêndio!”- Gail Simone faz predições sobre a nova leva do mercado americano de quadrinhos.

Gail Simone é talvez a roteirista de quadrinhos de super-heróis mais conhecida no mundo. Com trabalhos tanto nas duas maiores editoras, como em editoras menores, Gail foi responsável recentemente pela reformulação de personagens como Vampirella e escreveu um dos arcos mais famosos da Batgirl. Gail também foi a criadora do termo Mulheres na Geladeira (Women in Refrigerators), um dos grandes responsáveis por aquecer a discussão da representação feminina nos quadrinhos de super-heróis.

No último dia 23 Gail soltou alguns twittes onde fazia uma predição sobre o que vai acontecer com o mercado americano de quadrinhos de super-heróis, principalmente sobre como uma nova leva de criadoras não-brancas vai revolucioná-lo. É importante lembrar que para a visão norte-americana toda brasileira é não-branca, então ela também fala sobre o trabalho de quadrinistas que aqui dentro nós consideramos brancas.

Ela disse:

Eu vou fazer uma predição. E isso não vem de um desejo liberal, mas da simples observação.

Okay. Eu disse por anos que mulheres iam começar a escrever quadrinhos mainstream de novo e finalmente aconteceu, certo?

Quase todo título que gerou buzz nos últimos dois anos tinha uma mulher escrevendo, editando, ilustrando ou como protagonista, exceto pelos títulos tradicionais.

Então a maioria das coisas novas e interessantes tinha pelo menos uma mulher profundamente envolvida, nas duas maiores empresas e nos indies. Bom. Mas…

Minha predição é que a próxima grande onda vai começar em 2017, e vão ser mulheres não-brancas.

Isso não é querer demais. Eu estou viajando o mundo visitando CONS por anos, e o número de mulheres não-brancas criadoras está explodindo.

E a paixão por quadrinhos de leitoras em lugares como Shangai, Cidade do México e Belo Horizonte foi palpavelmente intenso.

Alguém está prestes a começar um incêndio.

Elas podem não estar recebendo apoio e encorajamento dos que já estão estabelecidos. Mas essa é a questão, elas não precisam mais.

Elas tem umas às outras, elas tem a internet, elas podem construir os seus próprios sistemas de apoio e bases de fãs antes da sua primeira publicação.

Imagine a maior parte da música, arte ou cinema americano sem pessoas não-brancas. É muito chato para se considerar.

Mas imagine o que um grande fluxo de talentosas mulheres não-brancas vai fazer para deixar os quadrinhos (de super-heróis) incríveis.

As pessoas não vão mais reclamar que os quadrinhos são todos iguais e repetitivos. Eu prometo.

Nós vamos ter uma infusão de criadoras dedicadas e incríveis, de países onde eles estão apenas descobrindo o amor pelos quadrinhos americanos.

Eu sei que muitas pessoas pensam que eu estou sendo sonhadora. Eu não estou. Essa é a realidade.

Ninguém acreditou no que eu disse durante que estava voltando na época do Mulheres na Geladeira e, se muito, eu mesma subestimei.

Assista e veja. Vai acontecer, e os quadrinhos vão ser mil vezes melhores por isso.

Em Shangai, a fila de mulheres e garotas que queriam fazer quadrinhos no estilo americano não tinha fim. Não tinha fim.

E na arte delas elas misturavam estilos asiáticos e ocidentais, e o resultado era maravilhoso. Crianças americanas comprariam em peso.

No Brasil, o número de criadoras de quadrinhos passa com uma boa margem o número de criadores. E eu nunca, nunca vi tanta diversidade de material.

Tudo desde mini-quadrinhos com fotos até épicos imensos e pintados. Só um esmagador dilúvio de talento.

Adicione à isso as destemidas mulheres dos EUA que querem fazer quadrinhos… Vai ser incrível.

Na Cidade do México, as criadoras já tem a sua própria cultura. Eu vi u monte de artistas que poderiam trabalhar para a Marvel ou Image amanhã.

E isso é só fora dos EUA. Tem um monte de mulheres que eu conheci em CONS que já estão no caminho, e serão imparáveis.

Você pode ler o thread original AQUI.

Para mim faz sentido que Gail veja o mercado internacional de quadrinistas como potencial bolsão de talentos para o mercado americano, o Brasil exporta talentos já há mais de 20 anos. O número de mulheres brasileiras que trabalham para o mercado americano é bem menor do que o o número de homens que fazem isso.

Não sei confirmar se as criadoras são realmente a maioria do mercado nacional, mas é certo que nos últimos anos elas vieram com muita força e com trabalhos de qualidade tanto narrativa quanto artística. Vendo os títulos de maior sucesso nos EUA tanto no mercado de super-heróis quanto no indie, é possível entender que as predições de Gail não estão assim tão longe da verdade. Seria incrível ver ainda mais nomes femininos brasileiros trabalhando no mercado americano.

Fica o desejo que a profecia de Gail realmente aconteça, e que nós acompanhemos essa mudança editorial dentro dos Super-heróis nos próximos anos! <3